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Clínica de Fertilidade e Reprodução Humana
Atualizado: 2 horas 15 minutos atrás

Qual a diferença entre ovulação e período fértil

seg, 08/30/2021 - 10:59

Ovulação e período fértil são conceitos e situações que se relacionam. Ambos acontecem ao mesmo tempo e são necessários para que ocorra uma gestação. Porém, não são sinônimos. Até as mulheres que estudam bastante os seus corpos e funções têm dúvidas a esse respeito. Por isso, vamos acabar de vez com essa confusão. Saiba mais a seguir!

Processo de fecundação: como acontece

Antes de destacar a diferença entre ovulação e período fértil, vejamos como acontece a gestação dentro do útero da mulher. Para que haja fecundação é necessário que ocorra o encontro do óvulo, liberado pela mulher, com o espermatozoide, liberado pelo homem.

Quando o gameta masculino encontra o gameta feminino, um embrião é formado. A partir daí, o corpo da mulher começa a se adaptar à gestação daquele bebê que está por vir. O atraso da menstruação, por exemplo, é o primeiro sinal.

O que é ovulação

A ovulação é o desprendimento do óvulo do folículo ovariano. Acontece assim: todos os meses, o corpo da mulher se prepara para uma gestação. O ovário é o responsável pela liberação dessa célula reprodutiva da mulher, por meio do folículo, cavidade que envolve o óvulo. 

Quando está maduro o suficiente, esse óvulo é solto e capturado pelas trompas uterinas. Caso a mulher mantenha relações sexuais sem preservativo nesse período, ela poderá engravidar visto que o espermatozoide poderá encontrar e fecundar o óvulo.

Quando há esse encontro, o óvulo fecundado desce até o útero, se instala em sua parede interna e começa, então, uma gravidez.

A ovulação acontece apenas uma vez por mês, sendo possível que a mulher libere um ou mais óvulos. É quando ocorre a gravidez de gêmeos, por exemplo.

Outro fato importante sobre a ovulação é que a quantidade de óvulos da mulher vai diminuindo com o passar do tempo, por causa da liberação mensal. É por esse motivo que uma mulher, a partir dos 35 anos, tem mais dificuldade de engravidar.

Já o homem não tem esse problema em relação aos seus gametas masculinos. Desde que esteja saudável, ele continua liberando espermatozoides em quantidade e condições adequadas para uma gravidez.

Como a mulher pode saber se está ovulando

Conhecer o ciclo menstrual é um ponto importante para ter essa informação. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina no primeiro dia da menstruação seguinte. Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular, a ovulação acontece por volta da metade desse período. 

Anotar em um caderninho ou calendário todas as fases da menstruação é uma maneira de conhecer mais sobre o corpo e todas as suas alterações durante essa fase. São sinais que também apontam para uma ovulação:

  • Aumento da libido;
  • Aumento do apetite;
  • Cólica leve;
  • Secreção vaginal mais espessa e pegajosa;
  • Aumento da temperatura corporal;
  • Irritação e inquietação;
  • Pele mais oleosa, com surgimento de espinhas.
O que é período fértil

Vamos agora para o período fértil. No começo desse artigo, dissemos que o período fértil e a ovulação se relacionam. Como isso acontece? Bom, é durante o período fértil, e somente nesse período, que a ovulação acontece. Ou seja, o óvulo é liberado pelo ovário.

Então, a ovulação é uma ação que acontece dentro do período fértil da mulher. É por isso que definimos essa fase como o momento propício para que ocorra uma gestação. Justamente porque o óvulo foi liberado e pode encontrar o espermatozoide, gerando um embrião.

O período fértil acontece, geralmente, por volta da metade do ciclo menstrual da mulher, com acréscimo de dois ou três dias antes e depois dessa data. Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular, fica mais fácil obter essa informação.

Mas, se a mulher só ovula uma vez e libera, quase sempre, um óvulo apenas, quer dizer que esse óvulo permanece ativo durante todo o período fértil? Não. Na verdade, o óvulo tem uma vida útil de apenas 24 horas. 

Entretanto, não é possível saber com certeza o dia exato da sua liberação. O óvulo pode ser solto pelo ovário em qualquer dia do período fértil, estando disponível para a fecundação. Caso esse encontro não aconteça, ele é expelido junto com o sangue menstrual.

Por isso, o casal que está tentando engravidar deve manter relações sexuais sem preservativo dentro do período fértil. Contudo, não é necessário se relacionar todos os dias. Fazer sexo em dias alternados é o mais indicado, pois há mais qualidade no material liberado pelo homem.

 

É possível engravidar fora do período fértil?

Não é possível. Como vimos, para que haja uma gravidez é preciso que o espermatozoide fecunde o óvulo. Como o óvulo só é liberado no período fértil, não há chance desse encontro acontecer. 

Então, se a mulher quiser engravidar, ela precisa manter relações sexuais obrigatoriamente dentro do seu período fértil. 

Contudo, vale um alerta. Muitas mulheres possuem um ciclo menstrual irregular, não sabem quando estão férteis e se preparam de forma errada para engravidar ou evitar uma gravidez. No final, acabam se surpreendendo com uma gestação porque tiveram relação sexual sem proteção em um momento em que estava fértil sem saber.

O que também pode influenciar nessa questão é o tempo de vida de um espermatozoide. Enquanto um óvulo tem uma sobrevida de 24 horas apenas, um espermatozoide pode permanecer vivo dentro do útero da mulher por até 5 dias.

Portanto, a mulher pode engravidar devido à uma relação sexual que ela manteve sem preservativos cinco dias atrás. Vejamos um exemplo:

Supondo que uma mulher tenha um ciclo regular, controle direitinho seus dias férteis e decida manter relações com seu parceiro cinco dias antes de começar o seu período fértil. Caso o seu óvulo seja liberado no primeiro dia desse período, há ainda a chance do espermatozoide, em seu 5° dia de vida útil, encontrar o óvulo e provocar a fecundação. 

É por esta razão que muitas mulheres acreditam que engravidaram fora do período fértil. Na verdade, a relação sexual aconteceu fora dessa fase, mas o encontro dos gametas ocorreu no momento correto e esperado pelo organismo.

Agora você já sabe a diferença entre ovulação e período fértil e não fará mais confusão com esses dois termos. Saber como funciona o corpo da mulher, especialmente durante essa fase tão importante, é fundamental para evitar ou para aumentar as chances de uma gravidez. Para saber mais, consulte o seu ginecologista.

 

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Qual o melhor teste de gravidez de farmácia

sex, 08/27/2021 - 13:28

Qual mulher nunca recorreu a um teste de gravidez de farmácia logo depois que a menstruação atrasou? Difícil encontrar alguém que ainda não tenha experimentado esse produto. Além de rápido, acessível e fácil de usar, o teste de farmácia é uma estratégia interessante para que a mulher descubra se está grávida ou não, desde que usado corretamente. Mas, como escolher o melhor teste de gravidez diante de tantas opções disponíveis? É sobre isso que falaremos a seguir.

Como funciona o teste de gravidez?

Antes de tudo, você sabe como funciona o teste de gravidez e de que forma ele detecta se uma mulher está grávida ou não? É muito simples. Quando o corpo da mulher se prepara para gestar um bebê, o organismo produz um hormônio específico: o HCG.

Esse hormônio é facilmente perceptível através da urina. É por isso que os testes de farmácia precisam do contato com a urina da mulher para identificar a presença do HCG. Se isso acontecer, um bebê está a caminho.

Lembrando que o teste de farmácia pode apresentar falhas, dando um resultado equivocado, como o falso negativo, por exemplo. Dificilmente o exame vai dar falso positivo porque, como dissemos, ele se baseia na presença de um hormônio que só aparece durante a gravidez.

O falso negativo é mais comum porque a mulher pode ter feito o teste muito antes da liberação desse hormônio, que só é liberado alguns dias depois da instalação do embrião na parede do útero.

O HCG também é detectado através do exame de sangue chamado de BHCG, sempre indicado por ginecologistas em caso de suspeita de gravidez. O exame feito após a coleta de sangue em laboratório oferece resultados mais rápidos, precisos e assertivos do que o teste de farmácia.

Quando fazer o teste de gravidez de farmácia?

Sim, existe o momento certo para realizar o teste de gravidez. O recomendado é esperar a menstruação atrasar, pois, caso a gestação tenha se concretizado, o HCG já terá sido liberado. O resultado pode ser distorcido se o exame for feito antes desse período.

Também é importante saber que o hormônio é liberado pelo organismo cerca de uma semana depois da fecundação do óvulo pelo espermatozoide. No entanto, apenas alguns testes mais sensíveis podem detectá-lo, sendo mais confiável investir em um exame de sangue.

Afinal, qual teste de gravidez é o melhor?

Apesar da grande variação de opções no mercado, não há um único teste que seja considerado o melhor dentre todos os outros tipos existentes. Todos os testes de gravidez possuem a mesma funcionalidade, objetivo e usam a mesma técnica de detecção do HCG.

Ou seja, todos dependem da coleta da urina para identificar o hormônio da gravidez e fazem isso usando o mesmo método: molhando o bastão no xixi e liberando o resultado.

No entanto, existem alguns pontos que podem ser mais ou menos importantes para a mulher, dependendo da sua necessidade. 

A sensibilidade, por exemplo, é um desses pontos. Alguns testes de farmácias têm uma sensibilidade maior e podem detectar a gravidez antes mesmo do atraso da menstruação, quando a quantidade de HCG é bem pequena.

Outros testes são mais modernos, emitindo sinal sonoro ou apresentando o nome “grávida” no lugar das tradicionais e comuns listras no visor.

Mas, no geral, todos eles são bons e possuem precisão de até 99%. Sem dúvidas, é uma excelente porcentagem de acertos.

O que levar em conta na hora de comprar e usar um teste de gravidez

A eficácia dos testes disponíveis nas farmácias depende das condições apresentadas pelo produto e também da forma com que eles são utilizados. São fatores que podem influenciar no resultado e aos quais a mulher deve ficar atenta. Ao comprar o seu teste, verifique:

  • Prazo de validade;
  • Certificação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • Condições físicas da embalagem. O produto deve estar intacto;
  • Resposta do produto. Todos os testes devem apresentar um resultado, seja ele positivo ou negativo. Quando não mostra absolutamente nada é porque houve algum erro;

Além disso, é importante seguir algumas orientações quanto ao manuseio e realização do teste. Por exemplo:

Faça o teste no dia certo

Como vimos, logo depois da menstruação já é possível detectar o HCG. Mesmo assim, a concentração do hormônio pode variar de acordo com cada mulher. Se o resultado for negativo e a sua menstruação ainda não veio, refaça o teste.

Use a primeira urina do dia

Realize o teste quando fizer o primeiro xixi logo de manhã. Os níveis de HCG estão mais concentrados nesse momento e há mais chances de obter um resultado realmente preciso.

Siga as instruções do produto

Apesar de serem parecidos na forma de execução, é importante observar as orientações de cada teste e segui-las minuciosamente, principalmente no que diz respeito ao tempo de espera do resultado. 

Será que estou grávida?

O teste de gravidez de farmácia é muito interessante para detectar a gravidez em estágio precoce, logo que a menstruação atrasar. Mas, ele não é o único. Existem alguns sinais que o corpo da mulher apresenta quando a fecundação acontece. São eles:

  • Mamas maiores e mais doloridas;
  • Cólicas abdominais leves;
  • Sonolência ao longo do dia;
  • Cansaço sem motivo aparente;
  • Aumento da libido;
  • Aumento do apetite;
  • Idas frequentes ao banheiro para urinar;
  • Alterações na secreção vaginal;
  • Enjoos, vômitos e náuseas;
  • Queda da pressão arterial.

Vale lembrar que o exame de sangue é ainda mais eficiente do que o teste de farmácia no diagnóstico precoce da gravidez, podendo ser realizado, inclusive, antes da menstruação atrasar. 

Caso a mulher tenha mantido relações sexuais sem preservativo durante o período fértil e desconfie de uma gravidez, o exame de sangue é o mais indicado para acabar com a ansiedade e descobrir de uma vez por todas se está ou não no início de uma gestação.

O teste de gravidez de farmácia é um produto fácil de encontrar. Está disponível em qualquer farmácia e com preços muito acessíveis. Pode ser feito em casa, sem interferência ou indicação médica. Todas as vantagens fazem com que ele seja um produto muito consumido. Mas, não precisa se preocupar em escolher o melhor teste. Qualquer tipo adquirido vai atender às suas necessidades e expectativas. 

 

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Como funciona o teste de gravidez de farmácia

qua, 08/25/2021 - 11:49

O teste de gravidez de farmácia é uma maneira prática e acessível de identificar uma possível gravidez. Quando a menstruação atrasa, muitas mulheres recorrem ao teste de farmácia em busca de uma resposta que possa aliviar a ansiedade e aplacar a dúvida em relação à gestação, seja ela desejada ou não. Mas, você sabe como funciona esse tipo de teste? Como ele detecta se a mulher está grávida ou não? Saiba mais a seguir.

Teste de gravidez de farmácia: como funciona e quais são os tipos?

O teste de farmácia tem o objetivo de identificar se a mulher está iniciando uma gestação ou não. Mas, como ele chega nesse resultado? 

O teste leva em consideração a presença do hormônio gonadotrofina coriônica humana, o HCG. O hormônio é liberado apenas por mulheres grávidas, cerca de 5 ou 7 dias após a fecundação do óvulo, e pode ser detectado por meio da avaliação da urina ou do sangue, mediante um exame laboratorial.

É por isso que se o teste identificar o HCG na urina, ele vai dar um resultado positivo para uma gravidez. E, se não encontrar, vai dar o resultado negativo. 

Em relação aos tipos de testes, existem várias opções no mercado. Os mais comuns usam uma espécie de palheta ou bastão que devem entrar em contato com a urina.

Na hora de mostrar o resultado de cada teste, as listras são as mais populares. Geralmente, duas listras sugerem um resultado positivo, enquanto uma listra sugere um resultado negativo.

Contudo, também temos aqueles testes que já apresentam o nome “positivo” ou “negativo”, um sinal de “+” ou de “-” e, os mais sofisticados, emitem uma espécie de alarme em caso positivo.

Alguns testes também são mais sensíveis e podem identificar a presença do HCG ainda quando ele está em uma quantidade mínima no organismo feminino. Mas, no geral, todos cumprem bem o seu papel.

Teste de farmácia é confiável?

Desde que todo o processo seja feito corretamente, o teste de farmácia é confiável, sim. Em 99% dos casos, o resultado é preciso. Esta é uma ótima porcentagem, principalmente se levarmos em conta o valor custo-benefício do produto e sua simplicidade de execução.

Entretanto, existem inúmeras variáveis que podem interferir no desfecho final. Afinal, quais são os riscos de sair um resultado errado? Existem algumas situações que podem sim comprometer a eficácia do teste de gravidez. Veja só:

Fazer o teste no dia errado

O teste de gravidez deve ser feito depois que a mulher perceber que a sua menstruação está atrasada. Lembre que o hormônio só é liberado quando há a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Ou seja, cerca de 5 dias após a fecundação do óvulo.

Ao fazer o exame antes disso, é possível que o resultado seja negativo, a mulher acredite que não esteja grávida e seja surpreendida depois. Caso o resultado seja negativo e a menstruação não desça, o recomendado é refazer o teste cerca de 3 ou 5 dias depois.

Ainda sobre o melhor momento para realizar o teste, a dica é utilizar a primeira urina que é liberada pela manhã, logo ao acordar. É quando o HCG está mais concentrado, facilitando a identificação através do teste.

Ter um ciclo irregular

Mulheres com ciclos irregulares não conseguem precisar o dia em que a menstruação tem que descer e nem o período ovulatório. Por isso, podem fazer o teste em dias errados e obter um resultado equivocado.

Ciclos regulares são aqueles com a quantidade habitual de dias entre uma menstruação e outra. Quando a mulher tem um ciclo regular de 28 dias, por exemplo, ela está ovulando por volta da metade do ciclo e pode fazer o teste logo alguns dias depois desse período.

Como vimos, o hormônio HCG é liberado alguns dias depois que o óvulo foi fecundado, quando o embrião já se instalou na parede interna do útero.

