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Clinica de Reprodução Humana em São Paulo, SP. Tratamento de Infertilidade. Técnicas modernas de fertilização in vitro. Dicas para manter sua fertilidade.
Atualizado: 32 minutos 50 segundos atrás

Pressão Alta na Gravidez? E agora?

seg, 09/23/2019 - 12:31
Pressão Alta

Gravidez

Dra Juliana Amato, ginecologista do instituto Amato, deixa dicas e informações sobre a pressão alta na gestação.

-- transcrição --

Olá, meu nome Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato, e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre pressão alta na gravidez. O que é a pressão alta na gravidez? É a pressão que aparece a partir da 20ª semana de gestação alterada, acima de 14 x 9 ela pode acontecer previamente quando a paciente já tem algum problema de pressão e já vem tratando, e ela piora na gravidez ou ela pode ocorrer sem nenhuma alteração anterior. E o que está relacionado ao aparecimento dessa pressão? Aumento de peso. As mulheres que ganham muito peso durante a gravidez. Está associada ao aumento da idade materna, pacientes acima de 35 anos tem maior chance de desenvolver pressão alta na gravidez. A alimentação também está associada com o aumento da pressão arterial. Como eu disse ela pode ocorrer a partir da 20ª semana de gravidez. Qual que é o risco de pressão alta para mulheres na gravidez? Ela pode desenvolver eclampsia. O que é eclãmpsia? É uma situação que pode causar convulsões nessa paciente. É uma condição que já altera a circulação materna fetal podendo ocorrer menos paasagem de sangue e nutrientes para o embrião. Os sintomas mais comuns aumento de peso, dor de cabeça, aumento da dor abdominal, sente mais dor do que o comum. Inchaço: Esse inchaço ocorre mais em pernas e braços, mais para o final da gravidez. Ele pode ser generalizado. Como que a gente faz o controle dessa pressão alta durante a gravidez? Através de alimentação com menos sal, exercícios físicos regulares e um controle de pré-natal muito bem feito. Se com essas medidas. A pressão diminuir. Aí a gente pode entrar com antihipertensivos que tem que ser utilizados até o final da gravidez. O parto normalmente das mulheres com pressão alta são adiantados um pouco, então a partir da 38ª semana, dependendo do grau de sintomatologia dessa paciente e da evolução desse embrião. A gente antecipa o parto para uma segurança maior tanto do bebê quanto da mãe. Para evitar possíveis complicações. Se você gostou do nosso vídeo inscreva-se no canal, de seu like, deixe seu comentário e ative Sininho de notificação para receber mais vídeos. Obrigada.

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Causas de sangramento vaginal

qui, 09/19/2019 - 11:56

O sangramento vaginal pode não ser causado por doenças subjacentes. Algumas causas comuns incluem menstruação, objetos inseridos no corpo (como um DIU), efeitos colaterais de medicamentos ou parto.

O sangramento intermenstrual tem muitas causas possíveis. Por si só, não indica necessariamente uma condição séria.

O sangramento vaginal é considerado anormal se ocorrer:

  • Quando você não está esperando o período menstrual
  • Quando o fluxo menstrual é mais leve ou mais pesado do que o esperado
  • Em um momento inesperado, como antes de 9 anos de idade, durante a gravidez ou após a menopausa.

Durante a gravidez, um sangramento pode significar complicações graves, como gravidez ectópica ou aborto espontâneo. Nesses casos, sempre se deve procurar ajuda médica.

Outras causas de sangramento intermenstrual incluem:

Outras causas menos comuns de sangramento vaginal anormal que pode ser mais grave incluem:

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Gravidez + Diabetes = Diabetes Gestacional

seg, 09/09/2019 - 09:48

Conheça os principais riscos de se ter diabetes gestacional e saiba como se prevenir. Assista ao vídeo e compartilhe. Dra Juliana Amato, ginecologista especialista do Instituto Amato explica o assunto.

-- transcrição --

Olá, meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra da Clínica Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre diabetes gestacional. E diabetes gestacional é a condição de diabetes que ocorre somente na gravidez. O que ocorre é que no início da gravidez a placenta é formada e com isso a placenta é responsável pela produção de vários hormônios que mantêm o equilíbrio hormonal. Diante das inúmeras alterações hormonais que a grávida vai ter durante a evolução da sua gestação. A placenta é formada nesse início de gravidez e o que ocorre é que essa essa vascularização da placenta ela não é bem formada e com isso tem uma alteração na homeostase da insulina. Então a diabetes ela começa a aparecer. A glicemia ela aumenta e começa a ter sintomas de diabetes e os sintomas são: aumento da ingestão de água, aumento da urina durante a gestação, vai mais vezes ao banheiro, para urinar. Mas não é toda a urina porque quando a gente está grávida o útero cresce então a gente vai mais vezes ao banheiro. Quando a gente está grávida o útero cresce e comprime a bexiga. Nós vamos mais vezes ao banheiro então tem um aumento dessa frequência de ir ao banheiro. Na diabetes gestacional já é uma coisa exagerada, já é uma urina mesmo em grande quantidade a urina ela pode ficar mais amarelada.  Para o feto, para o bebê, o que pode ocasionar? Aumento de peso então foram aqueles grandes, gordinhos, que nascem muito maiores do que o esperado e com isso quando ele nasce ele pode ter hipoglicemia. Ele pode ter obesidade quando mais velho e ele pode ter um maior risco de diabetes gestacional quando ele for adulto. Quais exames  são feitos para diagnosticar uma diabetes gestacional? Inicialmente no pré natal e avaliada com um exame de glicemia mas a partir da 24ª semana é solicitado um exame de teste de tolerância oral a glicose. Ele vai fazer o diagnóstico dessa diabetes gestacional. Como que a gente faz o manejo dessa diabetes gestacional? Como a gente faz o tratamento? Inicialmente o tratamento é adequar a alimentação à dieta, e exercícios físicos na medida da pessoa que ela está acostumada mas tem que fazer um exercício físico. Mudanças de hábitos mesmo ter hábitos mais saudáveis. Se a diminuição da ingestão de carboidratos, de açúcar como a frutose, como os açúcares em geral não melhorarem essa condição de diabetes gestacional, aí sim é indicado entrar com insulinoterapia. No caso de gestante, o mais usado é a insulina, não pode ser os hipoglicemiantes orais porque eles são contra indicados durante a gravidez. Normalmente esse controle  é até razoável se a paciente ajudar junto com a alimentação. Então leva-se uma gravidez até o termo, até o final, normal, mas depois da gravidez, ainda tem que fazer um acompanhamento porque a maioria das pacientes que adquiriram diabetes gestacional  passam após 12 semanas pós parto a não ter mais essa condição. Mas algumas dependendo do nível de glicemia se for bem controlado ou não elas continuam sendo diabéticas. Por isso é importante o acompanhamento com seu obstetra e fazer um pré natal muito bem feito. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal, ative a Sininho de notificação, deixe seu comentário, deixe seu like que você receberá novos vídeos. Obrigada.

