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Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Atualizado: 1 hora 25 minutos atrás

Tratamento inovador de fibromiomas

seg, 08/12/2019 - 11:51

Realizado pela equipe de angiorradiologia e cirurgia endovascular, dirigido pelo professor Dr. Alexandre Amato.

O QUE SÃO FIBROMIOMAS?

Os fibromiomas, leiomiomas ou miomas são tumores benignos que nascem nas paredes do útero. A sua dimensão pode ir de alguns milímetros a mais de 20 cm. Entre 20 a 40% das mulheres em idade fértil são portadoras de fibromiomas, sendo a sua frequência de cerca de 70% das africanas

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS?

Os sintomas variam conforme a localização e dimensões dos fibromiomas no útero.

Os sintomas mais frequentes são:

Quanto à sua localização os Fibromiomas classificam-se em:

Sub-serosos – desenvolvem-se na porção externa da parede do útero e crescem para fora

Intra-murais – os mais frequentes que se desenvolvem na parede uterina

Sub-mucosos – são os menos frequentes, desenvolvem-se na superfície interna das paredes da cavidade uterina

 

COMO SÃO OS FIBROMIOMAS DIAGNOSTICADOS?

Os fibromiomas são geralmente diagnosticados durante um exame ginecológico. A presença de Fibromiomas é conformada por ecografia (ultrassom) ou por ressonância magnética

 

COMO OS FIBROMIOMAS SÃO TRATADOS?

Anti-inflamatório são muitas vezes são o primeiro passo para o tratamento dos fibromiomas. Num segundo passo, podem prescrever-se medicamentos à base de hormonas cujo efeito é temporário verificando-se, após a sua interrupção aumento de dimensões dos miomas e das hemorragias.

Miomectomia

Consistem na remoção cirúrgica de cada um dos fibromiomas. Não deve ser efetuada se os fibromiomas forem numerosos ou de grandes dimensões, devido aos maus resultados. Nestas situações, a embolização dos miomas é a única alternativa à Histerectomia. A cirurgia aberta tradicional implica estadia hospitalar de vários dias, seguidos por um período de convalescença de uma a seis semanas. A miomectomia pode complicar gravidezes subsequentes, pois provoca cicatrização do musculo uterino.

Histerectomia

Envolve a remoção da totalidade do útero. Elimina definitivamente os fibromiomas, mas tanto a estadia hospitalar como o período de convalescença são longos. E, claro, a histerectomia elimina a possibilidade de uma futura gravidez.

 

EMBOLIZAÇÃO

A embolização das arteiras uterinas é um novo tratamento que se realiza desde 1995. No nosso país, nossa equipe realiza o procedimento desde 2007.

A embolização é uma técnica micro-invasiva, com menos riscos que as técnicas cirúrgicas, cujo objetivo é interromper a circulação sanguínea que irriga os fibromiomas, resolvendo o problema de forma rápida e duradoura e preservando o útero. Sem irrigação sanguínea o fibromioma atrofia-se e os sintomas desaparecem. Sob anestesia local, e sem perda de sangue efetua-se um pequeno orifício de 1,5mm de diâmetro na virilha, através da qual se coloca um fino plástico chamado cateter e mediante monitoração por aparelho de raio X digital sofisticado é dirigido para as artérias uterinas.

Partículas de plástico finas, como grãos de areia, são então injetadas nas artérias uterinas. Como os fibromiomas tem muito sangue comportam-se como uma esponja, absorvendo aquelas partículas que vão entupir os ramos e os irrigam. Nas pacientes que ainda desejam engravidar efetuamos embolização parcial, ocluindo apenas os pequenos ramos que irrigam os miomas, poupando os maiores, para que a fertilidade seja conservada.

 

PREPARAÇÃO

Deve iniciar anti-inflamatórios 2 dias antes da embolização. No dia da embolização deve tomar um bom pequeno-almoço e os medicamentos prescritos, porque após a embolização não poderá comer nem beber. Ao chegar a casa após o tratamento, poderá comer uma dieta leve e um chá ou sopa.

Ao chegar ao quarto é colocado um soro na veia do braço.

Cerca de 1 hora antes de se iniciar a embolização uterina começam-se a administrar, analgésicos e anti-inflamatórios, através de soro colocado na veia.