Quando a mulher tem um ciclo irregular, a dica é esperar mais alguns dias depois da possível ovulação e só depois fazer o teste. E, claro, não descartar o exame de sangue para confirmar ou não as suas suspeitas.

Não executar o teste corretamente

É bem simples usar o teste de farmácia, mas pode sim acontecer algum engano na sua manipulação. O correto é seguir todas as orientações que constam na embalagem, principalmente em relação ao tempo da permanência da palheta em contato com o xixi.

Confira um passo a passo simples:

  1. Faça xixi em um recipiente limpo, de preferência pela manhã cedo;
  2. Insira a ponta do teste na urina e aguarde o tempo indicado na embalagem;
  3. Retire e pouse o teste em uma superfície plana;
  4. Aguarde o tempo informado e confira o resultado.

Nem todos os testes são iguais. Portanto, observe com cuidado todas as recomendações de cada produto.

Dicas na hora de usar o teste de gravidez

Além de seguir todas as orientações listadas anteriormente para um resultado eficaz do teste de gravidez, fique atento aos seguintes pontos:

  • Data de validade do teste;
  • Autorização pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • Situação da embalagem (não pode estar violada);
  • Algum resultado deve aparecer, negativo ou positivo. Do contrário, o produto deve estar com defeito.
O teste de gravidez de farmácia substitui o exame de sangue?

Não. Apesar da eficácia do teste de farmácia, ele não deve ser o único mecanismo utilizado para atestar ou não uma gravidez. Como pudemos perceber, os testes vendidos em farmácia são produtos que podem sim falhar por inúmeras questões. 

Portanto, o exame de sangue é essencial para confirmar ou descartar a gravidez sendo ainda mais eficaz e rápido na detecção do HCG. Por causa desta característica, o exame de sangue pode ser feito até mesmo antes de a menstruação atrasar.

Assim, se a mulher manteve relações sexuais de forma desprotegida durante o seu período fértil, desconfia que está grávida e quer tirar de vez essa dúvida, ela deve recorrer ao exame de sangue, cujo resultado é imediato e muito mais seguro.

Agora você já sabe como funciona o teste de gravidez de farmácia e sabe também que pode contar com ele para verificar se está grávida ou não. Para resultados precisos e corretos, siga todas as instruções com cuidado, observe o seu ciclo menstrual e faça o exame no dia certo. Lembrando que o teste de farmácia é um grande aliado da mulher nessa fase de descoberta, mas não substitui um exame de sangue e nem uma consulta prévia com um ginecologista.

 

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Quantos dias após a menstruação é o período fértil

sab, 08/21/2021 - 08:38

Para engravidar ou evitar uma gravidez indesejada, a mulher deve ficar atenta ao seu período fértil. É durante essa fase que acontece a fecundação, com o encontro entre o gameta masculino (espermatozoide) e o gameta feminino (óvulo). O período fértil está diretamente ligado à menstruação e, assim como o fluxo menstrual, acontece todos os meses. Veremos agora quanto tempo depois da menstruação o corpo permanece apto para gerar um bebê.

Período fértil, ciclo menstrual e menstruação: o que tem a ver?

O ciclo menstrual é o intervalo entre uma menstruação e outra e começa a ser contado a partir do primeiro dia da menstruação daquele mês até o primeiro dia da menstruação seguinte.

Algumas mulheres têm ciclos regulares, com dias certos entre as menstruações. Outras não apresentam esse intervalo de forma rigorosa. Possuem ciclos irregulares, com intervalos que variam bastante sem seguir uma média.

Até aqui, você viu que o ciclo menstrual e a menstruação estão interligados. E o que tem a ver o período fértil com esses dois termos? Tem tudo a ver. O período fértil acontece, quase sempre, na metade do ciclo menstrual. Se a mulher tem um ciclo de 28 dias, o período fértil acontece por volta do 14º dia do ciclo. 

Mulheres que não têm certeza sobre o seu ciclo devem anotar em um calendário o primeiro dia da menstruação e o primeiro dia da próxima menstruação, durante uns 6 meses. Assim, ela terá mais certeza sobre a regularidade do seu ciclo.

Então, o ciclo menstrual é o tempo entre uma menstruação e outra. Enquanto o período fértil é quando a menstruação já foi embora e o corpo está pronto para liberar o óvulo e, caso esse óvulo seja fecundado, gestar um lindo bebê.

Quantos dias após a menstruação é o período fértil

Se o período fértil acontece depois da menstruação, quantos dias após o fluxo menstrual ele começa? Para visualizar melhor essa pequena conta, sugiro usar um calendário e anotar o primeiro dia da sua penúltima menstruação e o dia seguinte da sua última menstruação, ou da próxima, caso você saiba certinho quando ela deverá chegar.

Vamos lá. Normalmente, o período fértil da mulher acontece por volta da metade do ciclo menstrual, como já vimos no tópico anterior. Então, basta contar entre 10 e 14 dias após o primeiro dia da menstruação e você terá um momento propício para engravidar.

É uma conta simples, mas que pode confundir um pouco, principalmente quando a mulher não tem um fluxo menstrual bem definido ou quando o seu ciclo é bagunçado, o que é bem comum. Mesmo assim, é importante usar esse número de dias para ter um parâmetro pelo qual se basear.

 

É possível engravidar durante a menstruação?

Não é possível e para entender isso vamos definir a menstruação. O sangue menstrual que a mulher libera todos os meses acontece justamente porque não houve gravidez. 

O período fértil não é apenas a liberação do óvulo. É também a preparação completa do útero para acomodar e gerar uma criança. 

O corpo da mulher se programa para este evento. Quando isso não acontece, o endométrio (camada que reveste a parede interna do útero) se desprende e é liberada junto com outros tecidos uterinos, originando a menstruação.

Qual a probabilidade de engravidar após o período fértil?

Essa também é uma dúvida muito comum entre as mulheres. Na verdade, a mulher só engravida durante o período fértil porque é quando há a liberação do óvulo. Agora, o que pode acontecer é o ato sexual antes do período fértil, resultando em uma gravidez, às vezes, indesejada.

Explico: o espermatozoide tem uma sobrevida de até 4 dias dentro do útero da mulher. Caso ela mantenha relações sexuais alguns dias antes de entrar no período fértil, é possível que o seu óvulo encontre aquele espermatozoide circulando por ali e gere uma gravidez.

Engravidar depois do período fértil também pode acontecer desta forma. Supondo que você tenha certeza de que está no seu último dia fértil e, então, no dia seguinte mantém relações sexuais sem preservativo.

Caso o seu óvulo tenha sido liberado justamente no último dia fértil, ele permanecerá vivo por cerca de 24 horas e poderá encontrar o espermatozoide, liberado após o ato sexual sem camisinha. 

Também pode ser que a mulher não saiba que está dentro do período fértil e acabe engravidando. É muito comum quando ela tem um ciclo irregular ou quando se engana na hora de fazer o cálculo dos seus dias férteis.

É importante lembrar que o nosso organismo não funciona como um relógio, com exatidão de acontecimentos. Inúmeras variações e alterações podem acontecer até mesmo com mulheres que possuem ciclos regulares.

Como eu sei que estou no período fértil?

Para identificar melhor os dias em que está no período fértil ou não, temos algumas dicas que, juntas, aumentam a eficácia dessa informação. O que você deve observar:

  • A vagina libera um muco mais grosso e gelatinoso, sem cor e sem cheiro. Esse muco deixa o ato sexual mais agradável;
  • O seu apetite sexual aumenta;
  • A vontade de comer doces e frituras também fica mais forte;
  • Você sente seu corpo mais quente do que nos outros dias;
  • Você fica mais irritada, aborrecida sem motivo;
  • É possível que você sinta alguma pontada na região do ventre, como uma pequena cólica passageira;
  • Seu rosto fica mais oleoso, fazendo com que cravos e espinhas surjam com facilidade.

Algumas mulheres associam estes sintomas a uma possível tensão pré-menstrual (TPM) antecipada. Mas, na verdade, é o corpo que está se preparando para liberar o óvulo, receber o espermatozoide, realizar o encontro entre eles e iniciar uma gravidez.

Lembra que dissemos que o organismo da mulher se prepara para este evento? Todos esses sinais são resultado das funções biológicas do corpo, do gasto de energia e da ação dos hormônios, todos envolvidos nesse processo que acontece todos os meses.

E, quando não acontece, a menstruação desce, como também já explicamos anteriormente. 

É muito importante saber todas essas informações sobre o seu corpo. Apesar de serem conceitos básicos, ainda são muito envoltos em dúvidas, preconceito e desinformação, principalmente por causa da resistência da sociedade em falar sobre o assunto. 

Caso ainda tenha alguma dúvida sobre esta ou outra questão envolvendo a sua intimidade ou fertilidade, não deixe de consultar o seu ginecologista.

 

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Como saber quando está no período fértil?

ter, 08/17/2021 - 13:56

Chamamos de período fértil aqueles dias em que a mulher está apta a engravidar. Nesse período, a mulher está ovulando e, caso mantenha relação sexual sem preservativo, ela pode engravidar. Lembrando que é apenas no período fértil que uma gestação pode acontecer. Mas, como a mulher pode saber se está ou não no período fértil? Existem algumas características biológicas que o corpo apresenta durante essa fase e que servem de alerta para a mulher. Veja a seguir com mais detalhes!

O que acontece no período fértil

Você já sabe o que é o período fértil, mas e o que acontece nesse momento? Você sabe? Quando está no período fértil, o corpo da mulher se prepara para gerar um bebê. 

Para isso, o ovário libera um único óvulo que deverá ser fecundado por um espermatozoide, caso ela mantenha relações sexuais sem proteção. Esse óvulo tem uma vida útil de cerca de 24 horas. Depois desse tempo, ele é eliminado junto com a menstruação.

O período fértil acontece sempre uma vez por mês, geralmente na metade do ciclo menstrual.

Como saber quando a mulher está no período fértil

Identificar o período fértil nem sempre é uma tarefa simples. Principalmente porque nem todas as mulheres têm domínio sobre os seus corpos. Mas, as dicas a seguir podem ajudar.

Observe o seu ciclo menstrual

O ciclo menstrual é o intervalo entre uma menstruação e outra. Ele começa no primeiro dia da menstruação e termina no primeiro dia da menstruação seguinte. Algumas mulheres possuem ciclos regulares, que duram 25, 28 dias ou 30 dias, por exemplo.

Nesses casos, é mais fácil identificar o período fértil, pois ele acontece na metade desse ciclo. Ou seja, a mulher que tem um ciclo regular de 28 dias, está fértil por volta do dia 14, sendo necessário acrescentar três dias antes e três dias depois.

Caso esteja tentando engravidar, é nesse momento que ela deve manter relações sexuais sem contraceptivo, de prefência, alternando o ato sexual para dia sim, dia não. 

E quando a mulher tem ciclo irregular? Nesse caso, saber se está no período fértil é mais difícil. A orientação é avaliar os ciclos dos últimos seis meses, descobrir a média de todos eles e usá-la como parâmetro para identificar a fase ovulatória.

Use a tabelinha

A tabelinha é um método contraceptivo não invasivo muito utilizado pelas mulheres para definir o ciclo menstrual e identificar o período fértil. O primeiro passo é anotar o primeiro e o último dia da menstruação. Depois, encontrar a metade desse período, marcando os três anteriores e posteriores. Veja como calcular a tabelinha.

Caso queira engravidar, esse é o momento de se relacionar sexualmente. Caso queira evitar a gravidez,  a mulher deve evitar o ato sexual sem preservativo nesse período. 

Usar a tabelinha para evitar a gravidez não é muito seguro, por causa das variações comuns da ovulação. O ideal é utilizar esse método atrelado a outro tipo de controle de fertilidade.

Calculadora de período fértil

A calculadora de período fértil é uma espécie de tabelinha moderna. A mulher insere os dados do seu ciclo menstrual e, como resposta, recebe aqueles dias que serão o seu período de ovulação.

Observe o seu corpo

Como dissemos, o corpo dá sinais de que está se preparando para gerar um bebê. É possivel reconhecer as fases do seu ciclo. Veja a seguir como analisar as reações do seu corpo nessa fase:

Muco cervical

Quando está no período fértil, a mulher libera uma secreção mais pegajosa, gelatinosa, esbranquiçada ou um pouco amarelada. Esse muco é produzido pela vagina para favorecer a caminhada do espermatozoide até o útero, além de tornar a relação sexual mais agradável.

Apetite

A mulher sente mais fome quando está no período fértil. O motivo é o grande gasto energético do organismo para deixar o corpo pronto para gestar um bebê.

Desejo sexual

A libido também aumenta nesse período devido às inúmeras alterações hormonais que acontecem no corpo da mulher. Então, sabe aquele dia em que você está com um desejo sexual além do normal? É uma demonstração que a sua fertilidade está em alta.

Aparecimento de espinhas

As espinhas aparecem porque a pele da mulher fica mais oleosa do que o normal durante a fase ovulatória.

Temperatura

Algumas mulheres relatam uma mudança sutil na temperatura, sempre para mais. Apesar de não ser uma característica fácil de perceber, quando a mulher já vem monitorando esse sintoma, é possível saber, com a ajuda de um termômetro, que o corpo está um pouco mais quente.

Dor pélvica

Também chamada de dor da ovulação, a dor pélvica acontece como uma pontada, no meio do ciclo menstrual e dura alguns segundos. É como se fosse uma pequena cólica, passageira, indicando a liberação do óvulo.

Instabilidade emocional

Ansiedade, irritação, choro fácil são algumas alterações emocionais provocadas pela movimentação hormonal que acontece no corpo da mulher. Também é um bom sinal para analisar por volta da metade do seu ciclo.

Todos esses sinais do corpo devem ser observados, principalmente se a mulher não tem o ciclo regular e precisa de outros sintomas para saber quando está no período fértil.

Em um primeiro momento, é natural que a mulher não consiga identificar com clareza todos eles. Contudo, avaliando um ou dois ciclos, já é possível notar as alterações no seu corpo.

É possível engravidar fora do seu período fértil?

Apesar de algumas mulheres relatarem que já engravidaram fora do período fértil, essa não é uma verdade, de fato. Como vimos, o período fértil se caracteriza pela disponibilidade do óvulo para ser fecundado pelo espermatozoide.

Sem óvulo, não há fecundação. E se o óvulo só é liberado no período fértil, e uma vez ao mês, não é difícil fazer a relação entre o gameta masculino e o gameta feminino durante essa fase.

O que pode acontecer é o seguinte. O espermatozoide tem uma vida útil de até 72 horas, ou mais. Isso quer dizer que ele permanece vivo dentro do útero da mulher por 3 ou 4 dias. 

Supondo que o período fértil da mulher aconteça por volta do dia 10. Sabendo disso, ela mantém relações sexuais até o dia 7, por exemplo. Lá para o dia 11 ou 12 o espermatozoide ainda está vivo, podendo encontrar e fecundar o óvulo que será liberado a qualquer momento. E é isso que acontece, em muitos casos. Sabe a frequencia ideal de relação para conseguir engravidar?

Com todas essas dicas, ficou muito mais fácil para você, mulher, saber quando está no período fértil. Assim, você pode ou aumentar o número de relações sexuais sem contraceptivo, se quiser engravidar, ou evitar o contato íntimo, caso uma gravidez não esteja nos seus planos.

Não se esqueça de consultar um ginecologista para uma avaliação completa sobre seu corpo e sua fertilidade.

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Quando a inseminação pode ser necessária?

seg, 08/16/2021 - 07:45

Após algumas tentativas de engravidar, sem sucesso, o casal começa a pensar na possibilidade de aderir a um tratamento de inseminação artificial. É natural que a ansiedade e o desejo de engravidar rápido despertem o desejo de logo partir para uma intervenção médica. Sabemos que a inseminação artificial é um método com ótimos resultados no alcance da gravidez. Mas, quando, de fato, a inseminação pode ser necessária? Será que ela deve ser escolhida para todo e qualquer caso?

 

O que é infertilidade?

Antes de falarmos sobre a inseminação artificial, é fundamental trazer o conceito correto de infertilidade. Dizemos que um casal está com problemas de fertilidade quando ele tenta engravidar após várias tentativas e depois de um determinado período de tempo.