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Doenças da tireoide na gestação.

ter, 09/03/2019 - 13:33

Tireóide e gestação. Qual o problema da doença de tireoide na gestação? A Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto Amato  explica como a tireóide influencia na gravidez.

 -- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato. Eu sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre as doenças da tireoide na gestação. Existem casos em que a mulher  já pode ser portadora de um hipertireoidismo ou de hipotireoidismo na gravidez. E como é feito esse tratamento esse tratamento é feito com hormônio tireoidiano. Não é contra indicado durante a gravidez. O hormônio tireoidiano a mulher que já tem uma predisposição a ter alguma doença da tireoide pode fazer o seu tratamento normal que Não tem problema. Outra possibilidade que existe é você ter alguma alteração da tireoide durante a gravidez, sem que você tenha essa operação anterior, ou seja, a gestação ela muda muito o corpo da mulher, o funcionamento do seu organismo. A placenta produz muitos hormônios e durante a gestação esses hormônios podem ter um pouquinho de desequilíbrio e pode afetar a tireoide o que é importante durante a gravidez. Que você faça um acompanhamento com seu obstetra e que faça exames de tireoide periódicos como hormônio TSH. Para fazer esse diagnóstico precoce. Em casos de gravidez a gente tem  muito comum um hipotireoidismo subclínico onde a gente tem algumas alterações pequenas da tireoide que fora da gravidez não precisariam de tratamento mas, pela situação de gravidez, elas necessitam. E o que pode ocasionar o hiper ou hipotireoidismo na gravidez. Ele pode ocasionar sangramentos durante a gravidez. Alterações quanto à formação de placenta. Pode ocasionar perda gestacional precoces. Então é muito importante que no início da gravidez faça-se o diagnóstico e se não fizer no início da gravidez tem um acompanhamento periódico para se caso tiver alguma alteração na tireoide que seja de pronto visto e tratada. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal. Dê seu like. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais vídeos. Obrigada.

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Gestação de alto risco

qui, 08/29/2019 - 10:42
Gestação de alto risco

Gestação de alto risco

Clique e veja o video com a Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto amato (www.amato.com.br), falando sobre a gravidez de alto risco.

-- transcrição --

Meu nome é Juliana Amato, sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a definição de uma gravidez de alto risco. Muitas pacientes chegam ao consultório já com uma pré definição de gestação de alto risco e muitas vezes ela não sabe o que quer dizer isso. Então vamos tirar algumas dúvidas. Gestação de Alto Risco é um termo muito amplo que pode definir até uma gravidez normal em algum momento deu problema no seu curso ou uma gravidez onde a mulher já tinha uma doença pré existente. Então vamos lá. Uma gravidez de alto risco ela é tida como de alto risco principalmente pela idade. Ou seja mulheres menores do que 18 anos ou seja meninas têm uma imaturidade do sistema ginecológico e do útero. Então ela já tem uma gravidez mais propensa a ser mais arriscada tanto no termo de abortamento quanto perdas precoces, antes do nascimento. Mulheres acima dos 35 anos também são consideradas tendo uma gravidez de alto risco. Elas são propensas a ter mais intercorrências durante a gravidez como hipertensão arterial, diabetes gestacional, gestações gemelares também são consideradas de alto risco. O nosso corpo foi feito para engravidar e manter uma gestação única. Gestações mais do que um sobrecarregam o nosso organismo. Com isso podem levar a um parto prematuro ou indução de outros problemas dessa gravidez como uma doença hipertensiva específica da gravidez. Lembrando que essas doenças que ocorrem depois dos 35 anos de idade elas ocorrem mais depois das 20 semanas de gravidez. Outros fatores como obesidade, doenças metabólicas, problemas de tireoide também propiciam uma gravidez de alto risco mas é muito relativo, pois, se você tem uma mulher de 35 anos que leva uma vida adequada, mantêm uma alimentação saudável, ela pode ter uma gravidez normal sendo que uma mulher de 18 a 20 anos que fume que não faça exercícios pode ter uma gravidez de alto risco. É um termo muito amplo e só o seu obstetra vai conseguir definir se sua gravidez é de alto risco ou não. Essa gestação ela impede o parto normal? Na maioria das vezes não. Depende de caso a caso e tem que ser avaliada individualmente. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no nosso canal dê o seu like. Deixe seu comentário e ative o sininho de notificação para receber mais vídeos.

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Candidíase de repetição

qua, 08/21/2019 - 18:26
Candidíase de repetição

Candidíase de repetição

Este vídeo é especialmente dedicado às mulheres que sofrem com coceiras de repetição e que não melhoram com os tratamentos realizados. Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato explica a candidíase de repetição.

 

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre candidíase de repetição o que é candidíase. A candidíase é uma infecção vaginal. Normalmente ela ocorre como o corrimento esbranquiçado vaginal e que coça muito. A candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans que é o mais comum. Ele está presente na nossa vagina. Na vagina de todas as mulheres. Eles fazem parte da flora vaginal e ajudam a manter o pH nessa região com isso impedindo que outras infecções ocorram quando essa candidíase pode ocorrer? Principalmente quando a gente está com a imunidade mais baixa. Essa Candida aumenta sua população na região vaginal e ela com uma quantidade aumentada vai causar esses sintomas de coceira e corrimento esbranquiçado. O que mais pode propiciar é uma candidíase muito tempo em piscina muito tempo em praia biquíni molhado. Isso deixa a região muito úmida e também propicia ao desenvolvimento de mais candida nessa área. Mulheres imunosuprimidas também têm mais chances de ter candidíase de repetição. Assim como as usuárias de antibióticos em grande escala. Por exemplo têm uma infecção uma faringite ou uma amigdalite tomou um antibiótico não melhorou ou tomou da forma errada vai ter que repetir esse tratamento. A imunidade cai e com isso a candidíase pode proliferar. O que também ocorre e o uso de roupas muito apertadas então calça jeans muito apertada e shorts muito apertado, muito curto. Isso também causa uma atração nessa região vaginal, forma pequenas lesões e que podem infectar pelo fungo. Algumas dicas para prevenir a candidíase é ter uma boa alimentação e uma alimentação equilibrada. Evitar o uso excessivo de antibiótico quando não é necessário. Quando estiver na praia trocar o biquíni e não ficar muito tempo com esse biquíni molhado quando tiver na piscina tomar mais sol para secar esse biquíni. Evitar o uso de roupas muito apertadas também ajuda bastante a evitar candidíase. E se ela ocorrer. O que fazer?Procure seu médico porque nos casos de candidíase de repetição que ocorrem mais de três vezes em seis meses é feito um tratamento contínuo com medicações específicas. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva no nosso canal comente aqui o seu like, ative o sininho de notificação para receber mais videos.

