A alegria do homem consiste em fazer o que é próprio de homem. Próprio de homem é querer bem ao seu semelhante, desprezar as comoções dos sentidos, distinguir as idéias fidedignas, contemplar a natureza do universo e os acontecimentos conformes com ela.
Não há por que te admirarem a finura? Seja; mas há muitos outros predicados sobre os quais não podes dizer: 'Não é de meu feitio'. Procura, pois, mostrar os que dependem inteiramente de ti: sinceridade, circunspecção, laboriosidade, temperança, resignação, simplicidade, benevolência, liberdade, comedimento, seriedade, magnanimidade.