Casais jovens podem engravidar de forma natural em até um ano de tentativas. Casais em que a mulher tenha mais de 35 anos têm um prazo menor, cerca de seis meses. E quando a mulher tem 40 ou mais, há a necessidade de investir em um tratamento de fertilidade, pois a produção de óvulos é quase inexistente.

Lembrando que a infertilidade masculina é tão comum quanto a feminina. Cerca de 40% de todos os casos de infertilidade são causados por questões masculinas, outros 40% por problemas femininos e os 20% restantes não têm causa definida.

O que é inseminação artificial?

A inseminação artificial é um tipo de tratamento de infertilidade, com baixa complexidade, indicado quando a gravidez não acontece naturalmente. Consiste na introdução de espermatozoides no útero da mulher, para que ocorra a fecundação.

Antes, a mulher passa por uma estimulação ovariana para que o óvulo seja liberado no tempo determinado pelo médico. Enquanto isso, o homem tem o seu sêmen recolhido, do qual são extraídos os melhores espermatozoides.

Além de tratar problemas de infertilidade, a inseminação artificial é uma opção para garantir uma gravidez tardia e também para que uma mulher possa gerar um filho sem a interação física com um homem.

 

Quando a inseminação pode ser necessária?

Em primeiro lugar, quem pode indicar o melhor método de reprodução assistida é o médico ginecologista. Ele faz a indicação de acordo com o problema apresentado pelo homem ou pela mulher e após a avaliação completa dos dois pacientes. Em todo caso, existem algumas situações para as quais a inseminação é mais indicada:

Mulheres com menos de 35 anos, sem alterações nas trompas

Por que mulheres com menos de 35 anos? Porque as mulheres jovens possuem uma ovulação mais frequente. À medida que o tempo passa, o número de óvulos vai diminuindo, sendo cada vez mais difícil uma fecundação de forma natural.

Além disso, para aderir a um procedimento de inseminação artificial, é necessário que a mulher tenha, ao menos, uma trompa funcionando corretamente. 

É nas trompas que acontece o encontro do óvulo com o espermatozoide. Logo, se houver qualquer tipo de obstrução, a fecundação não tem como acontecer.

Esse é um exemplo claro que mostra a importância da realização de exames completos que permitam a visualização e a verificação de todas as funcionalidade dos órgãos internos da mulher. Do contrário, o resultado pode de um tratamento incompleto pode ser bem frustrante.

Mulheres que desejam uma gestação independente

Mulheres que desejam ser mães sem a participação direta do homem também encontram na inseminação artificial uma forma de realizar este sonho. Como vimos, na inseminação o espermatozoide é injetado no útero da mulher. Então, não há necessidade de relação sexual e nem de saber de quem veio aquele gameta masculino.

Mulheres férteis que formam casais homoafetivos

Quando duas mulheres homoafetivas decidem engravidar, elas também podem optar pela inseminação artificial. Nesse caso, uma delas é a escolhida para gerar o bebê, uma escolha que deve levar em conta não só o desejo pessoal, mas também as condições de saúde.

Casais jovens ou não, cujo problema de infertilidade não seja identificado

Mesmo após uma extensa avaliação da saúde do casal, é possível que o médico não descubra o que, de fato, esteja atrapalhando a gravidez pelo ato sexual. Então, ele pode optar pela inseminação artificial, aumentando as chances da gestação.

Mulheres com ovulação irregular

Como já falamos algumas vezes aqui, mulheres com ciclos irregulares não conseguem identificar o seu período fértil e não sabem quando estão ovulando, dificultando a fecundação pelo modo tradicional.

Uma das fases da inseminação artificial é a estimulação ovariana. Ou seja, a mulher recebe alguns estimulantes para que seja capaz de liberar o óvulo dentro do período desejado pelo médico que, geralmente, é em torno de 36 horas após esse processo.

Dentro dessa janela de tempo, o espermatozoide é introduzido no útero onde, em breve, encontrará o óvulo e poderá iniciar uma gestação.

Homens com problemas relacionados ao sêmen

Como vimos, homens também apresentam problemas de fertilidade, com uma grande variedade de diagnósticos. Os mais comuns são:

  • Produção de espermatozoides de baixa qualidade;
  • Produção insuficiente de espermatozoides;
  • Dificuldade ou impossibilidade de ejacular dentro do útero da mulher;
  • Ejaculação retrógrada: quando o sêmen é lançado para trás e não para frente, como o esperado;
  • Problemas relacionados à disfunção erétil, como impotência sexual ou dificuldades de ereção por uso de drogas ou por complicações de doenças;
Congelamento de gametas para concepções futuras

A inseminação artificial também é indicada quando o homem ou a mulher desejam congelar os seus gametas pensando em uma concepção futura, o que costuma acontecer nas seguintes situações:

  • Quando o homem ou a mulher iniciam o tratamento contra o câncer através de quimioterapia;
  • Quando o homem pretende realizar uma vasectomia ou alguma cirurgia nos testículos que possam comprometer a qualidade dos seus espermatozoides;
  • Quando a gravidez não é desejada naquele momento, mesmo que não haja nenhum problema biológico que impeça a fecundação, o que deverá acontecer com o avançar da idade.

Além de todas essas indicações, a inseminação artificial também é uma opção para casos em que o canal vaginal é muito ácido e interfere no tempo de vida do espermatozoide.

Como vimos, a inseminação artificial pode ser necessária em casos específicos envolvendo a infertilidade masculina ou feminina e também abrange escolhas pessoais, como a gravidez em uma relação homoafetiva e a produção independente. Em todos esses casos, e em muitos outros, é fundamental o acompanhamento do médico em todas as etapas da busca pela gravidez. Apenas após uma avaliação aprofundada e precisa da saúde e características do paciente, o médico pode traçar um objetivo e as melhores formas de alcançá-lo.

 

Veja também: Qual é a taxa de sucesso da inseminação artificial?

Os 3 principais tratamentos para engravidar.

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O que você precisa saber sobre reprodução assistida?

sex, 08/13/2021 - 16:07

A reprodução assistida consiste em um conjunto de métodos utilizados como forma de tratamento para casais que não conseguem engravidar por meios naturais. Consideramos meios naturais a concepção tradicional, através do ato sexual, sem qualquer intervenção externa. Quando um casal jovem e saudável tenta engravidar por cerca de um ano, mantendo relações sexuais sem uso de contraceptivo e não atinge o objetivo, é um indicativo de que ambos precisam buscar orientação médica para identificar casos de infertilidade.

Reprodução assistida: tratamentos de baixa complexidade

São tratamentos de baixa complexidade aqueles que não fazem uso de grandes intervenções médicas durante a fecundação. Basicamente, é feita a estimulação da ovulação e a introdução dos espermatozoides no útero da mulher com o objetivo de fecundar o óvulo. Temos duas opções:

Coito programado

É chamado de coito programado a indicação exata do momento em que o casal precisa manter relações sexuais para que o espermatozoide consiga fecundar o óvulo. Antes disso, é feita a indução da ovulação com o uso de medicação injetada.

Essa indução faz crescer o folículo. Dessa forma, a mulher vai ovular no período que o médico desejar, o que acontece por volta de 36 horas após a aplicação da medicação. O próximo passo é a orientação para que o casal faça sexo sem preservativo naquele período indicado pelo médico, aumentando as chances de acontecer uma gravidez.

Inseminação artificial

Na inseminação artificial, também ocorre a estimulação da ovulação da mulher com o uso de medicação. Depois, o homem passa por uma coleta de sêmen em que vão ser escolhidos os espermatozoides mais fortes e saudáveis.

36 horas depois, esse sêmen é introduzido no útero, através de um cateter. É nesse momento em que há a grande chance de o espermatozoide encontrar o óvulo que será liberado pela mulher. Se isso acontecer, temos uma gravidez em evolução.

Para quem é indicado o tratamento de baixa complexidade

O tratamento de baixa complexidade, coito programado e inseminação artificial, é indicado nos seguintes casos:

  • Quando a mulher só tem problema ovulatório, ou seja, quando ela tem um ciclo irregular, por exemplo;
  • Quando a mulher tem menos de 35 anos. Nessa fase, as chances dessa mulher ovular são boas, o que possibilita melhores resultados do tratamento;
  • Quando o homem tem boa quantidade de espermatozoides que permitem o tratamento.

 

Reprodução assistida: tratamentos de alta complexidade

Os tratamentos de alta complexidade, como o nome já sugere, são um pouco mais complexos e exigem intervenções maiores do médico que acompanha o casal. Podemos listar dois tipos:

Fertilização in vitro convencional

Na fertilização in vitro do tipo tradicional, ocorre a colocação do sêmen na placa junto com o óvulo para que ocorra a com fecundação sem interferência do profissional.

Fertilização in vitro pelo método ICSI

Na fertilização in vitro pelo método de ICSI (injeção intracitoplasmática) há a introdução do gameta masculilno, o espermatozoide, no gameta feminino, ou seja, no óvulo. Nesse caso, a fecundação não acontece de forma natural. Ela é induzida diretamente pelo profissional responsável por aquela atividade.

Como é feito o processo

Em primeiro lugar, é realizada a estimulação da ovulação com medicações injetáveis, de 10 a 12 dias, para estimular o crescimento dos folículos já determinados no início do ciclo.

Diferente da inseminação artificial, a indução da ovulação é feita para o crescimento de vários folículos e não apenas de um.

Quando o folículo está no tamanho adequado para a ovulação, é aplicada uma nova medicação para que esta ovulação aconteça 36 horas depois. O passo seguinte é a retirada dos óvulos, mediante a sedação da mulher.

No mesmo dia, o homem colhe o sêmen no laboratório. Este sêmen é usado para fertilizar os óvulos retirados. Essa fertilização pode ocorrer através do método tradicional ou através do método de injeção intracitoplasmática.

Para quem é indicada a fertilização in vitro

As duas opções de fertilização in vitro são metodologias diferentes com indicações diversificadas também. Normalmente, são voltadas para os seguintes casos:

  • Quando o casal está há muito tempo tentando engravidar, após terem experimentado diversas técnicas de fecundação, sem sucesso;
  • Quando a mulher tem mais de 35 anos;
  • Quando a mulher apresenta algum problema tubário ou obstrução tubária e que não consegue engravidar de forma natural;
  • Quando o homem apresenta oligospermia: liberação de uma quantidade inadequada ou insuficiente de espermatozoides durante a ejaculação;
  • Quando o homem apresenta azoospermia: ausência total de espermatozoides durante a ejaculação.

 

E o que acontece depois?

Todo o tratamento dura entre 10 e 15 dias. Depois da fertilização, o embrião é observado e, no terceiro dia, ele é classificado como bom, ruim ou regular. Depois, pode ser transferido para dentro do útero, caso o médico verifique a qualidade suficiente do material.

12 dias depois, é feito um exame de beta HCG, o exame de gravidez, para ver se o procedimento deu certo. Em caso positivo, a mulher deve seguir as orientações para que a gravidez evolua de forma saudável. 

Em caso negativo, o retorno ao médico deve acontecer para verificação do que deu errado e para que novas estratégias sejam traçadas.

Como escolher o melhor tratamento?

Antes de recorrer a um ou outro tratamento, o melhor a fazer é conversar com o médico. Só ele pode indicar aquele tratamento com chances maiores de um resultado satisfatório, de acordo com as características de cada casal.

Quais são as chances de dar certo na primeira vez?

Essa é uma pergunta muito comum feita por quem se submete a um tratamento de reprodução assistida, seja de baixa ou alta complexidade. É compreensível a ansiedade e o desejo de que tudo dê certo logo na primeira tentativa.

Entretanto, devemos lembrar que cada casal é diferente e apresenta problemas diferentes. Sendo assim, não há como generalizar e estabelecer uma possibilidade que atenda a todas as pessoas. 

Ou seja, não há como prever se o resultado da reprodução vai ser positivo ou não. A recomendação é conversar com o médico que faz o acompanhamento e solicitar dele uma estimativa. Essa estimativa será um pouco mais precisa, de acordo com o diagnóstico de cada caso.

Remédios para ovular funcionam?

Muitas mulheres relatam o uso de remédios que estimulam a ovulação, mas não é uma prática indicada se não houver acompanhamento médico. O uso contínuo dessas substâncias pode agredir o útero e causar doenças graves, como o câncer de ovário, por exemplo.

 

Essas são as informações básicas que você precisa saber sobre reprodução assistida. A partir desses conceitos, já é possível ampliar os seus conhecimentos e ter uma visão um pouco mais aprofundada sobre os tratamentos para engravidar, facilitando a compreensão e o processo de escolha.

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Como identificar os dias mais férteis do mês?

ter, 08/10/2021 - 14:13

Para a mulher, identificar os dias mais férteis do mês é fundamental para que ela tenha um domínio maior sobre o seu corpo. Com isso, ela pode se preparar para conseguir uma gestação ou, se for o caso, para evitar uma gravidez. Apesar de passar por isso todos os meses, muitas mulheres ainda sentem dificuldades em perceber quando os seus corpos estão se preparando para gestar um bebê. Pensando nisso, resolvemos listar aqui um conjunto de sinais que ajudam a identificar o período fértil. Continue lendo.

O que é o período fértil

Antes de falarmos sobre como identificar os dias mais férteis do mês, precisamos deixar claro o que é o período fértil. Você saberia dizer o que significa esse período na vida da mulher?

O período fértil compreende um conjunto de dias em que o corpo da mulher está propício para iniciar uma gravidez. Nessa fase, que acontece todos os meses, os ovários liberam um óvulo que fica à espera do espermatozoide para ser fecundado.

Caso ocorra a fecundação, é o início de uma gravidez, com a formação e desenvolvimento do embrião. Se não houver fecundação, o óvulo é liberado junto com outros tecidos das paredes uterinas. É o que chamamos de menstruação.

Ovulação e período fértil

Aqui, vale fazer uma diferenciação de conceitos: ovulação e período fértil não são a mesma coisa. O período fértil são os dias em que a mulher pode engravidar. Já a ovulação é o período em que o óvulo é liberado, ficando disponível por cerca de 24 horas.

O que acontece é que o espermatozoide tem uma sobrevida de até 5 dias dentro do útero da mulher. Portanto, é possível que a mulher engravide ainda que mantenha relações sexuais fora do seu perído de ovulação, já que o espermatozoide ainda estará vivo quando o seu óvulo for liberado.

Por exemplo: imagine que o seu período fértil seja entre os dias 10 e 15. Você resolve manter relações sexuais sem proteção no dia 7 acreditando não haver riscos de engravidar. Caso você ovule entre os dias 10 e 12, o espermatozoide ainda estará disponível no seu corpo e poderá fecundar o óvulo liberado, começando uma gravidez.

E quando ocorre o período fértil? 

Bom, o período fértil acontece, geralmente, sempre no meio do ciclo menstrual da mulher. Caso ela tenha a sua menstruação a cada 28 dias, por exemplo, o seu período fértil acontece por volta do 14° dia, compreendendo ainda os três dias antes e três depois.

O período fértil acontece todos os meses. É o momento em que a mulher deve manter relações sexuais sem preservativo, caso queira engravidar. Ou, se quiser evitar uma gravidez, precisa evitar o ato sexual ou fazê-lo com uso de contraceptivos.

Como identificar os dias mais férteis do mês

Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular é mais fácil identificar esses dias férteis. Por outro lado, muitas mulheres possuem ciclos totalmente irregulares, sendo muito difícil saber o dia exato em que estão ovulando.

Por isso, é importante conhecer bem os sinais emitidos pelo corpo e, a partir destas informações, descobrir o momento em que ele está pronto para começar uma gestação.

Vagina mais lubrificada

Quando a mulher está no seu período fértil, o muco vaginal se torna mais volumoso, sendo produzido em quantidade maior do que o normal. Normalmente, é um corrimento sem cheiro, de cor branca ou transparente, e com textura gelatinosa.

O muco é produzido pelo corpo como uma maneira de facilitar o acesso do espermatozoide ao óvulo, auxiliando na sua jornada até lá. O muco também protege o gameta masculino da acidez característica do canal vaginal, além de servir como lubrificante natural, deixando a relação sexual mais agradável.