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Quando ir no ginecologista pela primeira vez?

seg, 08/12/2019 - 11:19
1˚ consulta no ginecologista

1˚ consulta no ginecologista

Quando sua filha precisa começar a ir no ginecologista? Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato, explica sobre essa mudança na vida das meninas.

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre dúvidas de quando ir a primeira vez ao ginecologista. Muitas pessoas têm dúvidas em quando ir ao ginecologista pela primeira vez: o ideal é que a partir dos 9 aos 12 anos a menina já tenha uma consulta com o ginecologista ou com a ginecologista da mãe. Por quê? Porque logo ela vai menstruar. Então essa consulta ela serve como uma orientação sobre esse período que ela vai entrar. Sua primeira menstruação. Como seu corpo vai funcionar a partir de então. E o que ela deve esperar sobre isso. O que ocorre é que muitas meninas procuram o ginecologista quando já têm uma vida sexual ativa e vem atrás uma anticoncepcional mas o ideal é que essa consulta seja antes para ter uma orientação sobre tudo isso. Até quando ela não iniciou a vida sexual para que ela possa ser orientada sobre métodos anticoncepcionais e sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Quando a mulher ou a menina iniciou a sua vida sexual é importante que ela vá todo ano, pelo menos uma vez ao ano ao seu ginecologista para fazer um exame preventivo, pra ser examinada para ver as mamas, pra ver como está sua saúde em geral. E quais os exames a serem realizados? Normalmente numa primeira consulta ginecológica, quando é uma menina vai pela primeira vez dos 9 aos 12 anos que não tenha relação sexual ainda que tenha iniciado as suas menstruações essa consulta vai ser mais uma conversa e uma orientação. Se ela tiver iniciado sua vida sexual vai começar a fazer os exames preventivos. O principal deles é o Papanicolau, que é um rastreamento de câncer de colo que deve ser realizado todo ano. Além disso, o exame das mamas, hoje em dia a gente sabe que os nódulos de mama são mais comuns numa idade menor. Câncer de Mama não tem mais aquele padrão de maior do que  40 ou 50 anos. Então é importante avaliar tudo fazer um ultrassom transvaginal, ou ultrassom pélvico para ver como é que está o útero, o ovário. Ou seja, para fazer um check-up ginecológico. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva-se no nosso canal , dê seu like,  deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Depilação íntima: higiene ou estética?

seg, 08/12/2019 - 10:43
Depilação intima

estética ou higiene

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato, fala sobre a depilação das regiões intimas nas mulheres e sua relação com a estética e higiene.

 

 

-- transcrição --

Olá pessoal, sou dra Juliana Amato ginecologista e obstetra no Instituto Amato. Hoje eu vou conversar com vocês sobre uma dúvida muito frequente que me perguntam muito no consultório: sobre a depilação. Se é uma questão de higiene ou seja se é uma questão de estética. Muitas pessoas têm dúvida quanto à retirada dos pêlos se ela faz mal para saúde ginecológica, se ela aumenta o número de infecções. Então vamos tirar essas dúvidas a presença de pêlos nessa região associada com o aumento de temperatura com a sudorese excessiva ela pode aumentar o número de casos de infecção fúngica ou bacteriana porque essa região fica muito quente fica muito úmida e os fungos proliferam. A nossa vagina é uma casinha de fungos que ajudam a manter o pH vaginal. A pele da região da vulva é uma pele muito fina e muito sensível. Então a gente tem que ter algumas considerações na hora de fazer uma depilação. A depilação com gilete  causa mais escoriação na pele e com isso aumenta o risco de infecção por esses pequenos cortes. A depilação com cera quente é ótima. Ela tira a maioria dos pêlos porém pela temperatura maior ela pode escurecer a região da pele e pode também causar queimaduras. A depilação com cera fria ela é mais indicada porém é mais dolorida. Antigamente usava-se muito os cremes declaratórios que eram uma ótima saída para a depilação. Mas hoje em dia eles não são muito mais usados. Hoje em dia é mais utilizado o laser que ele projeta uma frequência de onda que destrói os bulbos capilares os bulbos pilosos e com isso o pêlo  pára de crescer. Porém existem vários bulbos pilotos ainda em desenvolvimento então na hora que faz essa depilação a laser você tem que fazer várias sessões para você conseguir destruir o maior número de bulbos pilosos. Então vou dar algumas dicas aqui sobre a depilação: após 24 horas do procedimento. O que ocorre é que a pele ainda está muito sensível e ela pode ficar propensa a ter infecções porque os poros estão mais abertos ainda nessas 24 horas. Então o ideal é que não se usa calcinhas muito justas calças muito justas e que não se tome sol pelo menos uma semana. Se você gostou do nosso vídeo dê o seu like. Inscreva se no nosso canal. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Uso do DIU em quem nunca teve filhos

qua, 08/07/2019 - 12:48
Uso do DIU

DIU: dispositivo intra uterino

A Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre o uso do DIU, dispositivo intra uterino para aquelas mulheres que nunca tiveram filhos.

--transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar sobre o uso de DIU por mulheres que nunca tiveram filhos. É muito comum no consultório receber pacientes com dúvidas sobre o uso do dispositivo intra uterino. Então vamos falar um pouquinho sobre ele. No mercado, a gente tem basicamente três tipos de dispositivo intra uterino: o de cobre, o de prata, e o dispositivo intra uterino hormonal que tem um hormônio chamado levonorgestrel. Qual a Diferença desses dois fios de cobre? Eles secretam o cobre, o diu de prata secreta prata e essas substâncias elas são espermaticidas ou seja elas matam os espermatozoides. Com isso os espermatozoides  não acendem para o útero, não encontram como óvulo   e não há fecundação. Já o dispositivo intra uterino de levonorgestrel, que é o hormonal , ele secreta hormônio e com isso não há ovulação. Qual que é  indicado para cada tipo de paciente? Normalmente usa o DIU medicado , ou seja, o DIU hormonal para mulheres que têm endometriose, para mulheres que tem mioma, ou mulheres que não desejam menstruar. Já o cobre é para as mulheres que não querem tomar nenhum tipo de anticoncepcional hormonal ou tem alguma contraindicação para o uso do hormônio. Então a gente utiliza esses. E qual é o receio das pacientes que não têm filhos ainda de usar um dispositivo intra uterino? Elas têm medo de ter mais doenças inflamatórias pélvicas e de não engravidar futuramente. Mas, vários estudos já foram realizados e hoje em dia a gente sabe que, não altera a fertilidade o uso de DIU, e não aumenta o número de doença inflamatória pélvica como o de uma paciente que já tenha tido filhos. Então é indicado o uso para pacientes que não engravidaram ainda. Como é feita a colocação desse DIU? É feito no consultório. Pode ser que com anestesia ou sem anestesia mas o mais indicado para pacientes que nunca tiveram filhos é com anestesia. Porque?. Porque elas não têm ainda o colo do útero um pouco alargado devido à gestação. É um pouquinho mais dolorido. Portanto a gente faz uma sedação e o procedimento demora de 20 a 30 minutos. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal dê o seu like. Comente aqui abaixo e ative o sininho de notificação.

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A clamídia causa infertilidade?

seg, 07/29/2019 - 18:21

Clamidia

A clamídia afeta muitos homens e mulheres em algum momento de suas vidas e é muito comum entre os jovens. É uma doença sexualmente transmissível que pode ser facilmente tratada com antibióticos. No entanto, muitas vezes permanece sem sintomas e, se não for tratada, pode ter sérios efeitos a longo prazo para homens e mulheres.

 

Quais efeitos a longo prazo a clamídia pode causar em mulheres?

A clamídia pode causar uma série de efeitos a longo prazo em homens e mulheres.

 

Nas mulheres, a infecção pode causar:

 

Nos homens, a clamídia pode causar:

 

A clamídia no ânus pode causar complicações em ambos os sexos, pois pode causar uma inflamação da membrana mucosa do ânus. Isso pode levar a sintomas como dor, corrimento, cólicas ou diarreia.

A presença de bactérias da clamídia também aumenta o risco de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV.

E se a clamídia não for tratada por vários anos?

Não há um intervalo de tempo específico em que você possa ter complicações devido à clamídia. É possível transportar as bactérias durante vários anos sem sofrer efeitos a longo prazo. Cada paciente é diferente e é difícil prever se uma infecção existente causou alguma complicação se você não notou nenhum sintoma de clamídia.

Quanto mais tempo a DST permanecer sem tratamento, maior o risco de complicações e danos permanentes, como infertilidade.

A clamídia torna homens e mulheres inférteis?

Estima-se que 10% a 40% das mulheres que contraem clamídia desenvolvam a doença inflamatória pélvica (DIP) como resultado. DIP pode afetar o útero, ovários ou as trompas de falópio. Se a inflamação persistir por um longo período de tempo, pode causar cicatrizes e bloquear as tubas uterinas. Se as trompas de falópio estão bloqueadas, o espermatozoide não chega a um óvulo, o que significa que você pode ficar infértil. Isso significa que a clamídia pode causar infertilidade após causar uma DIP.  

Não se sabe o quão comum é para as mulheres se tornarem inférteis após uma infecção por clamídia, mas alguns especialistas estimam que a clamídia é responsável por até um em cada cinco casos de infertilidade em mulheres.

No entanto, a clamídia não afeta apenas a fertilidade feminina, mas também pode afetar a fertilidade masculina. Pode levar a uma menor contagem de espermatozoides e ter um impacto negativo na qualidade do esperma. Também aumenta o risco de uma inflamação chamada epididimite (que afeta o tubo que transporta o esperma), o que pode levar a cicatrizes e resultar em infertilidade.

Quanto tempo leva para a clamídia torná-lo infértil?

Quanto tempo leva para a clamídia causar danos permanentes ao seu sistema reprodutivo não é sabido. Se isso afeta sua fertilidade vai depender se a infecção se alastra. A regra geral é: quanto mais rápido você tratar, melhor.  

No entanto, o fato de você ter tido clamídia por vários anos não significa necessariamente que você é infértil. Muitas pessoas carregam as bactérias por um longo tempo sem sofrer consequências.

Você pode morrer de clamídia?

A clamídia não é uma ameaça à vida e não causa nenhum impacto permanente na sua saúde se for tratada logo após você ter sido infectada.

Os bebês que contraem clamídia durante o parto podem desenvolver complicações perigosas, como pneumonia. No Brasil não é oferecido de rotina teste de clamídia no início de sua gravidez para garantir que o bebê não seja exposto à bactéria da clamídia, somente havendo sintomas.

Como evitar complicações

Embora a clamídia possa causar complicações graves em algumas pessoas, ela também é uma infecção tratável. Você pode evitar pegá-la ou deixá-la sem tratamento seguindo estas três etapas simples:

  1. Sempre use preservativo ao fazer sexo com um novo parceiro.
  2. Certifique-se de que você e seu parceiro façam o exame antes de fazer sexo pela primeira vez.
  3. Faça o exame para as ISTs uma vez por ano.

 

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Varizes pélvicas e endometriose. Dor pélvica em mulheres.

ter, 07/23/2019 - 13:07
Endometriose

Varizes Pelvicas

Dr Juliana Amato, ginecologista e obstetra, explica sobre as varizes pélvicas e endometriose nas mulheres.

---transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre varizes pélvicas: muito comum hoje em dia queixa de dor abdominal, uma dor pélvica em peso que piora quando a pessoa fica muito tempo de pé e que é muito confundida com a endometriose. Então hoje a gente vai tirar as dúvidas o que é uma varizes pélvica e o que é a endometriose. E diferenciá-las. Então   varizes pélvicas: O que ela é? Ela é muito parecida com uma varizes de perna ou seja ela é um engurgitamento das veias dos vasos dessa região. Uma perda da função dessas válvulas em com esse engurgitamento a gente sente uma dor em peso um cansaço nessa região pélvica e muitas vezes piora com a gravidez porque com a gravidez a gente tem um aumento do peso. O aumento da barriga e com isso o peso da gravidez já piora o peso das varizes pélvicas. E qual é o sintoma principal? É aquela dor em peso mesmo, e ela difere da endometriose porque se a paciente deita, se a pessoa deita, e ela tem uma melhora nessa dor a gente sabe que é porque ela tirou aquela pressão da pelve. Então ela tem uma melhora parcial dessa dor. Já na endometriose isso não acontece a endometriose é uma dor contínua é uma dor que você pode deitar, descansar você não vai tirar essa pressão da pelve porque não é uma dor de pressão é uma dor de processo inflamatório. Então a principal diferença entre diferenciar endometriose e varizes pélvicas é essa característica da dor. E qual é o tratamento dessa varizes pélvicas. O tratamento pode ser cirúrgico ou medicamentoso. Vai depender muito do grau de dor, do grau de varizes. Então como é feito o diagnóstico de varizes pélvicas: é um diagnóstico difícil que é baseado principalmente na característica da dor. Em alguns exames laboratoriais. Porém não é todo  exame que consegue ver essas varizes pélvicas. Os exames de imagem eles não são tão específicos para ver uma ressonância magnética pode não visualizar. Talvez seja necessário uma angioressonância. Não é todo lugar que faz. Aqui em São Paulo tem centros especializados que fazem isso por aí afora no Brasil pode ser que não tenha. Então o principal é falar da sua queixa com o médico, se possível. Esse médico ginecologista tem um contato direto com vascular e os dois fazerem esse diagnóstico em conjunto. O tratamento de varizes pélvicas é a cirurgia. Essa cirurgia não é indicada em todos os casos de varizes. Depende muito do grau da dor e do grau de varizes pélvica. Mas existem tratamentos medicamentosas que auxiliam na diminuição da dor. Se você gostou desse vídeo dê o seu like. Deixe seu comentário se inscreva no canal e ative o sininho de notificação. 

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Miomas uterinos. Leiomiomas no útero. Mal muito frequente.

sex, 07/19/2019 - 15:34
TRatamento: embolização

Mioma uterino

Dra. Juliana Amato explica sobre esse problema tão comum que atinge tantas mulheres e ainda pode dificultar a gestação.

 

--transcrição-- Olá meu nome é Juliana Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre mioma. Existe muita dúvida se o mioma pode causar infertilidade. Então vamos tirar algumas dúvidas. O que é o mioma? Ele é um tumor benigno muito comum no útero cerca de 70% das mulheres vão ter mioma em alguma época da sua vida mas isso não quer dizer que vai causar infertilidade. Cerca de 50% dessas pacientes não vão ter nenhum problema relacionado à doença durante a sua vida. A gente tem alguns tipos de mioma eles são bem diferenciados e eu vou comentar um pouquinho sobre eles com vocês. A gente tem um mioma subseroso: esse mioma subseroso ele fica na camada externa do útero. E ele não tem repercussão nenhuma para fertilidade da mulher. O que pode ocorrer ele pode aumentar o seu volume durante a vida da mulher e pode causar sangramentos aumentados durante a menstruação. Mas da parte de fertilidade ele não tem alteração. Os miomas submucosos eles ficam na parede dentro do útero muito próximo do endométrio e esse sim se crescerem muito, podem ter alteração na fertilidade porque eles vão competir com o espaço do feto crescer e pode ter casos de abortamento, de trabalhos de parto prematuro. Então esses merecem ser tratados. Existem os miomas intramurais. Esses miomas intramurais eles ficam na camada de dentro do útero na parede uterina. Esses se crescerem muito podem abaular a cavidade do endométrio e pode dar algum problema de infertilidade sim. Mioma não dá sintoma nenhum, a não ser que ele esteja numa dimensão um pouquinho maior que começa dar irregularidade menstrual. Com o aumento do fluxo menstrual. Mas, normalmente, se eles são pequenos, eles não causam nenhum sintoma. E o tratamento para esse tipo de mioma. Depende muito da localização desse mioma. Hoje em dia a cirurgia que a gente usa pra mioma chama embolização uterina. Essa embolização uterina consiste em uma cirurgia endovascular onde se coloca um cateter no vaso. Esse cateter chega até os vasos de nutrição do útero e lá se colocam microembolos que fecham essa circulação e com isso esses miomas param de receber essa nutrição e eles necrosam. Eles morrem. Eles não saem dali mas eles vão diminuindo de volume com o tempo. Porque é que é mais interessante fazer uma embolização de mioma no aspecto reprodutivo do que uma cirurgia para retirar esse mioma como uma laparoscopia como o histeroscopia porque no caso da embolização não vão ter cicatrizes uterinas então não vão ter áreas de fragilidade e não vão ter cortes. Isso é importante para uma futura gravidez.

miomavídeoamatotvembolização
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Ovário policístico e infertilidade. Causa de dificuldade para engravidar

sex, 07/12/2019 - 09:42
Ovário policístico e infertilidade

Ovário policístico e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre um problem muito comum, o ovário policístico e sua associação com a infertilidade, ou seja, a dificuldade de engravidar e ter bebês.