A técnica dura geralmente de 30 a 60 minutos, estando a paciente consciente podendo mesmo visualizar o tratamento no monitor de televisão. Completada a embolização, retira-se o cateter, efetua-se compressão manual durante cerca de 5 minutos a que se segue de curativo compressivo que deve ser mantido até a manhã seguinte. Duas horas após a embolização a doente já se pode levantar do seu leito.

A internação dura apenas algumas horas e a quase totalidade das pacientes vai para casa 4 a 6 horas depois. Neste período haverá um contato permanente com a equipe médica para avaliar queixas ou esclarecer quaisquer dúvidas. Ao regressar a casa pode comer apenas dieta leve, um chá ou uma sopa.

QUANTO TEMPO DURA A CONVALESCENÇA?

No dia seguinte a embolização a doente não deve ficar acamada, e pode, na maioria dos casos, retornar a sua vida normal. Algumas pacientes iniciam mesmo suas atividades profissionais, não devendo contudo dirigir.

RESULTADO DA EMBOLIZAÇÃO

Estudos mostram que cerca de 90% nas mulheres as quais foi efetuada a embolização teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas. Com o aumento de números de fibromiomas e das artérias embolizadas, com aumento das suas dimensões verifica-se uma redução do percentagem de sucesso que pode baixar para 80% ou mesmo 70%. Ou seja, nessesas situações, que 20 ou 30% das pacientes podem não melhorar. Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida.

COMPLICAÇÕES APÓS À EMBOLIZAÇÃO

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados á qualquer cateterismo, mas que são raros. Geralmente não se sente qualquer sintoma durante a embolização. Algumas pacientes podem referir náuseas, vômitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações:

  • Alguma hemorragia, pouco abundante, que pode acompanhar alguns pequenos fragmentos de fibromiomas
  • Alguma dor de leve a média intensidade (controlada com medicação)
  • Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e apenas em fibromiomas submucosos. Ocorre na maioria dos casos, semanas ou meses após o tratamento. Se ocorrer deverá colocar gelo no abdome em baixo ventre e tomar antibiótico
  • O abdôme pode tornar-se raramente duro e distendido. Frequentemente não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica, mas deve ser avaliado.
  • A coxa ou o abdômen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente
  • Aparecimento de um pequeno "calombo" no local onde foi introduzido o cateter. Frequentemente não tem importância e desaparece sozinho, mas deve ser avaliado.
  • Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente sem qualquer medicação.
  • A febre é rara, mas pode ocorrer
  • Corrimento, sem odor, durante alguns dias.

Todos esses sintomas fazem parte do tratamento e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

 

 

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Síndrome das mãos inchadas

seg, 07/29/2019 - 18:13

Quem caminha ou corre enfrenta uma síndrome bem incômoda: “O inchaço das mãos durante a atividade física”.

O que é?

A "Síndrome das mãos inchadas" ocorre quando uma pessoa caminha ou corre por mais de 60 minutos.

O distúrbio é provocado pela circulação sanguínea deficiente durante a prática do exercício.

  1. O sangue depois de ser bombeado para irrigar os órgãos do corpo volta ao coração. Este é o princípio da circulação sanguínea.
  2. No caso dos braços e das mãos, o sangue é levado pelas artérias subclívias direita e esquerda para as veias que irrigam os membros inferiores.
  3. No caminho inverso, as veias lunares braqueria e outras menos profundas retornam o sangue para o musculo cardíaco.
  4. Quando uma pessoa se exercita, a frequência cardíaca aumenta e os vassos se dilatam
  5. A ação da gravidade dificulta o retorno do sangue, causando o inchaço
  6. Como a pessoa não movimenta as mãos elas incham. O incômodo passa minutos depois no final da caminhada ou corrida

Elevar os braços pode acelerar o desinchaço nessa situação.

Outras causas de inchaço:

  • calor
  • doenças renais
  • retenção de líquido
  • artrose
  • anasarca
  • trombose: sim, pode ocorrer trombose em membros superiores; e tromboflebite
  • torções, contusões, traumas
  • insuficiência cardíaca
  • linfedema

É importante fazer o diagnóstico diferencial de Síndrome de Raynaud.