Desejo sexual aumenta

O aumento da libido na mulher também está relacionado ao seu período fértil. O apetite sexual aumenta por causa da atuação de dois hormônios específicos, o estrogênio e a testosterona, que também deixam a mulher mais atraente.

Então, se perceber um aumento na vontade de manter relações sexuais com o seu parceiro em um período específico, é um sinal de que está no período fértil.

Temperatura um pouco elevada

A temperatura corporal costuma aumentar durante a ovulação. A variação é bem sutil, com uma diferença de um ou dois graus, sendo necessário um termômetro para ter um dado mais preciso.

Apetite aumenta

O processo desenvolvido pelo organismo para preparar o corpo para uma gestação consome muita energia. E é por esse motivo que o apetite alimentar da mulher aumenta bastante nesse período.

No geral, a preferência é por alimentos calóricos, como doces, frituras e industrializados. É um sinal importante para observar, principalmente se, no seu dia a dia, você não costuma consumir esses tipos de alimentos.

Dor pélvica

Também chamada de dor da ovulação, a dor pélvica é relatada por algumas mulheres. Trata-se de uma pequena pontada na região do ventre e que acontece por volta da metade do ciclo menstrual, quando o óvulo é liberado. É um leve incômodo também fácil de observar. Entretanto, nem todas as mulheres sentem essa dor.

O que mais pode ajudar?

Além de ficar atenta aos sinais do corpo, é possível identificar os dias férteis na mulher a partir de outros métodos. Por exemplo:

Tabelinha

A tabelinha é um método contraceptivo não invasivo usado pelas mulheres para facilitar a descoberta do período fértil. Usando um calendário, a mulher anota os dias em que começa e termina o ciclo menstrual. Na metade desse ciclo, ela marca o seu período fértil.

A tabelinha não é considerada uma técnica cem por cento segura por causa das variações naturais do corpo da mulher, mas, junto com as outras dicas, pode facilitar a identificação da ovulação.

Teste de ovulação

Também chamado de teste de fertilidade, ou teste de LH, é um jeito simples, rápido, fácil e prático de saber se o seu corpo está ovulando ou não. O teste é comprado em farmácias e tem resultados bastante fidedignos e satisfatórios.

O objetivo do teste é encontrar a presença do hormônio luteinizante (LH). Esse hormônio é produzido em quantidade maior quando a mulher está ovulando.

Com as dicas listadas aqui, ficou muito mais fácil para você identificar os dias mais férteis do mês e, com isso, tomar as medidas necessárias para engravidar ou evitar uma gestação. Lembrando que é preciso uma observação constante desses sinais, ao longo do tempo, para, de fato, perceber alguma alteração que indique a ovulação e a fertilidade. 

 

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Muco cervical: o que é e como varia no ciclo

sab, 06/26/2021 - 08:49

Você já prestou atenção na variação do seu muco cervical ao longo do ciclo menstrual? Caso você ainda não tenha percebido, saiba que essas alterações acontecem, são comuns e também muito importantes para que a mulher conheça mais sobre a sua fertilidade. Quem está desejando engravidar ou evitar uma gravidez deve ficar atento a esses sinais que servem como um auxílio na hora de detectar o momento em que o corpo está pronto para uma gestação.

O que é o muco cervical?

O muco cervical é aquela umidade comum na vagina, facilmente percebida quando a mulher faz a higiene íntima, muda de calcinha ou toca o próprio corpo, por exemplo. O muco também é chamado popularmente de corrimento vaginal, mas com um tom um pouco pejorativo.

Na verdade, o muco ou corrimento é uma secreção importante liberada pelo útero através do canal vaginal e tem muitos benefícios, como:

  • Lubrificar o canal vaginal;
  • Facilitar ou atrapalhar o trajeto do espermatozoide até o óvulo;
  • Prevenir a incidência de vírus e bactérias na região íntima;
  • Manter o pH necessário dentro do canal vaginal.

Ou seja, o muco é uma produção normal do organismo e não precisa, nem deve ser eliminada ou julgada como algo sujo ou inadequado. O que devem ser observados são a coloração, a consistência e o odor desse corrimento. São características que podem indicar alguma infecção.

Quando o muco é transparente ou até mesmo branco, com um cheiro característico e com textura gelatinosa, elástica, firme ou pegajosa, a mulher não precisa se preocupar, pois trata-se de uma demonstração natural do seu corpo.

Muco cervical e ciclo menstrual: o que tem a ver?

O muco cervical é liberado durante todo o ciclo menstrual da mulher, mas adquire características diferentes de acordo com cada fase desse período. São essas alterações que permitem à mulher identificar o momento em que o seu corpo está pronto para uma gravidez.

No geral, o corrimento tem uma coloração branca. Mas, quando vai chegando o período da ovulação, que é quando a mulher fica fértil, o muco adquire uma coloração mais transparente e sua textura também muda. O muco se assemelha a uma clara de ovo, de tonalidade clara e textura elástica e pegajosa.

Essas mudanças acontecem por causa do aumento do nível de estrogênio, hormônio feminino que fica mais elevado durante a ovulação. O estrogênio auxilia a estimulação ovariana, participando da formação e liberação dos óvulos.

O muco cervical também funciona como um ajudante natural da fecundação. Ele favorece o trajeto do espermatozoide, facilitando o encontro dele com o óvulo e, como consequência, a gravidez. Esse é mais um motivo que deixa clara a importância do corrimento e, por isso, não deve ser visto como algo negativo.

Concluindo, durante o período fértil, quando o corpo está ovulando, o muco cervical se modifica e surge como um sinal importante para que a mulher programe uma gravidez ou evite ter relações sexuais, caso não deseje ser mãe naquele momento.


Como perceber as alterações do muco cervical?

Para a maioria das mulheres, não é muito fácil identificar as alterações do muco cervical ao longo do ciclo menstrual, seja por desconhecimento, preconceito ou por falta de hábito. Portanto, usar essa característica para identificar os dias férteis não garante um resultado cem por cento correto.

Isso sem contar que o muco também pode ser afetado por outras circunstâncias internas ou externas, como doenças ginecológicas e inflamatórias, relações sexuais, uso de lubrificantes, higiene local ou ingestão de medicamentos.

De qualquer forma, a mulher precisa desenvolver o hábito de observar o seu corpo em diferentes épocas do ciclo menstrual. Assim, ela consegue perceber as alterações com mais facilidade e usá-las a seu favor, seja para engravidar ou não.


O que mais pode ajudar a identificar o período fértil?

O muco pode auxiliar a mulher a descobrir o seu período fértil. É usado, muitas vezes, como um método contraceptivo. Mas, ele não é o único sintoma. Existem outros sinais de alerta que o corpo emite e que sugerem a sua preparação para uma possível gravidez. Confira.

Aumento da libido sexual

A mulher experimenta um aumento do desejo sexual durante o seu período fértil.

Aumento do apetite

O período da ovulação consome muita energia. Por isso, a mulher sente mais fome nesse período. A preferência costuma ser por alimentos açucarados e gordurosos.

Aumento da temperatura

Durante o período fértil, a temperatura da mulher sofre uma leve alteração para cima. Ou seja, a mulher sente o seu corpo mais quente do que o normal. 

A mudança é sutil, cerca de 1 grau, e pode ser influenciada por outras variáveis, mas também serve como um alerta. Basta verificar a temperatura ainda na cama, antes de levantar.

Teste da ovulação

Por fim, temos o teste da ovulação, também chamado de teste de LH. É um teste rápido, prático e muito fácil de usar. Ele mede o nível do hormônio luteinizante (LH) no organismo. Durante a ovulação, o LH tem seus níveis elevados e o teste capta essa variação.

Os resultados do teste de ovulação são bastante realistas e ajudam a mulher a ter uma compreensão mais verdadeira sobre o seu período fértil.

E, claro, não podemos deixar de falar do quanto é importante para a mulher o conhecimento sobre o seu corpo, sua menstruação e seu período fértil. Todas essas informações listadas aqui servem muito pouco se ela não souber de conceitos básicos sobre a sua intimidade.

Como vimos, o muco cervical é um corrimento natural que acontece no canal vaginal da mulher ao longo do seu ciclo menstrual. Essa umidade se acentua durante o período fértil, adquirindo textura e cor diferente, devido às alterações hormonais durante a ovulação.

Essa alteração faz com que muitas mulheres adotem o método do muco cervical para prevenir uma gravidez ou para aumentar as chances de engravidar nesse período. Contudo, por inúmeras razões, essa não é a melhor maneira de garantir ou não a gravidez. O ideal é procurar um ginecologista, especialista em saúde íntima da mulher,e fazer um estudo mais adequado e específico sobre a sua fertilidade.

 

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Como calcular a tabelinha

qui, 06/24/2021 - 17:39

A tabelinha é um dos métodos mais utilizados por mulheres quando elas desejam engravidar mais rapidamente, e também quando elas precisam evitar uma gravidez não desejada. Apesar de ser uma técnica comum, ainda existem muitas dúvidas acerca dessa ferramenta. Se você também não sabe ao certo como calcular a tabelinha, veja a seguir como proceder.

O que é a tabelinha

Antes de tudo, me responda: você sabe o que é a tabelinha? A tabelinha é um método contraceptivo usado para identificar o período fértil da mulher. Ou seja, aqueles dias em que acontece a ovulação e que é o momento ideal para uma gravidez natural.

Para calcular a tabelinha, é preciso saber também o que é o ciclo menstrual. Pois bem, o ciclo menstrual começa no primeiro dia da sua menstruação e termina no início da sua menstruação seguinte. O período fértil normalmente acontece na metade do ciclo e dura cerca de 5 dias.

Mulheres com ciclos regulares, de 28 dias, por exemplo, costumam apresentar o período fértil por volta da metade desse ciclo, ou seja, entre o 10° e o 14° dia.

A tabelinha é usada exatamente para descobrir quando a mulher está fértil e, a partir desta informação, ela pode escolher se mantém relações sexuais desprotegidas ou não, de acordo com o seu objetivo: engravidar ou evitar uma gravidez.

Portanto, a tabelinha serve como um auxiliar no planejamento familiar e reprodutivo da mulher. Ela ajuda a mulher a conhecer o seu corpo e a planejar as suas relações sexuais de acordo com as suas necessidades.

Vale lembrar que o uso da tabelinha só faz sentido se a mulher não usar outros contraceptivos hormonais, como a pílula e o anticoncepcional injetável. Esses métodos impedem a ovulação e, portanto, não permitem que a gravidez aconteça.

Veja a seguir como construir a sua tabelinha.

Como calcular a tabelinha

A tabelinha é um dos métodos mais usados para controlar o período fértil da mulher. A razão é a sua simplicidade. Para executá-la, basta ter um calendário em mãos e conhecer bem como funciona o seu ciclo.

Veja o passo a passo de como calcular a tabelinha de acordo com um ciclo regular de 28 dias (para mulheres com esse ciclo, veja seu período menstrual médio). Teste seu ciclo. Neste exemplo, o ciclo se inicia no dia 10 e termina no dia 7 do mês seguinte.

  1. Pegue um calendário contendo um mês de 30 dias.
  2. Anote nesse calendário o primeiro dia da sua menstruação. Esse será o primeiro dia do seu ciclo menstrual. Os primeiros 9 dias da sua menstruação são aqueles em que há menos chances de engravidar. Marque todos eles no calendário. 

Supondo que você tenha menstruado no dia 10, você vai marcar desde o dia 10 até o dia 18, de acordo com o exemplo citado.

  1. A partir do 10° dia até o 14° dia do seu ciclo menstrual já pode ser considerado o seu período fértil, quando o seu corpo está ovulando. De acordo com o exemplo, o período fértil começa no dia 19 e vai até o dia 23. Manter relações sexuais nessa época, sem preservativo, rende boas chances de uma gravidez espontânea.
  2. Em seguida, marque os outros dias considerados não férteis: 15° dia até o começo da sua próxima menstruação. Isto é, do dia 24 até o dia 7 do mês seguinte.

Pronto, você já tem a sua tabelinha. É só adequá-la à sua rotina e criar uma nova a cada ciclo menstrual.

Para melhorar a visualização, use cores diferentes para os dias de menstruação, para o período não fértil e, principalmente, para o período fértil. Este é o mais importante para que você saiba quando estará apta a engravidar e como acelerar ou evitar essa gestação.

Nesse exemplo simples, você conseguiu identificar:

  • O começo e o fim do seu ciclo
  • Os dias de menstruação
  • O seu período fértil
  • O período não fértil
Tabelinha é um método seguro?

A tabelinha é um método tradicional, popular, acessível, fácil e prático. Também tem a vantagem de não produzir efeito colateral, uma vez que não utiliza hormônios de nenhuma forma.

Apesar das vantagens, não é o mais indicado para evitar uma gravidez, se este for o seu objetivo. Para que os resultados sejam o mais próximo possível da realidade, o ciclo da mulher deve ser regular e ela precisa saber com clareza quando ele começa e termina.

O fato é que a maioria das mulheres possuem ciclos variados e muitas outras apresentam ciclos completamente irregulares, sendo quase impossível prever quando elas estarão férteis ou não. 

Sem contar o fato de que até os ciclos regulares podem sofrer alterações naturais, biológicas comuns do nosso organismo. Por isso, optar apenas pela tabelinha como um método contraceptivo é bastante arriscado.

Se você não deseja engravidar de jeito nenhum, é recomendado o uso de outros métodos contraceptivos, ainda que aliados, na prevenção da gravidez. Já se o seu objetivo é aumentar as chances de uma gestação, sem pressa, a tabelinha pode ajudar.

Para ambos os casos, também é recomendado o uso de aplicativos que acompanham as datas da menstruação. São ferramentas muito fáceis de usar e que ajudam a mulher a ter uma orientação melhor, mais específica sobre o ciclo.

A calculadora do período fértil, por exemplo, é um dispositivo que auxilia a mulher a descobrir quando ela está ovulando, mesmo que tenha ciclos menstruais irregulares.

Tabelinha e as DST’s

É preciso lembrar que quando usada como um método contraceptivo, a tabelinha não protege dos riscos da infecção da mulher e do homem pelas doenças sexualmente transmissíveis. Essas doenças seriam facilmente prevenidas com o uso do preservativo masculino ou feminino.

Esse é um fator que também deve ser levado em consideração na hora de optar por uma forma de prevenir a gravidez. Mais importante do que engravidar ou evitar uma gravidez é cuidar com carinho e responsabilidade da sua saúde íntima, evitando o contágio de doenças venéreas.

Hoje você viu como calcular a tabelinha corretamente e de que forma ela pode ajudar você a conhecer mais o seu corpo e o seu ciclo menstrual. Contudo, espero ter ficado claro que esse método não é considerado o mais indicado para prevenir uma gravidez, visto que é muito instável e depende exclusivamente de um ciclo regular, o que é um pouco raro na maioria das mulheres.

Para informações precisas sobre fertilidade, métodos contraceptivos e demais questões relacionadas à sexualidade da mulher, procure um ginecologista e tire as suas dúvidas.

 

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Quais as chances de engravidar fora do período fértil?

ter, 06/22/2021 - 09:38

Você já ouviu alguma mulher falar que engravidou fora do período fértil? É uma afirmação comum e gera muitas dúvidas, mas que, quase sempre, representa pouco conhecimento sobre o funcionamento do corpo feminino e seu sistema reprodutivo. Neste artigo, vamos falar se existem e quais as chances de engravidar fora do período fértil. Se você também tem essa dúvida, continue lendo.

O que é o período fértil

Para entender sobre gravidez fora do período fértil é preciso saber, antes, o que é esse tal período fértil. Bom, chamamos de período fértil aquele espaço de tempo em que a mulher pode engravidar. Isso porque é nessa fase que ocorre a ovulação.

Ovulação é o momento em que o ovário libera o óvulo que deverá ser fecundado pelo espermatozoide. Se esse encontro acontecer, uma gravidez começa a partir dali. Se o espermatozóide não penetrar o óvulo, ele é eliminado junto com a menstruação.

O período fértil acontece todos os meses, geralmente na metade do ciclo menstrual, e dura cerca de 5 dias. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina quando começa a menstruação seguinte.