-- transtrição --

Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre ovário policístico infertilidade e o que é o ovário policístico. Ela é uma síndrome e essa síndrome ela é causada por alterações hormonais e caracterizada por alterações no ciclo menstrual. Então ou pára-se de menstruar (não tem a menstruação) ou essa mensuração é bem regular: a cada 50 dias a cada dois meses está associado também com alterações de pele como acne e aumenta muito o risco cardiovascular, aumenta o risco de diabetes e hipertensão. Mais para frente na sua vida. Então é uma síndrome que deve ser tratada, causa infertilidade porque não tendo esse ciclo regulares não tem ovulação então fica muito difícil de engravidar. A prevalência é de 10 a 15% na população. A gente faz o diagnóstico mais nas adolescentes mas ocorre muito de fazer o diagnóstico já com 20-30 anos de idade. O importante é tratar antes de querer engravidar porque existe o tratamento que diminui essa resistência à insulina e com isso, com a perda de peso, com essa diminuição da resistência da insulina a pessoa  começa a menstruar novamente e ela começa a ovular e pode ter até uma gravidez natural. Mas se não tratada fica mais difícil como é feito o diagnóstico da síndrome da síndrome do ovário policístico? Ela é feita através do ultrassom transvaginal onde vai ver a presença de vários folículos característica de anel de conta na periferia desses ovários e também por alterações hormonais e de insulina. O tratamento do ovário policístico ele consiste em tratamento hormonal através de anticoncepcionais ou através de tratamentos que diminuem essa resistência à insulina. Porém a melhor pessoa que vai indicar esse tratamento é o seu médico, de acordo com o grau dos seus sintomas no caso de pacientes que estão tentando engravidar como se faz o tratamento desse ovário policístico? Normalmente a gente tenta se tratar um pouco antes mas dependendo da idade da paciente a gente já parte para uma tentativa de gravidez que pode ser: Se a causa fosse somente o ovário policístico não tiver nenhuma causa associada tanto a masculina quanto outra causa feminina de infertilidade. Podemos fazer uma indução da ovulação com coito programado ou uma inseminação intrauterina. Se você gostou desse vídeo e se inscreva no nosso canal dê o seu lá e deixe seu comentário e ative esse sininho de notificação para ver mais videos. Obrigada. 

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Endometriose e infertilidade. Dificuldade de engravidar.

sex, 07/12/2019 - 09:37
Endometriose e infertilidade

Endometriose e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre a doença comum endometriose e como ela afeta a reprodução humana com infertilidade e dificuldade de engravidar.

--transcrição--

Meu nome é Juliana Amato eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a endometriose e infertilidade. Como nós estamos em  junho, junho é o mês da conscientização da endometriose e o que é endometriose. A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do tecido do endométrio tecido que reveste o útero por dentro fora da cavidade. O que ocorre é que esse tecido ele passa pela trompa. Ele tem uma regurgitação pelas trompas e ele vai se fixando em locais fora do útero como cavidade abdominal como intestino bexiga. Isso vai causando uma série de processos inflamatórios contínuos dentro dessa cavidade abdominal e esse processo inflamatório  pode causar aderência. Essas aderência podem comprometer a trompa e com isso a dificuldade para engravidar.  A endometriose tem uma prevalência de 10 a 15% na população em geral. Como que a gente sabe que a gente tem endometriose? O principal sintoma da endometriose é a dor! Como é caracterizada essa dor? É uma dor intensa uma dor contínua e uma dor que parece uma cólica. Ela pode estar localizada em baixo ventre. Ela pode ser uma dor mais peri-anal. Pode acontecer após relação sexual e após a evacuação. É muito importante lembrar que a endometriose em uma porcentagem pequena das mulheres pode não causar nenhum sintoma de dor. Mas isso não quer dizer que ela não possa ter a doença. Então é importante passar no seu ginecologista e falar sobre esses sintomas e fazer seus exames de rotina. O diagnóstico da endometriose  é realizado através do exame físico do médico, da história da paciente e de exames laboratoriais. Tem que ser exames bem específicos e realizados por radiologistas experientes em endometriose. Porque muitas vezes numa ressonância magnética ou um transvaginal normal. Essa endometriose não é detectada tem que haver um preparo especial para a realização desses exames e tem que ser avaliado com uma pessoa experiente em endometriose. Qual é o tratamento da endometriose? A endometriose pode ser tratada através de hormônios que impedem a evolução da doença ou por cirurgia mas muitas vezes essa cirurgia não é indicada ela é muito controversa depende muito do grau dessa endometriose. Essa endometriose profunda vai precisar realmente de uma cirurgia mas se é uma endometriose leve a medicação já mantém estável essa evolução da endometriose. Importante lembrar que não tem cura é uma doença evolutiva mas que tem um tratamento que mantém essa doença estável. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal de seu like, deixa seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais videos. 

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Abortamento recorrente

ter, 07/02/2019 - 14:17
Abortamento e infertilidade

Aborto recorrente

Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre abortamento recorrente.

-- transcrição --

Meu nome é dra Juliana Amato sou ginecologista obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre abortamento recorrente.  O que é o abortamento recorrente e a perda gestacional precoce no primeiro trimestre da gravidez que ocorre por mais de duas vezes. O abortamento é muito comum se acontecer uma em cada cinco gestações normais acabam em abortamento. Porém quando essas perdas começam a ficar frequentes é necessário investigação. E Porque essas abortamentos ocorrem: o abortamento é causa de uma seleção natural. Ou seja são alterações cromossômicas que ocorrem nesse feto e que a natureza por si própria dá um jeito de eliminar. A prevalência de abortamento recorrente é menos de 5% na população. E as causas principais desse abortamento como eu já falei são as alterações cromossômicas então aqui a gente pode citar as  monossomias, as   trissomias,  a síndrome de Down,  Síndrome de Turner, as anomalias incompatíveis com a vida. A gente pode citar também alterações uterinas ou alterações na formação do útero como presença de septos no útero presença de alguma malformação uterina incompatível com a evolução dessa gravidez. As alterações hormonais também ocorrem muito como causa de abortamento. Aqui a gente pode citar o hipotireoidismo o hipertireoidismo quando eles estão descompensados. Eles podem levar abortamento assim como um aumento de um hormônio produzido na lactação, que se produzido fora dela, fora do período de amamentação, também pode levar a abortamento. Por isso o importante nos casos de pacientes que já fazem um acompanhamento de hipo ou  hipertireoidismo antes de engravidar passar no seu médico e ver se essas alterações hormonais  estão compensadas com a medicação. Se é necessário aumentar ou diminuir a sua dose. 

Além disso uma causa muito frequente que a gente tem visto hoje em dia dos abortos recorrentes é a trombofilia. E o que é a trombofilia? A trombofilia é a pré disposição que o paciente tem que a pessoa tem a formar trombos NA VEIA. E essa trombofilia, causando essa trombose. Ela altera a circulação da gravidez para esse útero e causam as perdas gestacionais. Hoje em dia se fala muito em trombofilia. Existem exames de sangue que fazem o diagnóstico e pode ser realizado um tratamento durante a gravidez toda que previne essa formação desses trombos e a gravidez se completa naturalmente chegando até o nascimento do neném. Se você gostou do nosso vídeo deixe seu like que comente ative o sininho de notificação. Inscreva-se no nosso canal.

