A arte da guerra nos ensina a confiar não na possibilidade de um não enfrentamento, mas em nosso próprio preparo para qualquer enfrentamento; não na possibilidade de que determinado inimigo não nos ataque, mas no fato de que nossas posições são inatacáveis.
A confiança em nossos próprios sonhos ambiciosos, ou nos destinos expansivos do nosso país, e a fé na providência de Deus, todas se originam do ímpeto dos nossos impulsos sanguíneos e do sentido da capacidade de exceder que tem o possível sobre o real.