Assim, o período fértil são aqueles 5 dias em que o corpo da mulher está com um óvulo disponível, pronto para receber o espermatozoide e iniciar uma gravidez. É o que acontece se essa mulher mantiver relações sexuais com seu parceiro, sem preservativo.

 

É possível engravidar fora do período fértil?

Depois de ter compreendido o que é o período fértil, é mais fácil saber por que não é possível engravidar fora dele. A fecundação é o encontro do gameta feminino (óvulo) com o gameta masculino (espermatozóide). A ausência de um dos dois gametas impossibilita a gravidez.

Mesmo que a mulher mantenha relações sexuais sem preservativo, ela não engravida se não houver um óvulo para ser fecundado. E esse óvulo só é liberado durante o período fértil. Então, é praticamente impossível engravidar fora do período fértil porque não ocorre ovulação.

Essa é uma das muitas diferenças entre o homem e a mulher quando o assunto é fertilidade. O homem produz espermatozóides o tempo inteiro, mas a mulher só ovula uma vez por mês e libera apenas um óvulo a cada período fértil.

Para que haja a gravidez, esses dois momentos devem coincidir.

Período fértil e ciclos irregulares

Como vimos, o período fértil, geralmente, acontece na metade do ciclo menstrual da mulher. Por que dizemos “geralmente”? Porque não é uma regra, visto que muitas mulheres possuem ciclos irregulares.

Algumas mulheres têm ciclos certinhos, de 25, 28 ou 30 dias, por exemplo. É mais fácil calcular o período fértil. Outras mulheres, no entanto, não seguem essa regularidade. Podem ter um ciclo de 25 dias, o próximo de 35 dias, o seguinte de 30 dias e assim por diante.

Nesse caso, é um pouco mais difícil identificar a ovulação. Muitas mulheres com ciclos irregulares se confundem na hora de calcular o período fértil, engravidam e acham que a fecundação aconteceu fora da ovulação. Na verdade, elas estavam no período fértil e, por isso, engravidaram.

 

Ciclos regulares também podem variar

Mulheres com ciclos regulares controlam mais facilmente o período fértil. Muitas delas conseguem identificar o melhor momento para manter relações sexuais e alcançar, ou evitar, a gravidez.

Contudo, erros também podem acontecer e a mulher pode se enganar em relação a essa contagem. Isso porque nenhum ciclo é 100% regular. Mesmo que haja uma variação bem pequena, ela pode acontecer.

Então, a mulher com ciclo regular também pode achar que engravidou fora do período fértil quando, na verdade, estava exatamente dentro do período da ovulação. Por isso, a gravidez se concretizou. É preciso que haja o gameta masculino e o feminino para a fecundação, lembra?

Tabelinha é um método bom para calcular o período fértil?

A tabelinha é um método muito utilizado pelas mulheres quando elas querem ter mais controle sobre o corpo e saber quando é possível engravidar ou não. Contudo, não é uma ferramenta 100% eficaz porque só funciona com um ciclo extremamente regular. Então, não engloba todas as mulheres.

Sem contar que até quem tem um ciclo regular pode sofrer variações por questões biológicas, o que invalida todo esse processo de controle de dias férteis ou inférteis.

Veja como saber se está no seu período fértil.

Relações sexuais fora do período fértil podem resultar em gravidez. Entenda.

Um acontecimento muito frequente e que talvez seja o que confunde muito a cabeça das mulheres é quando elas engravidam mesmo tendo mantido relações sexuais bem antes do seu período fértil. Quando isso acontece, elas acreditam que houve gravidez fora da ovulação.

É totalmente possível uma fecundação nessas condições. A mulher marca a sua tabelinha, identifica o período fértil e tem o cuidado de manter relações sexuais alguns dias antes da ovulação. Para sua surpresa, a gravidez acontece.

Nesse caso, a fecundação tem a ver com o tempo de vida do espermatozoide. Em condições saudáveis, e desde que encontre uma situação propícia para a sua sobrevivência, o espermatozóide permanece vivo e pronto para penetrar um óvulo por até 5 dias dentro do corpo da mulher. Veja a frequencia ideal de relações para conseguir uma gravidez.

Portanto, se o período fértil da mulher iniciou no dia 15, por exemplo, e ela manteve relações sexuais sem contraceptivo até o dia 10 ou 11, é possível que ocorra uma gravidez, já que o espermatozoide estará ativo até o dia 15 ou 16, dentro do seu corpo.

E é por isso que a mulher engravida mesmo sem manter relações sexuais dentro do seu período fértil, desde que esta relação tenha acontecido alguns dias antes. O espermatozoide continuou vivo, à espera do óvulo, e esse encontro acabou acontecendo logo que ela entrou no período fértil, quando ocorreu a ovulação.

Essa, aliás, é mais uma diferença entre a mulher e o homem em relação à fertilidade. Na mulher, o óvulo tem uma sobrevida de até 36 horas (cerca de um dia e meio), enquanto o espermatozoide pode sobreviver por até 120 horas (5 dias), mas em média 48 a 72 horas depois da ejaculação. Os espermatozoides que sobrevivem por mais tempo são os que carregam cromossomos X – se eles fecundarem um óvulo, darão origem a uma menina. Eles são mais lentos e economizam energia. Já os espermatozóides Y, que dão origem a meninos, são mais rápidos, gastam mais energia e vivem menos. 

Agora você já sabe quais as chances de engravidar fora do período fértil e entendeu que elas são quase inexistentes. Também descobriu os motivos pelos quais muitas mulheres acreditam que isso tenha acontecido com elas e que, na verdade, trata-se de um engano, falha na hora de calcular o ciclo menstrual ou por causa da sobrevida do espermatozóide. Para resultados mais precisos e honestos sobre fertilidade, converse com o seu ginecologista e tire todas as suas dúvidas.

 

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Como eu sei que estou no meu período fértil?

sex, 06/18/2021 - 13:05

O período fértil compreende uma fase do ciclo menstrual em que acontece a ovulação. Ou seja, é quando o óvulo é liberado pelo ovário para que seja fecundado pelo espermatozoide. Mas, como eu sei que estou no período fértil?

Você já deve ter feito essa pergunta algumas vezes. O fato é que fazer essa definição não é uma tarefa tão simples como muitas mulheres imaginam, principalmente porque o período fértil depende do ciclo menstrual da mulher. E esse ciclo não é igual para todas elas. Mesmo assim, existem algumas maneiras que podem facilitar essa descoberta. É sobre isso que falaremos a seguir.

O que é o período fértil?

O período fértil é o momento em que o corpo da mulher está propício para que uma gravidez aconteça. Ao manter relações íntimas nesse período, a mulher tem uma grande possibilidade de engravidar, se não tiver algum problema de fertilidade.

O período fértil dura entre 4 e 5 dias e acontece, quase sempre, no meio do ciclo menstrual. Nessa fase, o ovário libera um óvulo que fica disponível para fecundação. Se houver o encontro do óvulo com o espermatozoide, acontece a gravidez. Se não houver, o óvulo é eliminado junto com a menstruação.

Mesmo sendo uma condição natural da mulher, muitas delas não sabem o que é e nem para que serve o período fértil. 

Também acontece de a mulher manter um grande número de relações sexuais, a qualquer dia, acreditando que aumentando a quantidade, mais chances terá de engravidar. Porém, não é assim que funciona.

A mulher que deseja engravidar precisa manter relações íntimas dentro desse período, pois é apenas no período fértil que a gestação pode se concretizar.

Ciclo menstrual e período fértil

O período fértil de cada mulher depende da duração do seu ciclo menstrual. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina no começo da menstruação seguinte. Veja abaixo alguns exemplos que facilitarão a sua compreensão:

Ciclo de 28 dias

Considerado o mais comum entre as mulheres, o ciclo de 28 dias apresenta o período fértil entre o 10° e o 14° dia.

Ciclo de 20 ou 25 dias

Quem tem um ciclo mais curto, costuma ter o período fértil entre o 8° e o 10° dia.

Ciclo de 30 ou 35 dias

Já quem tem um ciclo mais longo, apresenta o período fértil entre o 15° até o 19° dia.

Ciclo irregular

E quem tem um ciclo irregular? Como faz para calcular? O ciclo irregular é diferente porque não apresenta uma data fixa para começar e terminar. A mulher pode ter um ciclo de 28 dias, depois um ciclo de 20 dias, seguido de um ciclo de 35 dias, por exemplo.

Nesse caso, o ideal é que ela faça um cálculo médio dos últimos seis meses para ter uma previsão de quando estará ovulando. Ou, usar a calculadora do período fértil, da qual falaremos mais adiante.

Como eu sei que estou no período fértil?

Ainda não está certa quanto ao cálculo do seu período fértil de acordo com o ciclo menstrual? A seguir, mais três dicas que podem ajudar você a tirar essa dúvida: a observação dos sinais do seu corpo, o uso de uma calculadora de período fértil e um teste de farmácia. Confira.

  1. Sinais de que seu corpo está no período fértil

Por ser um momento em que o corpo se torna apto para uma gestação, o organismo costuma apresentar alterações que podem ser percebidas por algumas mulheres. As mais comuns são:

Secreção vaginal mais densa: o muco vaginal nesse período aumenta, e fica mais espesso e resistente, pois também é usado para facilitar o acesso do espermatozoide ao óvulo.

Aumento do desejo sexual: causado devido à elevação da produção da progesterona, que acontece durante esse período de ovulação.

Aumento leve da temperatura: uma alteração também derivada do nível alto de progesterona, que pode ser verificada com a ajuda de um termômetro.

Aumento do apetite: algumas mulheres sentem mais fome durante o período fértil porque o organismo gasta uma quantidade maior de energia na produção e liberação dos óvulos. A preferência costuma ser por alimentos gordurosos e açucarados.

Dor pélvica: caracterizada como uma dor aguda, porém leve, e de curta duração. Também chamada de dor do meio, costuma acontecer na metade do ciclo menstrual.

  1. Calculadora do período fértil

Uma ferramenta que pode ajudar bastante na hora de saber se o seu corpo está pronto para uma fecundação é a calculadora do período fértil. Para isso, basta inserir os dados da sua última menstruação, com o início e o final de cada ciclo.

Em resposta, você recebe a data provável em que seu corpo estará ovulando, o momento ideal para manter relações sexuais sem preservativo e aumentar as chances de uma gravidez.

Veja nossa calculadora de fertilidade.

  1. Teste de ovulação

O teste de ovulação é encontrado facilmente em drogarias e tem resultados excelentes quanto à detecção do período fértil. O teste, também chamado de Teste de LH, identifica o aumento de um hormônio responsável pelo amadurecimento dos folículos, o hormônio luteinizante.

É possível engravidar fora do período fértil?

É possível que a mulher engravide mesmo tendo mantido relações antes do seu período fértil. Como assim? O que acontece é que o espermatozoide permanece vivo dentro do útero da mulher por 3 ou 4 dias e pode coincidir dele encontrar um óvulo que foi liberado cerca de 1, 2 ou 3 dias após a relação sexual.

Suponhamos que uma mulher se relacionou sexualmente com um homem em um dia x, sem preservativo. 3 dias depois, ela começou a ovular. Nesse dia, o óvulo foi fecundado pelo espermatozoide liberado lá atrás, gerando uma gravidez.

Assim, a mulher engravidou no seu período fértil, mas por meio de uma relação que aconteceu fora da ovulação.

Essas são as maneiras mais comuns, e utilizadas pela maioria das mulheres, para saber se estão ou não no período fértil. Obviamente, não são estratégias consideradas cem por cento eficazes, uma vez que estamos falando de alterações biológicas e que podem ser influenciadas por diversas questões do próprio organismo. Ainda assim, são táticas importantes para que a mulher conheça mais o seu corpo, descubra como ele funciona e aprenda a usá-lo a seu favor, especialmente quando desejar uma gravidez.

Por fim, a visita ao ginecologista não deve ser descartada. Ele é o profissional especialista no assunto e que pode tirar todas as dúvidas da mulher em relação à ovulação e fertilidade, podendo, inclusive, sugerir alternativas para acelerar a gestação, seja de modo natural ou artificial.

Veja o que pode impedir a ovulação.

 

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O que pode impedir a ovulação?

sex, 06/18/2021 - 09:54

A ovulação é uma das fases do ciclo menstrual da mulher. É o momento em que o ovário libera o óvulo em direção ao útero para que ele seja fecundado. Caso haja o encontro entre o óvulo e o espermatozoide, acontece a gravidez. Do contrário, o óvulo é liberado junto com a menstruação.

A ovulação é um acontecimento natural em mulheres saudáveis e acontece todos os meses, geralmente por volta da metade do ciclo menstrual. É o que também chamamos de período fértil, pois é quando há chances reais de uma mulher conseguir engravidar.

Entretanto, existem alguns fatores que podem impedir a ovulação e, consequentemente, atrapalhar a busca pela gravidez. Veja a seguir quais são as razões mais comuns que dificultam ou impossibilitam a fecundação e o que fazer em cada caso.

O que pode impedir a ovulação

Os fatores que impedem a ovulação, e consequentemente causam infertilidade, podem ser de ordem biológica, comportamental ou psicológica, como você verá a seguir:

Uso de anticoncepcional

Tanto o anticoncepcional oral quanto o anticoncepcional do tipo implante impedem a ovulação. Os dois produtos são responsáveis pela liberação de hormônios que restringem a liberação dos óvulos pelos ovários

A ação dos hormônios, contudo, ocorre apenas durante o uso da substância. Para reverter a situação e conseguir engravidar, a mulher deve deixar de ingerir ou de aplicar o contraceptivo. No seu próximo ciclo menstrual, a ovulação deve acontecer normalmente com grandes chances de uma gravidez natural, se essa mulher estiver em condições propícias para isso. Alterações hormonais

O desequilíbrio hormonal é um fator preponderante na ausência da ovulação. Isso porque a produção, maturação e liberação do óvulo dependem da ação de vários tipos de hormônios diferentes. Quando um desses falha, a ovulação não se concretiza.

Fazem parte da ovulação os seguintes hormônios, também chamados de hormônios da fertilidade:

  • Hormônio folículo estimulante (FSH): age estimulando o desenvolvimento do óvulo;
  • Hormônio luteinizante (LH): estimula a maturação do óvulo até a sua liberação;
  • Estrogênio: estimula o crescimento do LH, também influenciando no amadurecimento do óvulo.
  • Progesterona: prepara o corpo da mulher para uma provável gestação.

Mas, quais são as causas desse desequilíbrio hormonal? Essa alteração pode acontecer devido a situações diversas da vida da mulher, dentre as quais podemos citar:

  • Estresse;
  • Mudanças bruscas de peso, seja emagrecendo ou engordando rapidamente;
  • Prática de atividades físicas em excesso;
  • Ausência total de exercícios físicos.

O ideal é que a mulher mantenha uma rotina regular e equilibrada de exercícios físicos e alimentação saudável para que o corpo não sofra nenhuma alteração que possa comprometer a fertilidade.

SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos)

A SOP é uma doença provocada por distúrbios hormonais que geram o crescimento de cistos nos ovários, podendo impedir a ovulação, além de causar sintomas desagradáveis na mulher, como pelos no rosto, menstruação irregular e alterações de peso.

A SOP é uma dos problemas de fertilidade mais comuns em mulheres e muitas delas não sabem que têm o problema. É importante que a mulher observe o seu corpo e sua menstruação em busca de sinais da doença. 

E, caso esteja tentando engravidar, mas não obtenha sucesso, deve procurar um médico ginecologista o quanto antes para iniciar o tratamento adequado.

Ciclos menstruais irregulares

Chamamos de irregular um ciclo que não segue um padrão para começar e terminar. A ausência desse padrão compromete a ovulação que costuma ocorrer mensalmente.

O ciclo irregular é uma das consequências das alterações hormonais, mas também pode derivar de problemas alimentares, como dietas restritivas, perda excessiva de peso, exercícios físicos exaustivos, estresse e também doenças ginecológicas.

A endometriose, causa comum dos ciclos menstruais irregulares, pode atrapalhar não só a liberação do óvulo, mas também a fecundação e o crescimento do embrião.

A doença, aliás, é um dos principais obstáculos da gravidez, além de provocar sintomas extremamente desconfortáveis na mulher, como cólicas intensas e dor durante a relação sexual.