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Determinação do período fértil

seg, 06/17/2019 - 09:22
Determinação

Periodo fertil

Dra Juliana Amato explica como é feito a determinação do período fertil. Como fazer o seu calendário da fertilidade próprio e quais sintomas para determinar o período fertil, melhor época para engravidar. Em nosso site temos uma calculadora online. Veja: https://fertilidade.org/fertility

 

 

---transcrição---

 

05 - determinacao do periodo fertil Video #5.mp4

 [00:00:00] Olá meu nome Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a determinação do período fértil. Muitas pacientes escrevem perguntando como que determina o seu período fértil. Não é uma coisa muito simples de se fazer. Se você tem um ciclo menstrual com dias pré determinados, por exemplo, regulares de 28 dias. Assim é fácil, mas você sabe porque o seu período fértil vai estar no meio do seu ciclo entre o 10 e o 14 dia do ciclo. Então o ideal no seu período fértil você tem relação entre o 10-14 um dia sim um dia. Se você tem um ciclo mais curto de 20-25 dias aí começa a mudar um pouquinho porque o seu período fértil não vai ser mais naquele período do 10-14. 

 [00:00:56] Então o que é necessário fazer puxar essa contagem de dias um pouco mais para trás. Então pra quem tem um ciclo mais curto vai sem ferir o 8 e o 10 dia. Então vai manter relações sexuais nesse período. E para quem tem ciclos de 30 a 35 dias a gente tem que puxar esses dias mais para frente. Ou seja se seria normalmente no 10-14 em relação ao 15-18 um Dia sim e um dia nao . Algumas mulheres mas não a regra, apresentam alguns sinais em seu ponto que prediz em ovulação quais sinais são esses? Por exemplo uma dor no meio do ciclo para dor pélvica mais baixa parecendo uma pontada que as  vezes dura um dia um dia e meio. A gente chama de dor é a dor da ovulação

 [00:01:51] Muitas mulheres sentem, mas muitas não sentem. Para aquelas que sentem essa dor é um indício de ovulação. No período ovulatório existe um aumento do muco vaginal. Então a gente tem a percepção de que a vagina fica mais úmida e com uma secreção mais grudenta mais ___ parece uma gelatina. Isso é indício também do período fértil. Quando tiver essa sensação também manter relação. 

 [00:02:24] Que muito é dito na internet é que o aumento da temperatura também prediz a ovulação. Porém esse aumento da temperatura ele é difícil de ser mensurado. Para fazer essa medida a mulher tem que antes de levantar da cama de colocar o pé no chão colocar o termômetro e é uma alteração muito pequena de meio centígrado. Então se ela tiver alguma infecção se ela tiver gripada na época se tiver dormido com muito cobertor vai ser muito difícil a gente mensurar essa diferença de 0,5 centigrado então indico uma outra maneira de saber se está no período fértil e fazer os testes de LH que existem na farmácia. 

 [00:03:10] Eles são testes fidedignos e eles diminuem a ansiedade de saber em que período está ovulando. Esses sinais ajudam a gente. Esses sinais ajudam. A direcionar para saber qual a melhor época para ter relação e devemos usá los a nosso favor. 

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Como preservar a fertilidade?

ter, 06/04/2019 - 17:59
Fertilidade

Como preservar a fertilidade?

A Dra Juliana Amato explica como preservar sua fertilidade para ter filhos quando quiser. Dá dicas de ouro para sua saúde!

---transcrição---

Olá meu nome é Juliana Amato e hoje nós vamos conversar um pouco sobre medidas de como preservar a fertilidade. Eu sei que recebo muitas mensagens perguntando "Dra como que eu posso preservar a minha fertilidade". Não quero ser mãe agora mas, quero ser mãe daqui uns 10 anos... mais velha, mas eu quero fazer algumas coisas que preservem a minha fertilidade. O que é o ideal para você? O ideal é pensar que se até 35 anos  você engravidar você já está preservando sua fertilidade. Abaixo dessa idade. As mulheres têm uma chance maior de engravidar. Depois dos 35 anos essa chance decai porque a reserva ovariana abaixa e abaixa consideravelmente. Então engravidar antes dos 35 anos é uma medida de preservar a sua fertilidade. Pensar na sua alimentação. Alimentação é muito importante não só para fertilidade mas sim para sua vida toda. Para você ter uma qualidade de vida boa, uma fertilidade boa e ter uma longevidade. O que é comer bem? Evitar os industrializados evitar os enlatados evitar farinha para evitar o açucar.  dê preferência aos alimentos: as farinhas orgânicas, aos carboidratos complexos, as proteínas tanto animal quanto vegetal; não importa se você é vegetariano ou se você não é, mas comer o mais natural possível. Evitar o uso abusivo de bebidas alcoólicas. Quem não gosta de tomar um vinho de final de semana uma cerveja com os amigos. Mas que não se torne um hábito de todos os dias. 
Proibido não é, mas com moderação ao evitar a ingestão de muito café. Evitar o cigarro. O tabagismo sim: existem estudos mostrando que a nicotina diminui a motilidade dos espermatozoides além de diminuir a motilidade de cílios das tubas uterinas das mulheres. Evitar o máximo possível. A prática de exercícios diários é muito importante também. Além de você manter o seu corpo ativo.. A sua atividade cardiovascular você mantenha o seu bem estar e evita doenças. A prática de sexo seguro de se proteger durante as relações sexuais. Principalmente contra as doenças sexualmente transmissíveis porque a gente sabe muito bem que pode gerar uma infertilidade. Doenças infecções como a gonorreia têm voltado na atualidade e é comprovado a causa de infertilidade em mulheres. O ideal é sempre o uso da camisinha. Sempre manter seus exames em dia e a cada sintoma  diferente procurar o seu médico. Para a mulher a ginecologista e o homem urologista. Se você curtiu o nosso vídeo e se inscreva no canal. Deixe seu like. Deixe seu comentário aqui abaixo. Ae ative Sininho de notificação para receber novos videos.

