Agora, tudo estava claro: partir ou não para Vozdvijénski, obter ou não o divórcio do marido — tudo era supérfluo. Só uma coisa se fazia necessária: castigá-lo.
E, de forma viva e clara, a morte afigurou-se a Anna como o único meio de restabelecer no coração de Vrónski o amor por ela, o único meio de castigá-lo e de alcançar a vitória na luta que um espírito maligno, alojado em seu coração, travava contra ele.