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Compressão no Lipedema

ter, 07/23/2019 - 16:39

"Compressão" refere-se a roupas e artigos de vestuário médico que realmente comprimem a pele que está abaixo dela. Pense nisso como uma forma de dar à sua pele uma ajuda extra na propulsão da linfa de volta para o tronco para que seu corpo possa processá-la. Ao comprimir suavemente o tecido, o fluido linfático não se acumula causando problemas. O artigo é sobre compressão no lipedema, mas a compressão também é indicada para ajudar nas varizes e no linfedema.

Há uma variedade de opções de compressão, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Quando você tem um distúrbio relacionado à gordura, vestir uma roupa de compressão devidamente equipada:

  • Reduz o acúmulo de fluido
  • Melhora o retorno linfático
  • Diminui a dor e inchaço
  • Pode fazer com que sinta o membro menos pesado
  • Pode ajudar a evitar que o seu distúrbio progrida, evoluindo para fases mais avançadas da doença

Em suma, a roupa de compressão adequada pode melhorar sua qualidade de vida. Recomendamos que você fale com seu médico e um vendedor qualificado de roupas para decidir qual opção funciona melhor para você e seus membros.

Os estilos de compressão variam de acordo com o ponto inicial (capri, sem pés, dedos abertos, dedos fechados) e ponto final (coxa, cintura, cintura alta). A compressão do braço geralmente é completa e pode ir até atrás dos ombros. Luvas para as mãos e meias para os pés estão disponíveis.

Cada paciente é diferente, mas os pacientes com lipedema mais típico se beneficiam de usar algo que começa abaixo do tornozelo (como no meio do pé), sobe toda a perna e sobre o abdômen (o tecido do lipedema e o acúmulo de líquido podem ocorrer até a linha do sutiã). Para os braços, algo que começa abaixo do punho e sobe por todo o braço é provavelmente o melhor.

A compressão também varia por personalização e, portanto, por preço. Tamanhos e formas padrão podem ser compradas na internet e em farmácias, MAS são feitas para pessoas com formas padrão, não necessariamente para corpos em forma de lipedema. É muito importante ter mais pressão aplicada distalmente do que mais perto do tronco (isso é chamado de compressão "graduada"). Vestuário personalizado é o ideal, mas você deve encontrar alguém que possa ajustar ao seu corpo adequadamente e obtê-lo feito personalizado para o seu corpo.

Os custos de compressão podem variar de menos de R$200 para peças prontas até mais de R$1000 para peças personalizadas. Convênios habitualmente não vão cobrir roupas de compressão, mesmo com receita do seu médico. Mas não deixe de entrar em contato com o seu convênio para discutir as opções de cobertura.

Malha Circular e Vestuário de Malha Plana

Trabalho circular de compressão da malha para conter a pele por ser um pouco menor do que o membro para o qual elas foram feitas. As que são vendidas no balcão são normalmente feitas de nylon, têm um trama de quatro vias (o que significa que elas esticam tanto em comprimento quanto em largura) e variam em força de compressão de 8 a 15 mmHg. Elas são finas, o que pode torná-las mais confortáveis, e elas têm compressão graduada, o que significa que estarão mais apertadas no pé e no tornozelo do que no joelho ou na coxa. A desvantagem do material mais fino é que a peça pode se amontoar e garrotear atrás do joelho ou do tornozelo, causando desconforto.

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Escovação a seco

ter, 07/23/2019 - 15:44

A escovação a seco pode ser um tratamento coadjuvante fácil e eficaz para reduzir o inchaço no lipedema. Melhora a circulação e o fluxo linfático, além de ser agradável e esfoliante da pele. Procure por um pincel longo manipulado com cerdas naturais. Você vai querer evitar cerdas artificiais, pois elas podem arranhar a pele.

Secar a escova. Você vai usar a escova seca, na pele seca. O objetivo é estimular, não irritar. Se a sua pele ficar vermelha ou começar a doer, pare por um dia ou dois. Você deve segurar o pincel plano contra o corpo para que haja o máximo de contato com a pele quanto possível, e escovar em direção ao coração, cerca de 7 vezes de cada lado.