Cistos no ovário

Os cistos ovarianos são pequenas bolsas de líquido ou de material mais rígido que surgem na região dos ovários. Podem ser benignos e malignos e também atrapalham o ciclo menstrual da mulher, impedindo a ovulação regular.

Normalmente, os cistos não apresentam sintomas, mas quando existem se caracterizam por dores pélvicas e vaginais, sensação de peso no ventre, sangramento fora do período menstrual, menstruação irregular e pressão na hora da evacuação.

Idade e menopausa

À medida que a mulher vai envelhecendo, a sua reserva ovariana vai diminuindo. Isso quer dizer que a quantidade de óvulos fica menor com o passar do tempo. A partir dos 35 anos, esse fato se acentua, sendo ainda mais consistente a partir dos 40, 45 anos.

É nessa fase que a mulher entra na menopausa que é a ausência completa e definitiva da menstruação. A menopausa também pode aparecer de forma precoce, por volta dos 35 anos. Os sintomas mais comuns são ondas de calor, baixa libido, secura vaginal, dores de cabeça e insônia.

Anovulação

A anovulação é o nome da ausência da ovulação. Ou seja, é quando o ovário não consegue liberar o óvulo para a fecundação por causa de alguma doença, alteração hormonal ou também por hábitos pouco saudáveis, como alimentação errada ou exagero na prática de atividade física.

Amenorreia

É chamado de amenorreia o período em que a menstruação não acontece. A amenorreia é bastante comum no começo da menstruação, até os 16 anos da mulher. Mas também pode acontecer ao longo da sua vida, pelos mesmos motivos citados anteriormente.

Como saber se eu estou ovulando?

Algumas mulheres experimentam sintomas característicos da ovulação e que podem ser úteis na hora de identificar o melhor período para manter relações sexuais e engravidar. Assim, você pode observar se o seu corpo apresenta sinais, como:

  • Dor pélvica, em forma de pontada e com duração de cerca de um dia;
  • Muco vaginal mais grosso e pegajoso, parecido com uma gelatina;
  • Aumento da libido e do desejo sexual;
  • Aumento da temperatura corporal;
  • Aumento do apetite.

Para resultados mais precisos, a mulher pode realizar o teste de ovulação que mede o nível de LH, o hormônio luteinizante. Esse hormônio é produzido em alta quantidade durante o período fértil. O teste é encontrado em farmácias e oferece resultados bastante fidedignos.

Como vimos, existem diversos fatores que podem impedir a ovulação, desde alguns hábitos diários até doenças ginecológicas, além de alterações hormonais. Para um diagnóstico correto e individualizado, procure um ginecologista e descubra como ele pode ajudar você a engravidar mais rápido, ainda que apresente alguns dos obstáculos apresentados.

Leia também: Como lidar com os medos e expectativas do tratamento da fertilidade

e Como funciona a fertilização natural

 

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Qual é o período mais fértil para engravidar?

qua, 06/16/2021 - 12:09

Saber qual é o período mais fértil para engravidar é importante para que a mulher aumente as chances de uma gestação. No entanto, nem todas as mulheres realmente sabem quais são os seus dias férteis ou se confundem com várias orientações diferentes. Se você também tem essa dúvida, veja a seguir como calcular o seu período fértil e como tirar melhor proveito dele.

O que significa período fértil?

O período fértil é o momento em que o corpo da mulher está propício para que ocorra uma fecundação. Ou seja, para que o gameta masculino (espermatozoide) encontre o gameta feminino (óvulo) e, dali, seja gerado um bebê. É o que também chamamos de ovulação.

Enquanto os homens não precisam se preocupar com período fértil, pois produzem espermatozoides o tempo inteiro, as mulheres devem ficar atentas. Esta fase acontece uma vez durante o mês, por volta da metade do ciclo menstrual e dura poucos dias.

A cada ciclo, um óvulo é liberado, podendo permanecer ativo por até 24 horas. Se for penetrado por um espermatozoide, temos o início de uma gravidez. Caso não seja fecundado, este óvulo se degenera e é liberado junto com a menstruação.

Com essa explicação fica mais fácil compreender a importância de identificar o período fértil para, a partir de então, manter relações sexuais e aumentar as chances de engravidar.

Período mais fértil para engravidar: como calcular

Como dissemos, o período fértil compreende o período ovulatório que, na maioria das mulheres, ocorre a partir do 12° até o 16° dia do ciclo menstrual.

Contudo, essa não é uma regra válida para todas as mulheres, já que os ciclos menstruais podem variar bastante. Vejamos alguns exemplos:

Uma mulher que tem um ciclo menstrual regular de 28 dias, tem o período fértil entre o 10° dia e o 14° dia do ciclo. Caso queira engravidar, deve manter relações sexuais com seu parceiro dentro dessa fase, de preferência em dias alternados, ou seja, um dia sim e outro, não.

Já uma mulher que possui um ciclo menstrual mais curto, de 20 ou de 25 dias, não vai ter o seu período fértil entre o 10° e o 14° dia. Nessa situação, ela tem que puxar um pouco mais pra trás. Assim, o seu momento mais fértil vai ser entre o 8° e o 10° dia. É o melhor momento para ter relações sexuais e conseguir fecundar o óvulo.

Também existem aquelas mulheres com ciclos mais longos, que duram de 30 a 35 dias. Nesse caso, ela deve jogar a contagem um pouco mais pra frente. O seu período fértil deverá compreender o 15° dia até o 19° dia. Nesses dias, é necessário manter relações íntimas também dia sim e dia não.

Período mais fértil para engravidar para quem tem ciclo irregular

O ciclo menstrual começa no primeiro dia da menstruação e termina quando começa o período menstrual seguinte. A mulher que tem o ciclo regular, consegue identificar e calcular facilmente quando será a sua próxima menstruação. Consequentemente, consegue saber o seu período fértil.

Já quem tem um ciclo irregular, não consegue ter uma previsão mais específica da sua próxima menstruação, porque ela não segue um ritmo possível de ser interpretado. Assim, é bem mais difícil prever o período mais propício para uma fecundação.

Nesses casos, o ideal é fazer o cálculo a partir de uma média dos ciclos menstruais dos últimos seis meses. Assim, é possível ter uma certa previsão de quando esta mulher estará ovulando.

Sinais que o corpo apresenta

Outra forma de identificar o período fértil, e que pode ser bem útil para muitas mulheres, é ficar atenta aos sinais que o corpo emite durante essa fase. Apesar de não ser comum a todas as mulheres, muitas delas relatam alterações no organismo durante a fase da ovulação. Os sinais mais comuns são:

Dor

Algumas mulheres relatam dor pélvica no meio do ciclo menstrual. É uma espécie de pontada, também chamada de dor do meio ou dor da ovulação. O incômodo costuma durar um dia ou um dia e meio.

Muco vaginal

O aumento do muco vaginal também é uma reação comum do corpo durante a ovulação. Acontece de a vagina ficar mais úmida, com uma secreção mais grudenta, como uma espécie de gelatina. Caso identifique essa característica, também é viável manter relações sexuais nesse período, sem contraceptivos.

Temperatura

O aumento da temperatura também é muito divulgado como um sinal do corpo quando está ovulando. Contudo, é um sintoma bem mais difícil de ser mensurado por várias razões. A primeira delas é a própria alteração que é muito sutil. A variação da temperatura pode ser de meio grau, causando uma mudança quase imperceptível.

Além disso, essa alteração pode ser causada por uma febre leve, uma mudança de temperatura no quarto, o uso de muitos cobertores, um dia mais quente etc. Ou seja, não é muito confiável. Ainda assim, se preferir, a mulher pode experimentar essa técnica.

O ideal é usar um termômetro para medir a temperatura ainda na cama, antes de colocar os pés no chão.

Teste de ovulação (Teste de LH)

O teste de ovulação tem resultados bastante fidedignos e também é um ótimo indicativo do período fértil da mulher. É um teste encontrado facilmente em farmácias, cujo objetivo é medir a presença do hormônio LH no organismo.

O LH é um hormônio que sofre uma elevação cerca de 24 horas antes da ovulação, sendo muito útil para mulheres com ciclos regulares, facilitando o melhor aproveitamento do período fértil.

É um teste simples e rápido, que usa a urina ou a saliva para detectar a presença desse hormônio em altas quantidades, sinalizando o momento ideal para manter relações sem preservativos, com grandes chances de uma gravidez.

Agora você já sabe qual é o período mais fértil para engravidar, de acordo com o seu ciclo menstrual e também pode ficar atenta aos sinais emitidos pelo seu corpo durante esse período. Em todo caso, não descarte uma consulta com um ginecologista. Ele é o seu aliado na realização desse sonho tão esperado que é a gestação de um filho e pode ajudar você a alcançar esse objetivo.

 

 

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Como saber se pode ou não ter filhos?

seg, 06/14/2021 - 11:20

Quando está tentando engravidar e não obtém êxito nas primeiras tentativas, o casal logo desconfia de que há algo errado com a fertilidade de ambos. Mas, como saber se alguém pode ou não ter filhos? Existe alguma alteração física que identifique a infertilidade? É sobre isso que falaremos mais adiante.

Entendendo a infertilidade

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 15% dos casais apresentam problemas de infertilidade em todo o mundo. Muitos deles não sabem que possuem essa condição e só procuram saber sobre o assunto quando as tentativas para engravidar são infrutíferas.

Mas, o que é considerado infertilidade? Segundo a OMS, um casal saudável e jovem que mantém relações sexuais frequentemente, sem contraceptivos, pode engravidar facilmente em até um ano. Muitos deles conseguem êxito em apenas 6 meses.

Quando a mulher tem uma idade mais avançada, a partir de 35 anos, por exemplo, o prazo de um ano cai para seis meses. Após esse tempo de tentativas, se a gravidez não se confirmar, o casal já deve ficar em alerta e procurar ajuda médica, pois é possível que haja algum problema de infertilidade.

A infertilidade atinge homens e mulheres e pode ter origem genética ou pode ser adquirida ao longo do tempo, devido à idade, doenças infecciosas e hábitos não saudáveis, dentre outras causas.

Como saber se alguém pode ou não ter filhos

A infertilidade não apresenta sintomas. Desta forma, não é possível detectar com certeza algum sinal que confirme a dificuldade em engravidar, seja no homem ou na mulher. Contudo, existem situações, doenças e fatores de risco que dificultam a fecundação.

Conhecendo um pouco mais sobre essas doenças e seus sintomas e sabendo quais situações diárias devem ser evitadas, é mais fácil saber se você está no caminho certo ou não para alcançar a tão sonhada gravidez.

Infertilidade na mulher Idade

A partir dos 35 anos de idade, a mulher produz óvulos em menor quantidade, dificultando a fecundação.

Ciclo menstrual irregular

Quando tem um ciclo menstrual irregular, a mulher não consegue precisar quando está ovulando, o que atrapalha a tentativa de engravidar.

Menopausa precoce

A menopausa simboliza o fim do período fértil e começa a partir dos 40 anos de idade. Em algumas mulheres, contudo, essa fase chega bem mais cedo, por volta dos 35 anos.

Doenças ginecológicas

As doenças ginecológicas atrapalham o ciclo menstrual, causam inflamações e prejudicam a fertilidade. As mais comuns são:

A endometriose é a causa mais comum da infertilidade feminina. O endométrio, tecido que reveste a parte interna do útero, cresce fora dessa cavidade, atingindo as trompas, a bexiga e o intestino. Costuma provocar cólicas intensas e dores durante a relação sexual.

  • Obstrução nas trompas

É nas trompas que ocorre o encontro entre os gametas masculino e feminino, ou seja, entre o espermatozoide e o óvulo. A obstrução pode acontecer por problemas infecciosos e gerar a gravidez ectópica, fora do útero, sem chances de evoluir.

  • Miomas uterinos

Os miomas são tumores benignos que crescem na parede do útero. Além de causar dores pélvicas, os nódulos alteram o ciclo menstrual e o fluxo menstrual.

  • SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos)

A SOP é uma alteração hormonal que provoca o crescimento anormal dos ovários e a produção de microcistos na região. Também é uma das causas mais comuns da infertilidade e pode provocar crescimento excessivo de pelos no rosto, espinhas e ganho de peso, além de alterar o ciclo menstrual.

Sintomas

Os sintomas permitem à mulher ficar um pouco mais atenta às doenças e, possivelmente, associar a uma dificuldade para engravidar. Os mais comuns são:

  • Dores pélvicas fora do período menstrual;
  • Cólicas intensas durante o período menstrual;
  • Dor durante a relação sexual, ao evacuar e ao urinar;
  • Excesso de pelo e de acne no rosto e corpo;
  • Aumento de peso sem uma razão específica;
  • Alterações na menstruação: ciclo irregular, maior ou menor quantidade de sangue, presença de coágulos etc.

 

Infertilidade no homem

A infertilidade masculina corresponde a 40% do total dos casos de infertilidade, segundo a OMS. Uma porcentagem alta e que refuta o pensamento muito comum de que a mulher é que seria responsável por quase todas as situações de infertilidade. As principais causas da infertilidade masculina são:

Alterações hormonais: responsáveis pela baixa produção de esperma.

Varicocele: a causa mais comum da infertilidade masculina se caracteriza pela dilatação excessiva e anormal das veias testiculares.

DSTs: as doenças sexualmente transmissíveis provocam infecções e lesões nos órgãos internos também prejudicando a produção de esperma e de espermatozoides.

Obstruções: os dutos testiculares, responsáveis pelo transporte do esperma, também podem sofrer obstrução, impedindo a sua liberação.

Sintomas

Quando acometido por alguma das doenças citadas acima, o homem pode apresentar sintomas específicos, como:

  • Alterações nos testículos: dor, inflamação, nódulos, ferimentos etc.
  • Falta de desejo sexual
  • Disfunção erétil: dificuldade em manter uma ereção
  • Dificuldade em ejacular ou fluxo baixo
  • Redução dos pelos no rosto e no corpo, resultado das alterações hormonais.
Fatores de risco comuns aos dois

Algumas situações podem prejudicar tanto os homens quanto as mulheres e também devem ser evitadas, caso haja o desejo de engravidar.

  • Maus hábitos alimentares;
  • Obesidade ou baixo peso;
  • Exposição a agentes químicos, pesticidas e agrotóxicos;
  • Uso de cigarro, álcool e outras drogas;
Esterilidade e infertilidade não são a mesma coisa

É muito comum que as pessoas confundam esterilidade com infertilidade, usando os dois termos como sinônimos. Contudo, são nomenclaturas diferentes e, principalmente, não querem dizer a mesma coisa.

A primeira diferença é sobre a característica de cada condição. A infertilidade consiste em uma dificuldade para engravidar, que pode ser causada por inúmeros fatores, desde os congênitos até aqueles adquiridos ao longo da vida.

Já a esterilidade é a impossibilidade de produzir aquilo que é necessário para uma fecundação. Ou seja, o homem estéril não consegue produzir espermatozoides. E a mulher estéril não consegue produzir óvulos. A falta de um ou do outro gameta impossibilita a fecundação e, claro, a gravidez.

Outra diferença é em relação ao tratamento. A infertilidade é reversível, desde que seja feito o tratamento adequado, de acordo com a especificidade de cada caso. Por outro lado, a esterilidade é irreversível. Não tendo como tratar o problema, não há possibilidade de uma gravidez.

Agora você já sabe como saber se pode ou não ter filhos ou, ao menos, já esclareceu algumas de suas dúvidas. Vale lembrar que a infertilidade não tem sintomas. Logo, além de ficar atento às doenças que podem prejudicar uma fecundação, é fundamental buscar ajuda médica para diagnosticar qualquer doença ou alteração de forma correta. Procure o seu médico ginecologista e siga as orientações dele para que, juntos, vocês consigam encontrar uma solução e alcançar a tão sonhada gravidez.

Veja alguns famosos que fizeram tratamento para engravidar.

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O que é bom para aumentar a fertilidade?

qui, 06/10/2021 - 16:55

Procurando dicas para aumentar a fertilidade e engravidar mais rapidamente? Em primeiro lugar, é preciso saber que a fertilidade é um acontecimento natural do corpo humano, que consiste na capacidade de reprodução e gestação de forma natural, sem intervenção externa.