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Video novo! não perca! "Diferença entre fertilização in vitro e inseminação intra uterina. FIV vs IIU." 
https://www.youtube.com/watch?v=DJn4YvcUnco
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Diferença entre fertilização in vitro e inseminação intra uterina. FIV vs IIU.

qui, 05/30/2019 - 10:40
Diferença entre tratamentos de fertilidade

FIV vs IUU

Dra Juliana Amato (CRM 106072) explica a diferença entre fertilização in vitro e inseminação intra uterina. FIV vs IIU. Alta vs baixa complexidade. O que é a fertilização in vitro (FIV)? Em quais situações o método é aplicável? A FIV pode ajudar a engravidar? A fertilização “in vitro”, também conhecida como bebê de proveta, é a união do espermatozóide com o óvulo no laboratório, formando o embrião que posteriormente será transferido para a cavidade uterina. Intrauterine Insemination (IUI), Inseminação Intra Uterina (IIU), Inseminação in vitro O procedimento consiste na introdução do esperma capacitado dentro da cavidade uterina da mulher quando ocorre a ovulação. É utilizada quando o volume ou a concentração dos espermatozóides não são suficientes ou quando a mobilidade dos gametas decresce. Esta técnica também pode ser usada quando o muco cervical apresenta problemas. Em geral, neste procedimento, recomenda-se também o estímulo da ovulação na mulher como forma de potencializar os resultados. A taxa de sucesso da inseminação artificial depende muito das causas de infertilidade diagnosticadas. É essencial a permeabilidade em pelo menos uma das trompas, assim como um número mínimo de espermatozoides, para que a técnica funcione.

---transcrição --- Olá meu nome é Juliana Amato. Sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos falar da diferença dos tratamentos entre fertilização in vitro e inseminação intrauterina. Eu recebo muitas mensagens perguntando; e existe muita dúvida sobre o que é um tratamento ou outro. Então vamos lá. A inseminação intrauterina é um tratamento de baixa complexidade em reprodução assistida. Ele consiste em indução da ovulação controle ultrassonografico para monitorar o crescimento dos folículos. Os folículos: existem dentro do nosso ovário e o crescimento deles. é que ocorre a nossa ovulação dentro de cada folículo existe um óvulo. Então ele vai estimular a ovulação. A partir do momento que a gente vê no ultrassom que está para ovular com o marido o parceiro ele vai a um laboratório a gente faz um preparo de sêmen. Um processado seminal com os espermatozoides mais capacitados e coloca, por meio de uma sonda, esses espermatozoides dentro da cavidade uterina da mulher quando ela estiver ovulando. É de baixa complexidade; não é necessário anestesia e é feito em consultório. A gente utiliza mais a inseminação artificial em pacientes abaixo de 35 anos. Que não tenham nenhum fator de risco ou nenhum problema de saúde que impeça a inseminação artificial como uma obstrução tubárea como algum problema masculino com baixa de espermatozoides. É um tratamento mais tranquilo mas que tem as suas indicações não é para ser feito em todos os casais. Já a fertilização in vitro: a fertilização in vitro é tida como um tratamento de alta complexidade. Onde a gente induz a ovulação da mulher por meio de medicações. Essa ovulação é monitorada através de ultrassom transvaginal. Esses folículos crescem e a intenção na fertilização in vitro é que mais de um folículo cresça e que vários folículos cresçam para a gente conseguir um número maior de óvulos para fazer o tratamento dessa paciente. A partir do momento que essa paciente está para ovular nós vamos ao Laboratório de Reprodução Assistida que é um espaço específico. É onde a gente manipula o material biológico. Essa paciente toma uma anestesia enorme de 20 a 30 minutos e por meio de ultrassom transvaginal guiado; por uma agulha a gente aspira esses óvulos. Nesse mesmo momento o parceiro colhe o espermatozoide. A bióloga seleciona os melhores e faz fertilização in vitro em laboratório. O famoso bebê de proveta. Esse processo ele dura mais ou menos 15 a 20 dias. O processo todo entre a estimulação da ovulação e a fertilização in vitro. Ele é usado para Casais acima de 35 anos que tenham algum problema de saúde que cause infertilidade como uma obstrução tubárea; como uma azoospermia no homem ou quando tem um fator associado entre o homem e a mulher ou simplesmente quando já está há muito tempo tentando e não conseguindo engravidar. Essas são basicamente as diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal. Deixe seu like, comente abaixo e ative o sininho de notificação para receber mais vídeos.

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Idade e Fertilidade Feminina

ter, 05/21/2019 - 20:12
Idade e fertilidade

Idade máxima para ter bebê

Nem todas as mulheres estão cientes do quanto sua fertilidade declina com a idade. Devido aos casos de celebridades dando à luz na faixa dos 40 anos, as mulheres são, às vezes, erroneamente levadas a acreditar que a concepção nesta idade é bastante possível. O que muito frequentemente não é revelado é que estas celebridades usaram um óvulo ou embrião doados.

As mulheres nascem com todos os óvulos que elas irão ter por toda vida. Dos 1.000.000 de óvulos que uma recém-nascida tem ao nascimento, apenas 300.000 restam no momento que ela alcança a puberdade. Deste número, apenas em torno de 300 óvulos serão ovulados durante os anos reprodutivos da mulher... na taxa de um óvulo por mês.
Geralmente, as mulheres são mais férteis na casa dos 20 anos, então a fertilidade começa a declinar à medida que ela vai atingindo o final de seus 20 anos. É importante saber que após os 35 anos de idade, as chances de uma mulher ter um bebê naturalmente declinam em média em 50%. Após os 40 anos, as chances diminuem em torno dos 90%.
Assim que a menopausa se aproxima, as capacidades reprodutivas da mulher vão diminuindo e se tornam menos efetivas em produzir óvulos maduros e saudáveis. À medida que a mulher envelhece e chega próximo à menopausa, seus ovários já não respondem bem aos hormônios que são responsáveis por ajudar na ovulação.
 

Com o passar do tempo, os riscos para o bebê e para a mãe também aumentam.

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Relação entre idade e fertilidade. Gerando bebês na hora certa.

ter, 05/21/2019 - 20:11
Idade e fertilidade

idade da mulher

Conforme a mulher ultrapassa os 30 anos, e especialmente os 35 anos, a fertilidade diminui de forma importante. Existem também riscos relacionados à gestação, como aborto espontâneo, complicações da gravidez e doenças como a síndrome de Down aumentam de forma significativa. Nesse vídeo Dra. Juliana Amato (CRM 106072 RTE 082356) explica em detalhes, como a idade afeta negativamente a fertilidade da mulher.

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