Para mais informações, consulte os vídeos "Pumping, Vibration, and Dry Brushing #FDRS2016", "Dry Brushing Upper Body" e "Dry Brushing Lower Body" no canal do YouTube da FDRS.

 

 

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Respiração profunda

dom, 07/14/2019 - 11:36

Muitas pacientes relatam uma melhora no fluxo linfático apenas por meio do padrão respiratório. E acontece que elas estão certas. Respirar de maneira a causar uma expansão profunda e a contração do diafragma estimula o sistema linfático, massageia os órgãos internos, estimula o corpo a se livrar das toxinas e reduz o estresse. Este último é particularmente importante para pacientes com desordens relacionadas à gordura (lipedema, Dercum), já que o estresse pode ser um gatilho para esses sintomas.

Incorporar exercícios que se concentram na respiração, como Tai Chi, Yoga (linfática) e Pilates pode ser especialmente eficaz para aqueles pacientes que sofrem de uma doença relacionada à gordura.

A FDRS tem um vídeo sobre respiração profunda em seu canal no YouTube, "Deep Breathing Demonstration #FDRS2016", veja:

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Lipoaspiração no lipedema

dom, 07/14/2019 - 11:17

O primeiro passo para administrar seu lipedema deve ser sempre realizar terapias conservadoras, incluindo: compressão, um plano de alimentação saudável, dieta antiinflamatória, pobre em carboidratos processados ​​e açúcares refinados, exercício físico, Drenagem Linfática, carboxiterapia, suporte emocional, suplementos, medicamentos e escovação a seco. Para atingir os melhores resultados, é necessário acompanhamento com médico especialista em Lipedema/Dercum. No entanto, a lipoaspiração pode ser necessária se você estiver com dor importante, tiver mobilidade e/ou marcha alterada ou sentir tensão em qualquer articulação, como o joelho. Tenha em mente que a lipoaspiração é uma cirurgia, portanto, há riscos envolvidos, incluindo dor pós-operatória, sangramento e infecção.

Lipoaspiração para lipedema não é um procedimento estético. De fato, devido a problemas potenciais de retração da pele, os resultados estéticos podem não ser significativos. Mas a lipoaspiração pode oferecer alívio da dor para os pacientes com lipedema e doença de Dercum. No entanto, isso deve ser feito de uma forma que cause o menor dano possível ao sistema linfático. Nossa equipe é experiente em lipoaspiração para tratamento de distúrbios relacionados à gordura.

Ninguém sabe por que a lipoaspiração funciona para aliviar a dor, já que a massa total removida pode ser bem pequena. Embora a lipoaspiração não seja para perda de peso, alguns especialistas acreditam que o procedimento altera o processamento metabólico, o que faz com que alguns pacientes tenham perda de peso durante os primeiros 18 meses após a cirurgia.

Quase todos os procedimentos de lipoaspiração usam o que é chamado de técnica tumescente para minimizar hematomas, perda de sangue e proteger os vasos linfáticos. Durante a lipoaspiração, o cirurgião satura o tecido com líquido tumescente e anestesia antes de aspirar a gordura.

Muitas técnicas diferentes podem ser usadas durante um procedimento de lipoaspiração. Cada uma tem benefícios e riscos. Lipoaspiração assistida por jato de água, lipoaspiração assistida por ultrassom, lipoaspiração vascular (uma forma de lipoaspiração assistida por ultrassom), lipoaspiração assistida por computador e lipoaspiração assistida por laser são tipos diferentes de dispositivos usados ​​para formar lipoaspiração. O mais importante não é o dispositivo em si, mas sim quem é o cirurgião, como ele é treinado, sua experiência com lipedema e seus resultados.

Durante a sua consulta, faça as seguintes perguntas:

  • Eu sou um bom candidato para lipoaspiração para lipedema/Dercum?
  • Como você define um procedimento bem-sucedido - reduz os resultados estéticos, retardando a progressão da doença?
Tags: lipoaspiraçãolipedemacirurgiavascular Select ratingGive Lipoaspiração no lipedema 1/5Give Lipoaspiração no lipedema 2/5Give Lipoaspiração no lipedema 3/5Give Lipoaspiração no lipedema 4/5Give Lipoaspiração no lipedema 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Aplicação de vasinhos com sedação

ter, 05/28/2019 - 18:03

Tem medo de agulha? Sente muita dor para secar vasinhos? Tentou uma vez e desistiu? Tentou algumas, insistiu, mas viu que seria muito dificil chegar até o fim?

