
Quem dirá a verdade? Os romancistas e os críticos ou aquele homem desconhecido que, em carta anônima ou num pedaço de folha de província, descarregou o que tinha no cérebro?

Quem dirá a verdade? Os romancistas e os críticos ou aquele homem desconhecido que, em carta anônima ou num pedaço de folha de província, descarregou o que tinha no cérebro?