
De quanto almeja e quer o amor nem tudo alcança; Contenta-se ao nascer coas auras da esperança; Vive da própria mágoa; a própria dor o alenta.
Fonte: Falenas Poesias

De quanto almeja e quer o amor nem tudo alcança; Contenta-se ao nascer coas auras da esperança; Vive da própria mágoa; a própria dor o alenta.