Bom, ainda bem que há solução!

Iniciamos há muitos anos com as técnicas minimamente invasivas como o laser, o CLaCs, a crioanestesia, a espuma e outras, sempre com o intuito de melhorar os resultados, minimizar a quantidade de sessões necessárias e diminuir a sensação dolorosa. A primeira geração do laser era muito dolorosa. A última geração é muito mais eficaz e menos dolorosa; então, a crioanestesia, técnica de anestesia pelo frio ajudou muito, mas, mesmo assim, ainda havia um resquício de dor.

Agora não mais...

A utilização de sedação com a técnica Annox permite realizar a secagem dos vasinhos com sensação dolorosa próxima de zero, além de grande conforto.

Por isso é importante realizar o procedimento em clínica médica especializada. As técnicas mais atuais são utilizadas para o benefício do paciente.

Além disso, para aquelas pessoas que tem pavor de agulha, fobia de agulha (sabia que tem um nome bonito isso? aicmofobia), também conseguem realizar a secagem dos vasinhos. Por duas razões: o laser não necessita de agulha, mas também por causa da sedação Annox.

A técnica Annox utiliza o gás oxido nitroso, também conhecido como gás do riso. Um grande beneficio do óxido nitroso é o fato de possuir rápida absorção e eliminação (seus efeitos atingem o pico após aproximadamente 3 minutos de inalação e sua meia-vida de eliminação é de aproximadamente 5 minutos), com trabalhos mostrando que em 5 minutos já saiu da circulação 95% do gás. 

"Tenho medo de sentir dor durante a aplicação dos vasinhos" 
Não precisa mais ter medo!

Dessa forma, ele é prontamente absorvido e facilmente administrado, e seu efeito começa rápido e cessa logo após término da inalação, sem efeito residual. Além disso, ele é excretado essencialmente inalterado através dos pulmões (menos de 0,004% é metabolizado em seres humanos). Isto resulta em menor possibilidade de efeitos colaterais e interações medicamentosas, quando comparado a outros agentes anestésicos, que confere maior segurança.   Optamos por realizar determinada concentração, que possui a propriedade de induzir sedação consciente, reduzindo significativamente a ansiedade e o sofrimento psicológico dos pacientes durante procedimentos dolorosos.   Se você quer realizar secagem de vasinhos sem dor, e sem agulha, essa é a solução que você pode estar procurando.   Consulte seu cirurgião vascular habilitado na técnica Annox.  

Quero marcar consulta com cirurgião vascular que faz a técnica Annox para sedação em secagem de vasinhos

 

*fonte: Use of Nitrous Oxide in Dermatology. 2018

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Plano de Alimentação RAD

qua, 05/15/2019 - 10:44

A dieta RAD (distúrbios adiposos raros) foi desenvolvida pela Dra. Karen Herbst, endocrinologista da Universidade da Califórnia, em San Diego. Esta dieta é projetada para aqueles que sofrem com distúrbios relacionados com depósitos de gordura anormais. Promove alimentos fáceis de digerir e que reduzem a inflamação. Aqui está um guia prático:
COMA MENOS 
Alimentos refinados com alto teor de açúcar podem causar estragos em nossos corpos. Há muita informação por aí sobre quais alimentos são os piores culpados por isso na dieta de baixo índice glicêmico. Essas dietas são amplamente utilizadas para controlar diabetes tipo 2, bem como SOP (Síndrome do ovário policístico). Comer alimentos com baixo índice glicêmico (alimentos que são digeridos mais lentamente, controlando os níveis de açúcar no sangue e deixando mais satisfeita por mais tempo) reduzirá os níveis de insulina. Isso é importante porque a insulina faz a gordura aumentar.  
 
Aqui está uma lista básica de alimentos que devem ser evitados, mas você deve fazer uma regra geral de limitar alimentos e bebidas açucaradas, bem como qualquer coisa branca, refinada e processada.

