A alegria do homem consiste em fazer o que é próprio de homem. Próprio de homem é querer bem ao seu semelhante, desprezar as comoções dos sentidos, distinguir as idéias fidedignas, contemplar a natureza do universo e os acontecimentos conformes com ela.
A inteligência isenta de paixões é uma fortaleza; o homem não tem abrigo mais fortificado onde se refugie e se livre, para o futuro, de cair prisioneiro.