A primeira daria um salário (ou ordenado, que é o nome decente) à segunda, e esta faria livros que, com alguns consertos na ortografia e na sintaxe, poderiam ser assinados por ministro, conselheiro, desembargador e outros letrados deste gênero.
As mercadorias humanas que circulam nesse negócio são interessantes: há a mulher que não é mulher e o homem que não é homem, o literato que dança na corda bamba com medo de avançar ou recuar.