
Entre a espiga e a mão, está o muro de que falla o poeta; e por mais que o nosso homem estendesse a mão do seu desejo para colhel-a, a espiga lá ficava do lado opposto.

Entre a espiga e a mão, está o muro de que falla o poeta; e por mais que o nosso homem estendesse a mão do seu desejo para colhel-a, a espiga lá ficava do lado opposto.