
Felizes! Gonzaga de Sá interrompeu-me estas vagas cogitações: — Por que razão se vive? Que tu vivas, vá! Tu vives das tuas angústias, das tuas dores, dos clarões de alegria que por vezes rebetam entre elas; mas este pobre diabo, cujo stock de noções e conceitos era reduzidíssimo para forjar dores e, portanto, para obter alegrias, porque viveu? Sabes? — Foi a inércia.