Schopenhauer

Arthur Schopenhauer (Danzig22 de Fevereiro 1788 — Frankfurt21 de Setembro 1860) foi um filósofo alemão do século XIX.[1]
Seu pensamento sobre o amor é caracterizado por não se encaixar em nenhum dos grandes sistemas de sua época. Sua obra principal é "O mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro "Parerga e Paralipomena" (1851) seja o mais conhecido. Schopenhauer foi o filósofo que introduziu o budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã.[1] Ficou vulgarmente conhecido por seu pessimismo e entendia o budismo (e a essência da mensagem cristã, bem como o essencial da maior parte das culturas religiosas de todos os povos em todos os tempos) como uma confirmação dessa visão realista-pessimista. Schopenhauer também combateu fortemente a filosofia hegeliana e influenciou fortemente o pensamento de Eduard von Hartmann e Friedrich Nietzsche.
Schopenhauer acreditava no amor como meta na vida, mas não acreditava que ele tinha a ver com a felicidade.[1]
fonte: wikipedia

Nota: 
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Quanto às obras ruins, nunca se lerá pouco quando se trata delas; quanto ás boas, nunca elas serão lidas com freqüência

Quanto às obras ruins, nunca se lerá pouco quando se trata delas; quanto ás boas, nunca elas serão lidas com freqüência excessiva. Livros ruins são veneno intelectual, capaz de fazer definhar o espírito.

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Quando lemos, somos dispensados em grande parte do trabalho de pensar.

Quando lemos, somos dispensados em grande parte do trabalho de pensar.

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Podemos nos dedicar de modo arbitrário à leitura e ao aprendizado; ao pensamento, por outro lado, não é possível se dedi

Podemos nos dedicar de modo arbitrário à leitura e ao aprendizado; ao pensamento, por outro lado, não é possível se dedicar arbitrariamente. Ele precisa ser atiçado, como é o fogo por uma corrente de ar, precisa ser ocupado por algum interesse nos assuntos para os quais se volta; mas esse interesse pode ser puramente objetivo ou puramente subjetivo.

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O saber humano se espalha para todos os lados, a perder de vista, de modo que nenhum indivíduo pode sequer a milésima parte daquilo que é digno de ser sabido.

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O pior senhor é o antigo escravo.

O pior senhor é o antigo escravo.

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O excesso de leitura tira do espírito toda a elasticidade, da mesma maneira que uma pressão contínua tira a elasticidade

O excesso de leitura tira do espírito toda a elasticidade, da mesma maneira que uma pressão contínua tira a elasticidade de uma mola.

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O efeito que o pensamento próprio tem sobre o espírito é incrivelmente diferente do efeito que caracteriza a leitura, e

O efeito que o pensamento próprio tem sobre o espírito é incrivelmente diferente do efeito que caracteriza a leitura, e com isso há um aumento progressivo da diversidade original dos cérebros, graças à qual as pessoas são impelidas para uma coisa ou para outra.

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O anonimato é, na literatura, o que a trapaça é na sociedade burguesa.

O anonimato é, na literatura, o que a trapaça é na sociedade burguesa.

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Nenhum estudante teria permissão para freqüentar a universidade antes de completar vinte anos, idade em que passaria por um examen rigorosum nas duas línguas antigas antes de fazer a matrícula. Com isso, todavia, o estudante seria liberado do serviço militar e obteria suas primeiras doctarum praemia frontium (recompensa das frentes doutas). Um estudante tem muita coisa para aprender, por isso não pode estragar um ano ou mais de sua vida com o manuseio de armas, um trabalho tão heterogêneo em relação ao seu.

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Gênio é alguém que assume como o tema de suas realizações a totalidade, aquilo que é grandioso, as coisas essenciais e g

Gênio é alguém que assume como o tema de suas realizações a totalidade, aquilo que é grandioso, as coisas essenciais e gerais, e não alguém que dedica os esforços de sua vida a esclarecer qualquer relação específica de objetos entre si.

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