Para isso, espermatozoides e óvulos, os responsáveis pela gravidez, devem estar saudáveis. Além disso, o casal precisa manter relações sexuais dentro do período fértil da mulher, essencial para que haja o encontro entre o gameta masculino e o gameta feminino.

Sabendo disso, vejamos a seguir algumas dicas importantes para aumentar a fertilidade e potencializar as chances de um casal finalmente alcançar uma gestação saudável e feliz.

Probabilidade de uma gravidez natural

De uma maneira geral, a probabilidade de um casal jovem e saudável engravidar varia entre 15% e 20%, a cada ciclo menstrual da mulher, caso eles façam sexo com a frequência adequada, respeitando o período fértil e sem usar contraceptivos.

Atendendo a todos esses requisitos, é esperado que a gravidez aconteça em até doze meses, após o início das tentativas, sendo que a grande maioria consegue engravidar nos primeiros seis meses. Caso isso não aconteça, é necessário investigar a presença de algum problema de fertilidade.

Além do fator idade, que influencia drasticamente na reserva ovariana e, consequentemente, na fecundação dos óvulos, temos também as doenças que podem afetar tanto o homem quanto a mulher e impedir a gestação por vias naturais.

Como aumentar a fertilidade

Quando o casal é jovem, saudável e mantém relações com frequência, dentro do período propício para uma gravidez, algumas mudanças de hábitos podem ser definitivos para potencializar a fertilidade e garantir uma gestação natural. Saiba o que é possível fazer:

Tenha uma alimentação equilibrada

Uma alimentação saudável não é interessante apenas para uma vida com mais qualidade, mas também para facilitar um processo de gravidez. Inclua no seu cardápio os alimentos naturais e reduza os industrializados, ricos em açúcar e gordura.

Consuma mais frutas, legumes, verduras, vegetais, peixes, aveia, cereais integrais, sementes, oleaginosas, leguminosas e ovos. São alimentos ricos em vitamina B, vitamina A e vitamina E, além de outros nutrientes essenciais para o equilíbrio hormonal e para a saúde do organismo.

Evite o consumo excessivo de café

Não precisa abrir mão do seu café diário, mas evite os excessos. Consuma uma ou duas xícaras pequenas pela manhã e evite a bebida no restante do dia. Ingerir muita cafeína pode ser prejudicial à fertilidade feminina. 

Lembrando que a cafeína está presente também em chás, energéticos e alguns tipos de refrigerante.

Largue o cigarro

Já sabemos que o cigarro é prejudicial para a saúde do corpo como um todo. Em relação à fertilidade, não seria diferente. O cigarro possui em sua composição diversos ingredientes nocivos à saúde do útero, dos ovários e óvulos e também dos espermatozoides.

Mesmo que consiga engravidar mantendo o hábito de fumar, a mulher corre um grande risco de sofrer um aborto espontâneo ao longo da gravidez. Portanto, se o seu desejo é aumentar a fertilidade, largue o cigarro o quanto antes.

Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Apesar de não serem tão agressivas ao organismo como o cigarro, as bebidas alcoólicas devem ser ingeridas com moderação, pois também prejudicam a gestação natural.

Reduza o estresse

Inclua momentos de descanso e de lazer na sua rotina, por mais atribulada que ela seja. Combater o estresse é importante para evitar o envelhecimento precoce das células e também as alterações hormonais, danosas ao sistema reprodutivo.

Faça atividades físicas

As atividades físicas mantêm o corpo mais saudável, forte e resistente a doenças e agressões externas, promovendo um ambiente propício e seguro para a gestação de um bebê. 

Se exercitar também reduz a ansiedade, inibe os picos de estresse e melhora o sono potencializando a saúde do homem e da mulher.

Além disso, o exercício físico ajuda a regular o peso corporal, reduzindo o acúmulo de gordura e combatendo o sobrepeso, outro fator que compromete a fertilidade natural. Contudo, convém evitar os excessos.

Não faça uso de drogas

Drogas, sintetizadas ou naturais, também devem ficar longe de quem está tentando engravidar, pois dificultam o processo devido às substâncias que as compõem.

Não se exponha a produtos químicos

Pesticidas, solventes, produtos sintéticos, agrotóxicos e outras substâncias similares atrapalham bastante a fertilidade tanto em homens quanto em mulheres. 

Algumas destas substâncias estão presentes em cosméticos, produtos de limpeza e higiene, alimentos, alguns enlatados, produtos plásticos etc. Leia os rótulos e saiba mais sobre a origem dos produtos que você consome.

Mantenha um peso saudável

Usando o cálculo simples do IMC (Índice de Massa Corporal), é possível saber se o indivíduo está dentro do peso ideal ou não. Assim, devem ser traçadas metas saudáveis para reduzir o percentual de gordura, ou aumentá-lo, se for o caso, e manter o peso equilibrado.

Mulheres obesas ou muito magras têm dificuldade em engravidar porque o peso afeta diretamente os processos ovulatórios e os ciclos menstruais.

Não consigo engravidar de jeito nenhum. E agora?

Você e o seu parceiro possuem todas as características de um casal apto a engravidar de forma espontânea, seguiram todas as dicas listadas aqui, mas o resultado positivo ainda não veio?

É hora de buscar ajuda médica e tentar entender quais são os motivos que estão impedindo a gestação. Como dissemos, um ano é o prazo máximo para que um casal jovem e saudável engravide naturalmente. Muitos têm êxito em apenas 6 meses de tentativas.

Se não for este o seu caso, convém buscar a orientação médica de um especialista em fertilidade e reprodução humana.

Através de exames clínicos e avaliação do histórico de vida e da genética dos futuros pais do bebê, o médico fará o diagnóstico da causa da infertilidade e traçará estratégias para driblar esse problema, alcançando o resultado tão esperado pelos dois.

Lembrando que tanto o homem quanto a mulher podem apresentar impedimentos reprodutivos. Apesar de ser muito comum que essa responsabilidade recaia sobre a mulher, o fato é que os dois devem ser investigados, uma vez que a infertilidade não está restrita a nenhum indivíduo.

Agora que você já sabe o que é bom para aumentar a fertilidade, já pode colocar as dicas em prática e ampliar as chances de ter uma gestação de forma natural e mais rapidamente. Lembrando que estamos falando de qualidade de vida em geral e não de hábitos que serão incorporados por alguns dias e deixados para lá depois. Cuide do seu corpo, da sua saúde, siga as orientações listadas aqui e, caso ainda não consiga engravidar, procure ajuda de um médico especialista no assunto.

 

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Qual o melhor remédio para engravidar rápido?

ter, 04/27/2021 - 13:51

Engravidar rápido é o desejo da maioria das mulheres e dos casais quando eles decidem que chegou a hora de ter filhos. Para isso, muitos tentam recorrer a métodos ou remédios que possam acelerar esse processo. Mas, será que realmente existe alguma maneira de engravidar mais rapidamente do que o normal? Falaremos mais sobre isso adiante.

Quanto tempo uma gravidez demora para acontecer?

Quando o casal é jovem, saudável e mantém relações sexuais sem proteção durante o período fértil da mulher, o esperado é que a gravidez tenha 80% de chances de acontecer.

Essa porcentagem pode diminuir devido a fatores diversos, como idade mais avançada da mulher, relações que acontecem apenas fora do período fértil, baixa qualidade dos espermatozoides ou outros problemas de fertilidade.

Quando o casal reúne características propícias para a gravidez, o que se espera é que em até 12 meses ele alcance a tão sonhada gestação. Passado esse tempo, é hora de procurar ajuda médica para identificar o que está impedindo a gravidez.

O tempo estimado de gravidez muda quando a mulher tem uma idade mais avançada. Mulheres com mais de 35 anos, por exemplo, podem tentar engravidar de forma natural por até 6 meses. 

O tempo é mais curto porque, quanto mais o tempo passa, menores são as chances da gravidez ocorrer nessa faixa etária. Quanto mais jovem a mulher, mais chances de engravidar rápido ela tem. A probabilidade vai diminuindo à medida que o tempo vai passando.

Depois de um ano de tentativas infrutíferas, essa mulher também deve procurar orientação de um especialista em reprodução para entender o que está acontecendo.

 

Remédio para engravidar rápido: existe?

A resposta é não. Na verdade, até existem alguns medicamentos disponíveis no mercado que prometem corrigir a infertilidade em casos mais leves, como baixa ovulação nas mulheres ou alguma alteração no espermatozoide.

Entretanto, o efeito desses medicamentos é bem mais demorado do que um processo de fertilização natural e do que um tratamento de gravidez. E, claro, qualquer remédio deve ser prescrito por um médico ginecologista, após avaliações individuais de cada caso.

Mais do que pensar em um remédio para engravidar rápido, o casal que deseja ter um filho o quanto antes deve seguir pelo caminho correto que é conhecer o seu corpo, suas limitações, identificar problemas, procurar ajuda médica e fazer os ajustes necessários sugeridos.

 

Como engravidar mais rápido

Para que a gravidez aconteça só existe uma maneira: o óvulo deve ser fecundado por um espermatozoide. A partir daí o embrião é formado e a gestação se inicia. O encontro entre o gameta feminino e o gameta masculino acontece durante o período fértil da mulher. Assim, as dicas são:

  • Conhecer e identificar o período fértil da mulher;
  • Manter relações sexuais durante esse período, sem contraceptivos e em dias alternados para garantir espermatozoides mais fortes;
  • Entender que mulheres mais jovens engravidam mais rápido do que mulheres mais velhas e que o tempo de espera para uma gravidez é diferente nos dois casos;
  • Buscar ajuda médica especializada após um tempo de tentativas frustradas de gravidez para detectar algum problema de fertilidade e começar o tratamento o quanto antes.

 

Como aumentar a fertilidade

A principal estratégia para engravidar é respeitar o ciclo biológico da mulher e manter relações sexuais durante o período fértil. Para ajudar nesse processo, existem alguns hábitos que podem ser adotados:

Manter uma alimentação saudável e favorável à fertilidade
  • Priorize alimentos orgânicos, livre de agrotóxicos, pois estes interferem na qualidade dos espermatozoides;
  • Alimentos ricos em zinco também fortalecem os espermatozoides. São exemplos o fígado de galinha, a carne vermelha e o feijão;
  • Mulheres devem consumir alimentos ricos em ácido fólico, pois além de ajudar a engravidar, evitam malformações no feto. São exemplos a soja, o trigo e os vegetais e hortaliças de cor verde-escura;
  • Frutas cítricas aumentam a imunidade, reduzem inflamações e infecções;
  • Alimentos ricos em selênio: peixes e ovos;

 

Fazer exercícios físicos frequentemente

A prática diária de atividade física contribui para a saúde geral do organismo e também ajuda na redução de peso, fundamental para a ovulação acontecer.

 

Manter o peso equilibrado

O excesso de gordura prejudica a ovulação e pode atrapalhar a gravidez. Por isso, a obesidade é um fator que impede a gestação rápida. Já mulheres muito magras também enfrentam esse problema, uma vez que não ovulam.

 

Parar de fumar

O cigarro e o álcool são fatores extremamente prejudiciais para a gravidez. Quem está em processo de tratamento para engravidar deve deixar de lado esses hábitos nocivos à saúde.

 

O que pode dificultar a gravidez

Existem diversos fatores que podem comprometer a fertilidade e atrapalhar a fecundação. Podemos citar:

  • Uso de anticoncepcionais: cujo objetivo é justamente evitar a gravidez;
  • Menopausa: fase em que a mulher está deixando de ovular e não pode mais engravidar. O climatério é o período que antecede a menopausa e também dificulta a gestação uma vez que a ovulação é reduzida;
  • Presença de ovários policísticos: os cistos nos ovários provocam irregularidade no ciclo menstrual, comprometendo bastante as tentativas de engravidar;
  • Doenças ginecológicas: obstrução das trompas, inflamações uterinas e endometriose são fatores que também impedem uma gravidez mais rápida;
  • Problemas no homem: sim, o homem também pode apresentar alterações nos espermatozoides, inviabilizando a gravidez;
  • Maus hábitos alimentares, sedentarismo e peso desequilibrado.
E quando a gravidez não acontece, o que fazer?

Quando a gravidez não acontece de forma espontânea, o casal pode optar por um tratamento para engravidar. Existem vários métodos disponíveis e que se encaixam nas características de cada casal. O processo não é demorado e, em alguns casos, um mês é o suficiente para que haja resultados positivos e a gravidez se concretize.

Portanto, em caso de tentativas repetitivas e infrutíferas de tentar engravidar, o casal deve buscar ajuda médica. Após uma breve conversa com o casal, o médico pedirá exames para saber como está a saúde dos dois e indicará o que ele acredita ser o melhor método de gravidez, de acordo com as características de cada um.

Como vimos, não há um remédio para engravidar rápido. O que existem são estratégias diversas que podem ajudar o casal a realizar o sonho de ter um bebê. A primeira delas é respeitar o período fértil. Se não der certo, é necessário buscar ajuda médica para identificar possíveis problemas de infertilidade, seguir o tratamento recomendado, além de manter sempre hábitos saudáveis em geral.

 

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Como funciona a fertilização natural?

sab, 04/24/2021 - 10:47

A fertilização natural ainda é um assunto que desperta muitas dúvidas em homens e também em mulheres. Saber como funciona todo esse processo é fundamental para quem está tentando engravidar, seja de forma espontânea ou com ajuda médica. Se você também tem essa dúvida, a leitura desse artigo é muito importante para você. Confira.

Fertilização natural: o que é?

A fertilização natural é o processo de fecundação de um óvulo dentro do corpo da mulher, sem nenhuma intervenção externa médica. É a maneira natural de uma gravidez acontecer, que também podemos chamar de gravidez espontânea.

 

Como acontece a fertilização natural

A fertilização natural acontece quando o óvulo é liberado pela mulher e encontra no caminho o espermatozoide, liberado pelo homem durante a ejaculação.

O que parece um processo simples e natural, nem sempre acontece tão facilmente por causa de inúmeros fatores, o que leva muitos casais a procurarem um tratamento de gravidez após tentativas frustradas de uma gestação espontânea.

Em primeiro lugar, para que a fecundação aconteça, a mulher precisa ter relações sexuais dentro do seu período fértil. É durante esse período que o óvulo é liberado pelos ovários. Esse processo acontece todos os meses e faz parte do ciclo menstrual da mulher.

Assim, a mulher precisa saber qual é o momento mais propício para manter relações com seu parceiro e, assim, conseguir fecundar o óvulo liberado. Esse óvulo fica disponível por 24 horas. Não havendo fecundação, o óvulo morre.

Muitas pessoas acreditam que o encontro do óvulo com o espermatozoide acontece dentro do útero, mas a verdade é que a fecundação ocorre mesmo ainda dentro das trompas, durante o trajeto desse óvulo para o útero. E esse é o motivo pelo qual as mulheres com trompas obstruídas não conseguem levar uma gravidez adiante.

 

Ovulação, dias férteis e gravidez

A ovulação é o período em que ocorre a liberação do óvulo e acontece por volta de 12 a 16 antes do primeiro dia de menstruação. É uma fase em que há uma liberação maior de hormônio, o corpo se prepara para receber o espermatozoide e para a fecundação.

Os dias férteis são aqueles em que a fecundação, de fato, pode ocorrer, pois é quando o óvulo é liberado pelo corpo feminino. Normalmente, o período fértil se estende do 11º ao 17º dia após a menstruação. São nesses dias que a mulher tem mais chances de engravidar e que as relações sexuais devem acontecer.

Um ponto interessante, e que nem sempre os casais se atentam, é em relação ao papel do espermatozoide nessa fase. Enquanto o óvulo sobrevive apenas 24 horas após a sua liberação, o espermatozoide pode sobreviver até 5 dias dentro do corpo da mulher.

Então, mesmo que a relação sexual aconteça fora do período fértil é possível a mulher engravidar, pois quando o seu óvulo for liberado, ele poderá encontrar o espermatozoide que se encontra por ali há, pelo menos, cinco dias.