  • Açúcares e adoçantes (incluindo mel, agave e outros)
  • Sucos de frutas (exceto limão e lima que são bons)
  • Arroz branco
  • Macarrão branco
  • Batatas
  • Cereais matinais (incluindo flocos de milho, arroz crocante, granola, aveia instantânea)
  • Bolos, muffins, doces e biscoitos
  • TODO álcool. Álcool é feito de açúcar, não existe álcool com 'baixo teor de açúcar'  

Fique avisada: muitos alimentos dietéticos irão ser comercializados como alimentos integrais, e continuam a ter quantidades excessivas de açúcar e ingredientes refinados.  
Laticínios 
A dieta RAD aconselha que você limite a quantidade de produtos lácteos que você consome. Isso inclui:

  • A maioria dos queijos 
  • Todos os produtos derivados do leite

Proteínas animais e gorduras 
Reduzir a ingestão de carnes vermelhas e gordurosas pode ser benéfico, porque as gorduras são absorvidas diretamente nos pacientes com lipedema. A seguir o que deve ser evitado:

  • Todas as carnes vermelhas (bife, carne moída, cordeiro, pato, carne de carneiro, cabra, porco)
  • Cortes de carne mais gordurentos - coxas de frango, peito, shoulder, cortes cozidos, bacon, pernil, salsicha, a maioria dos moídos   

Sal 
Abaixe sua ingestão de sal! Como o açúcar, quando consumido em quantidades excessivas, o sal é tóxico. Isto é especialmente verdadeiro para quem sofre de lipedema à medida que mais água/fluido é retido - o sal só tornará isso muito pior.
COMA MAIS 
Alimentos líquidos: A Dra. Herbst recomenda comer mais alimentos líquidos. Isso porque, a cada vez que comemos, geramos inflamação à medida que o sistema linfático circunda o intestino. "Descanse" o intestino tirando um dia de folga e comendo mais alimentos do tipo líquido, como:  

  • Sopas
  • Guisados ​​(se com carne, certifique-se de que esteja desfiada)
  • Shakes de proteína
  • Smoothies

Proteínas saudáveis ​​- carne magra e peixe 
As proteínas fazem parte de uma dieta equilibrada, embora nem todas sejam iguais. Atenha-se às seguintes proteínas quando estiver na dieta RAD (escolhendo sempre variedades orgânicas não cultivadas quando puder):

  • Peito de frango
  • Carne de peru ou de frango moída
  • Peixe e mariscos diversos (salmão, atum, bacalhau, arinca, solha, camarão, etc.)
  • Ovos

Frutas e vegetais orgânicos 
É claro que você é ilimitado na quantidade de frutas e vegetais que pode comer, embora alguns sejam melhores que outros. O Dr. Herbst recomenda aumentar a quantidade de vegetais crus que você come, porque isso aumenta os produtos finais de glicação avançada que podem causar danos no corpo. Aqui estão os melhores legumes (com base na classificação de índice glicêmico): 
 
Ervilhas, Pepino, Milho doce, Cenoura crua, Berinjela, Brócolis, Couve-flor, Repolho, Cogumelos, Tomate, Pimentões, Vegetais de folhas verdes escuras (espinafre, couve), Todas as alfaces, Pimentão vermelho, verde e amarelo, Cebola (de todos os tipos). 
 
Carboidratos de baixo índice glicêmico 
Carboidratos não são seus inimigos - você só tem que comê-los nas proporções corretas. Aqui está uma lista de carboidratos de baixo índice glicêmico: 

Farelo de aveia, Aveia em flocos, Muesli natural, Trigo triturado, Pães de soja e linhaça, Pão de centeio alemão (Pumpernickel), Pão de centeio, Mix de Sementes, Pães integrais, Ryvitas (especialmente centeio escuro). Massas de trigo. Arroz integral. Cevada perolada, Batata-doce, Tortilhas de trigo integral.

