A janela da minha casa, caído para fora, vermelho, papudo, Julião Tavares pregava os olhos em Marina, que, da casa vizinha, se derretia para ele, tão embebida que não percebeu a minha chegada.
Pela primeira vez, Vasconcelos sentiu morder-lhe no coração a serpe do ciúme. Do ciúme digo eu, por eufemismo; não sei se aquilo era ciúme; era amorpróprio ofendido.