Saber de todos esses detalhes é importante quando a mulher deseja engravidar de maneira espontânea porque ela ganha mais autonomia para programar as relações sexuais de acordo com a sua rotina e com as ações do seu corpo.

 

Formação do embrião

Dando prosseguimento ao processo de fertilização natural, quando o óvulo e o espermatozoide se encontram, eles formam o embrião, após algumas transformações celulares. Alguns dias depois, esse embrião chega no útero e se fixa nas paredes do endométrio. A partir daí acontece a tão esperada gestação.

Como dissemos, o processo de fecundação é bem simples, mas nem sempre acontece da forma como o esperado. Tanto o homem quanto a mulher podem apresentar algum problema que compromete ou impede esse encontro entre óvulo e espermatozoide ou não permite a continuidade da gestação. Podemos citar:

  • Baixa reserva de óvulos, muito comum em mulheres com idade avançada;
  • Má qualidade dos espermatozoides liberados pelo homem;
  • Inflamações pélvicas, mais precisamente na parede do endométrio;
  • Obstruções nas trompas uterinas etc.

Todos esses problemas podem ser corrigidos após intervenção médica em maior ou menor grau, possibilitando a gravidez.

 

Fertilização natural e Fertilização in vitro

Quando o casal não consegue engravidar de maneira espontânea e natural, ele pode procurar um tratamento para gravidez, descobrindo e tratando as causas da infertilidade. Um dos procedimentos mais comuns é a fertilização in vitro, que também é um dos tratamentos com melhores índices de resultados positivos.

A fertilização in vitro acontece em algumas etapas. A primeira delas é a estimulação ovariana em que a mulher recebe alguns medicamentos para que o óvulo amadureça, seja liberado.

Depois de liberado, esse óvulo é capturado pelo médico. Logo em seguida, o homem também tem seus espermatozoides recolhidos. O próximo passo é a fecundação dos gametas (óvulo e espermatozoide) em ambiente externo, fora do corpo da mulher.

Após a fecundação, o embrião fica em cultivo por alguns dias e é transferido para o útero da mulher quando estiver em condições de se desenvolver e começar, de fato, a gestação. Esse é o passo final da fertilização in vitro. Após 12 dias, já é possível ter o resultado do processo.

 

Fertilização in vitro natural

A fertilização in vitro é um procedimento considerado mais complexo e com intervenção médica direta, como vimos na descrição mais acima. Logo, a fecundação não pode ser chamada de natural. Entretanto, também existe a opção da fertilização in vitro com menos impacto na mulher.

Estamos falando da fertilização in vitro natural. Nesse tratamento, a mulher não recebe medicação para estimular a produção de óvulos. É aproveitado o óvulo liberado normalmente durante a ovulação.

A fertilização in vitro em ciclo natural tem algumas vantagens. Um deles é o custo mais baixo do tratamento, tornando-o mais acessível a um número maior de casais. Também não há efeitos colaterais, que normalmente surgem devido aos hormônios utilizados na indução ovariana.

Apesar das vantagens, as chances de fecundação podem ser um pouco mais baixas do que a fertilização in vitro tradicional. O ideal é que a recomendação de um ou outro procedimento para engravidar seja orientado pelo médico que acompanha o casal em seu tratamento de fertilidade.

Com as informações listadas aqui, pudemos saber de forma mais detalhada como acontece a fertilização natural. Podemos defini-la como o encontro espontâneo entre óvulo e espermatozoide, dentro do corpo da mulher, tendo como consequência a gravidez. Para que ocorra, a mulher precisa manter relações sexuais dentro do período fértil e o casal não pode ter problemas de fertilidade.

Havendo algum impedimento da gravidez espontânea, o casal pode optar pela fertilização in vitro clássica, natural ou outros procedimentos disponíveis, sempre com indicação médica e de acordo com as características de cada caso.

 

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Aborto espontâneo: veja alguns sinais que podem indicar um aborto?

qua, 04/21/2021 - 10:19

Quando um casal consegue engravidar, a descoberta é motivo de comemoração. Novos planos são traçados e a expectativa é de que tudo dê certo e saia como o planejado. Infelizmente, não é sempre que isso acontece. O aborto espontâneo é um dos acontecimentos mais comuns e quase todas as mulheres passarão por isso um dia. Veja a seguir por que isso acontece e como identificar um aborto natural.

Aborto espontâneo: o que é?

Podemos definir o aborto espontâneo como um acontecimento involuntário que põe fim a uma gravidez. Ou seja, o aborto acontece por circunstâncias que não têm relação com o desejo da mulher. Geralmente, ocorre devido a alguma ocorrência anormal na própria gestação.

O período em que há um risco maior de um aborto espontâneo é quando a gestação está entre 12 e 22 semanas, ou seja, por volta dos três meses até cinco meses e meio. Nesse último caso, é chamado de aborto tardio devido ao tempo prolongado da gestação até o momento da interrupção.

Sinais de um aborto espontâneo

Como identificar a ocorrência de um aborto natural? Bom, existem alguns sintomas comuns a essa situação. Saiba mais a seguir.

Sangramento

O sangramento que indica um aborto espontâneo pode acontecer em qualquer fase da gravidez. A mulher pode identificar uma perda pequena ou maior de sangue durante este evento. Acompanhado desse sangramento, podem surgir coágulos sanguíneos, além de uma forte dor abdominal.

Esse momento se assemelha com uma cólica menstrual mais forte do que as tradicionais, com dores não só na região pélvica, mas também na região lombar. Outro ponto importante a se observar é a coloração do sangue que, geralmente, é muito mais vivo quando a gravidez já está um pouco mais avançada.

Bebê deixou de crescer

Uma das formas mais comuns de acompanhamento da evolução da gestação é o monitoramento do crescimento do bebê através do exame de ultrassom. Quando o médico percebe, através desse exame de imagem, que o bebê não está crescendo como o esperado, também é um sinal de alerta que pode indicar a morte do feto dentro do útero da mãe.

Ausência de movimentos do feto

A partir dos dois meses de gestação, algumas mulheres já sentem o bebê fazendo movimentos dentro da barriga. Quando esses movimentos desaparecem por mais de cinco horas seguidas ou após uma perda significativa de sangue é provável que tenha ocorrido um aborto espontâneo.

Além disso, a mulher também pode deixar de sentir todos os outros sintomas que ocorriam enquanto estava grávida, como náuseas, dor nas mamas, sonolência etc. Como a gravidez foi interrompida, os sintomas da gestação também desaparecem.

Quando o aborto acontece devido a alguma infecção interna, a mulher também pode sentir um mal-estar generalizado, uma sensação de que está doente. Alguns sintomas são febre, dor no corpo, calafrios, moleza e desânimo.

O que pode provocar um aborto espontâneo

Como dissemos, o aborto que acontece forma natural é muito comum, especialmente nos primeiros meses da gravidez e atinge uma porcentagem significativa de mulheres gestantes nessa fase. As causas mais comuns do aborto espontâneo são:

  • Idade avançada da mulher: em uma gravidez tardia, os óvulos têm uma qualidade menor, inviabilizando a gravidez;
  • Má formação fetal, geralmente devido a alguma alteração genética e que impede que o embrião se desenvolva;
  • Traumas na região da barriga;
  • Infecções e outras alterações uterinas, como obstrução das trompas;
  • Hipertensão e diabetes descontrolados;
  • Problemas hormonais;
  • Trombofilias;
  • Uso frequente de álcool, cigarro e drogas ilícitas.
Mais comum do que se imagina

O aborto espontâneo é um acontecimento bastante comum e nem todas as mulheres que passam por essa situação conseguem identificar o que, de fato, está acontecendo. Isso porque nem sempre a mulher percebe que o atraso menstrual é, na verdade, uma gravidez.

No entanto, essa gravidez não evolui e em poucos dias ou semanas acontece o desprendimento do óvulo, gerando o sangramento. Diante disso, a mulher pode achar que a menstruação atrasou e depois chegou de maneira um pouco mais intensa, com cólicas e alguns coágulos sanguíneos.

Essa situação é comum e acontece com frequência, principalmente em mulheres jovens, com vida sexual ativa nos períodos férteis do seu ciclo menstrual. 

Se a interrupção tiver ocorrido no comecinho da gravidez, os sinais são mais leves. À medida que a gravidez evolui, os sintomas de um aborto são mais fortes e perceptíveis.

O que fazer após o aborto natural

Quando o aborto espontâneo acontece no começo da gravidez e sem relação com infecções, o aborto espontâneo precoce, geralmente o corpo se encarrega de expulsar qualquer vestígio do embrião através do sangramento vaginal. Nesses casos, a mulher deve procurar um médico para confirmar o ocorrido, mas normalmente não há necessidade de outros procedimentos invasivos.

A cirurgia é indicada nos casos em que o aborto é tardio, ou seja, quando acomete a mulher em um estágio mais avançado da gravidez. Nesses casos, algum material pode ficar retido dentro do útero, sendo necessário fazer a retirada desse excesso.

Como lidar com o psicológico após o aborto natural

O aborto espontâneo é uma situação muito difícil para o casal que está planejando uma gravidez ou que, mesmo sem planejamento, já estava se adequando à nova realidade. Para a mulher, é algo bem mais complexo, principalmente porque a gestante se sente culpada pelo ocorrido, na maioria das vezes.

Quando o casal está realizando um processo de gravidez assistida, após meses tentando engravidar de forma natural e sem sucesso, o aborto pode ser ainda mais estressante. A orientação principal é tentar entender o que houve e descobrir as razões que impediram a gestação de prosseguir.

Em seguida, o casal já pode fazer uma nova tentativa, dessa vez com muito mais chances de a gravidez dar certo, já que todas as precauções serão tomadas para que o problema não se repita na próxima gestação.

Mais importante ao casal, no entanto, é acolher a dor e a tristeza e se permitir viver o momento de perda, sem buscar culpados ou desistir de engravidar por achar que nunca vai conseguir. Com um acompanhamento médico contínuo e bem realizado é possível alcançar o tão esperado sonho da gravidez.

 

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Para quem a fertilização in vitro é indicada?

sab, 04/17/2021 - 15:16

A fertilização in vitro é uma das técnicas de reprodução assistida mais eficazes em um tratamento de gravidez. O procedimento é um pouco mais complexo do que os demais métodos, uma vez que os embriões são fecundados fora do corpo da mulher e transferidos para o útero posteriormente. Saiba mais sobre a fertilização in vitro e em quais situações ela é indicada.

O que é a fertilização in vitro

A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica utilizada para ajudar casais com problemas de fertilidade a realizarem o sonho de engravidar. O processo é dividido em várias etapas que incluem:

  • Estimulação ovariana;
  • Captura de óvulos de boa qualidade;
  • Captação de espermatozoides sadios e fortes;
  • Fecundação em ambiente externo;
  • Introdução do embrião no útero da mulher.
Indicações da fertilização in vitro

Quando o casal procura uma clínica de reprodução assistida para tentar engravidar, ele ainda não sabe o que está impedindo a gestação natural. Portanto, a indicação de um ou outro método depende do resultado da investigação médica. Alguns dos casos mais comuns são:

Baixa reserva ovariana

Diferente do homem que produz espermatozoides durante toda a sua vida, a mulher possui uma reserva única de óvulos, que começam a ser liberados logo que ela inicia o seu ciclo reprodutivo, ou seja, quando começa a primeira menstruação.

Todos os meses esses óvulos são liberados dentro do ciclo menstrual e vão diminuindo na sua quantidade à medida que o tempo vai passando. A idade, portanto, é uma das principais causas da baixa produção de óvulos pelo corpo feminino.

Por causa dessa baixa reserva, a fecundação espontânea se torna mais difícil de acontecer, uma vez que há poucos óvulos à disposição dos espermatozoides. E a fertilização in vitro pode resolver esse problema através da estimulação ovariana.

Baixa produção de espermatozoides

Os homens produzem espermatozoides durante toda a vida, mas também podem apresentar redução nesse processo devido a algumas situações específicas como ejaculações frequentes ou alguma doença que atinja o seu sistema reprodutor.

Além disso, alguns espermatozoides podem não ser fortes o suficiente para viabilizar uma fecundação. Nesse caso, a FIV também é uma indicação precisa e correta.

Como vimos anteriormente, uma das fases da fertilização in vitro é a coleta e a escolha de espermatozoides saudáveis, com mais chances de fecundar um óvulo com sucesso.

Obstrução tubária bilateral

A obstrução das trompas é uma condição prejudicial à gravidez e que pode trazer consequências danosas à mulher, caso a gestação aconteça. 

As trompas desempenham um papel fundamental durante o processo de fecundação. São elas que capturam o óvulo liberado durante a ovulação e é dentro das trompas que acontece o encontro entre óvulo e espermatozoide. 

A obstrução tubária bilateral, que atinge as duas trompas, não só dificulta a gestação, mas também a torna extremamente arriscada. Essa obstrução pode fazer com que a gravidez ocorra dentro das tubas uterinas, gerando o que chamamos de gravidez ectópica, ou seja, fora do útero.

Quando isso acontece, a gravidez não evolui e o crescimento do feto pode causar o rompimento das trompas, causando desde hemorragias e dores fortes até a morte da mulher.

Caso suspeite desse problema, o médico pode solicitar um exame, chamado de histerossalpingografia, que avalia a saúde das trompas e assim identificar possíveis bloqueios na região.

A obstrução tubária é causada por doenças e infecções ginecológicas e também pode ser consequência de alguma cirurgia na região pélvica. Não apresenta sintomas e a mulher geralmente só descobre o problema quando busca ajuda médica após inúmeras tentativas para engravidar, porém, sem sucesso.

Diante dessa situação, a mulher pode optar por uma cirurgia para tentar desobstruir as trompas ou engravidar através da fertilização in vitro, em que o embrião é inserido diretamente na cavidade uterina.

Idade materna avançada

A idade da mulher é um fator predominante quando o objetivo é engravidar. Por volta dos 20 anos de idade, as chances de uma gravidez espontânea acontecer chegam a 80%. A partir dos 35 anos, essa taxa cai para 10% e, após os 40 anos, as chances de uma gravidez natural chegam a 5%.

Ou seja, quanto mais idade a mulher tem, menor é a probabilidade de ela conceber um filho de forma espontânea, mantendo relações sexuais dentro do período fértil. Isso tudo acontece por causa da baixa produção de óvulos que, como já vimos, cai bastante com o decorrer do tempo.

Assim, uma mulher que esperou mais tempo para engravidar pode conseguir realizar o seu sonho de ser mãe optando pela fertilização in vitro, ainda que esteja em uma idade mais avançada.

É importante lembrar que a gravidez tardia pode acarretar problemas para a mãe e para o bebê. Por isso, deve ser acompanhada de perto pela equipe médica responsável pelo processo de reprodução assistida.

Tentativas de engravidar que ultrapassam um ano

Um ano é um período considerado suficiente para que casais jovens e saudáveis consigam engravidar, desde que estejam mantendo relações sexuais frequentes, dentro do período fértil. 

Caso a gravidez não aconteça, mesmo sem uma causa aparente que impeça a fecundação, é hora de tentar identificar o problema e solucioná-lo.

A infertilidade pode atingir mulheres e homens e apenas uma análise detalhada da saúde de ambos pode afirmar com clareza quais são as causas desse problema. Dentre as principais razões, podemos destacar:

Cabe ao médico identificar o fator impeditivo da gravidez e sugerir ao casal algum método de reprodução assistida para driblar a infertilidade. A fertilização in vitro é uma opção com ótimas taxas de sucesso, especialmente em casais mais jovens.

Além dos casos citados, a fertilização in vitro também é uma alternativa para:

  • Casais homoafetivos;
  • Mulheres que desejam uma gravidez independente;
  • Mulheres que realizaram laqueadura ou que tentaram reverter a cirurgia, sem sucesso;
  • Casais sem causa definida de infertilidade;
  • Pacientes oncológicos que desejam engravidar futuramente e precisam congelar seus óvulos e espermatozoides etc.

Como vimos, a fertilização in vitro é uma das maneiras mais eficazes de alcançar uma gravidez, mesmo que a mulher ou o homem apresente algum problema de fertilidade. De toda forma, a indicação do melhor método deve ser realizada pelo médico, de acordo com a individualidade de cada paciente.

 

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Categorias: Medicina

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