A dieta RAD não leva em consideração elementos pessoais inflamatórios, que considero importantes e devem ser investigados.
Dr Alexandre Amato

 
Fonte: RAD Eating Plan

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Drenagem Linfática

sab, 05/11/2019 - 10:23

Drenagem Linfática (Drenagem Linfática Manual) é uma forma de massagem suave que ajuda a mover o fluido linfático para fora do tecido adiposo e outros tecidos, desobstruir as vias linfáticas e os linfonodos e estimular o bombeamento normal dos vasos linfáticos. Sabe-se que a Drenagem Linfática reduz a dor e a fragilidade capilar no lipedema e doença de Dercum e tem sido utilizada para tratar a doença de Madelung e o inchaço associado à lipomatose múltipla familiar. Envolve pressão consistente e específica (menos de 30 mmHg) e um movimento circular rítmico para estimular a drenagem linfática. Executar a Drenagem em si mesma é chamado de "auto drenagem". Temos alguns vídeos sobre Drenagem Linfática no nosso canal do YouTube:

 

 

Durante a sessão, o terapeuta massageia suavemente a pele na direção que segue o fluxo do sistema linfático. Embora não tenham sido feitos estudos sobre a terapia de Drenagem Linfática e o lipedema, alguns pacientes que se submeteram a este tratamento relatam reduções tanto no inchaço quanto na dor.

Os profissionais da Drenagem Linfática podem ser fisioterapeutas e massoterapeutas capacitados. Dois métodos populares de Drenagem Linfática são Vodder e Leduc. Para encontrar alguém na sua região, fale com seu médico ou terapeuta para recomendações, ou consulte as escolas de treinamento de Drenagem Linfática.

Algumas companhias de seguros cobrirão a Drenagem Linfática com uma receita do seu médico; entre em contato com seu convênio para confirmar.

Como escolher o profissional? Como saber se está fazendo direito?

Conheça as qualificações do profissional O profissional para realizar a drenagem linfática do modo correto deve ser um profissional qualificado, como um esteticista, fisioterapeuta ou massoterapeuta. Por isso, antes de se entregar às mãos de um profissional conheça suas qualificações e saiba se ele é especialista na área. Profissionais que tenham algum curso específico, por exemplo, são mais indicados. Verifique as qualificações. Pergunte a formação, não tenha vergonha de perguntar. O bom profissional nunca se incomoda de mostrar suas qualificações. A drenagem linfática faz parte do currículo normal da fisioterapia, e existem cursos de reciclagem e aprofundamento no tema.   Preste atenção no atendimento O atendimento é parte fundamental do sucesso da drenagem, já que o profissional terá que fazer uma avaliação para saber se você pode realizar a drenagem. Isso porque pessoas com infecções ou problemas mais graves de circulação, por exemplo, não são elegíveis para esse tipo de massagem. Quando a drenagem foi orientada pelo médico, essa avaliação já foi realizada. Por isso, logo no primeiro contato o profissional deve ter a preocupação em avaliar o seu caso para saber se você pode realizar a drenagem – e você deve levar isso em consideração porque significa que o profissional é preparado para cuidar da sua saúde.   Avalie onde o profissional atende Se o profissional realiza o atendimento em uma clínica de estética é necessário que você conheça o local para saber se o profissional segue padrões mínimos de higiene. Lençóis descartáveis pra cada paciente e espaço exclusivo para a drenagem, por exemplo, são itens fundamentais. É possível, também, que o profissional atenda em casa, o que pode ser uma necessidade no seu caso. Se por algum motivo você não puder se locomover até o local de atendimento, o profissional certo para você é aquele que vem em casa.   Considere opiniões de outras pessoas Um profissional indicado por um médico tem mais chances de fornecer o resultado ideal para você, por exemplo. Por isso, antes de contratar o profissional procure indicações sobre ele para saber como foi a experiência de outras pessoas. Pedir recomendações a amigos e familiares é outra opção, já que assim você contratará um profissional de confiança.   Leve em conta o pacote oferecido Muitos profissionais também oferecem pacotes com mais de uma sessão, já que é preciso que a drenagem seja feita mais de uma vez para melhores resultados. Por isso, também é importante levar em consideração se o profissional faz pacotes de sessões e, se sim, quantas são as sessões. E como são as sessões. Adquirir pacotes fechados pode ser mais econômico, mas, por outro lado, só deve ser feito se o profissional for de confiança. Não feche pacotes antes da primeira sessão. Conheça o profissional antes de fechar tratamentos mais longos   Observe os movimentos Quando a drenagem linfática é realizada com movimentos muito intensos e fortes, os vasos dos líquidos do corpo são obstruídos e podem até mesmo ser danificados, com isso, a massagem pode não ter efeito. Por isso, se já tiver contratado um profissional para uma experiência observe atentamente os seus movimentos. Se forem leves e precisos, esse é o profissional de drenagem linfática certo para você. A pressão deve ficar em torno de 30mmHg. Quer saber quanto é 30mmHg? Se tiver um manguito de medir pressão arterial insufle até 30mmHg. A pressão é essa! Além disso a drenagem linfática correta nunca começa distalmente (nos pés), pois é preciso esvaziar os gânglios linfáticos proximais antes. A drenagem deve começar na virilha e ir progredindo para baixo lentamente.  Outra idéia muito boa é fazer com o profissional indicado pelo médico. Mesmo que não possa fazer todas as sessões, faça uma ou duas com esse profissional indicado. Assim você aprende como deve ser uma drenagem linfática correta e conseguirá julgar os próximos profissionais. Às vezes o preço ou a distância podem impedir a realização com o profissional indicado, mas aprender com esse profissional em poucas sessões pode ser de grande valia.    Dessa forma, sabendo como escolher o profissional para realizar a drenagem linfática o procedimento ocorrerá sem problemas e só trará benefícios para você e seu corpo.

Marque sua drenagem linfática com nossa fisioterapeuta indicada Ft. Mari

 

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Erisipela

sex, 05/10/2019 - 18:03
Lavar os pés é essencial

Você sabe o que é erisipela? Trata-se de uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus. Ela e outras linfangites (inflamações de um ou mais vasos linfáticos) são doenças circulatórias que têm quadros clínicos semelhantes, com febre alta, vermelhidão e inchaço da perna, e podem ter em comum a mesma forma de contágio, a partir de uma lesão ou ferimento na pele. A prevenção consiste no combate às micoses interdigitais (lesões cutâneas entre os dedos), cuidados especiais na higiene dos pés, tratamento de pequenos traumatismos ou arranhões e de pequenas infecções da pele. Uma vez instalada a enfermidade, a pessoa deve procurar orientação medida imediata. Apenas uma crise já pode levar ao linfedema, que é o acúmulo do fluido linfático em determinada região do corpo.

 

A erisipela é uma doença infecciosa e não contagiosa, caracterizada por feridas avermelhadas, inflamadas e dolorosas na pele, especialmente nos membros inferiores como pernas e pés.   O nome pode até não ser muito comum, mas a erisipela é mais uma integrante do grupo das dermatoses infecciosas existentes e também pode ser atendida, popularmente, por zipra, esipra, zipla, mal-da-praia, vermelhão, entre outros nomes.   A doença não possui uma frequência exata para aparecer no organismo, podendo aparecer apenas uma ou várias vezes durante o ano todo ou, ainda, perdurar por toda a vida; mas sabe-se que após a primeira erisipela, a chance de outras virem é maior.   Se não tratada corretamente, a erisipela pode avançar tornando-se uma forma mais grave, a erisipela bolhosa, causando bolhas que possuem cerca de 10cm de comprimento e que contém um líquido que pode ser transparente, amarelo ou marrom. Se ocorrer surtos repetidos da doença, o linfedema que ela causa pode evoluir para elefantíase. Tardiamente a erisipela causa o linfedema.   Pelos seus sintomas serem muito parecidos com os de outra infecção de pele chamada celulite (que não é aquela irregularidade estética na pele que incomoda tanto as mulheres), muitas pessoas confundem uma doença com a outra. Porém, é válido saber que elas não são a mesma coisa, uma vez que a erisipela atinge as camadas mais externas da derme e a celulite atinge as camadas mais profundas, inclusive o tecido gorduroso, localizado na hipoderme. Erisepela ≠ Celulite ≠ celulite estética

Marque consulta com o especialista em Erisipela

 

Fonte: SBACVRJ

*Não é erizipela heim pessoal

Anatomia: 

Sistema linfático

Causa: 

Mas o que causa a Erisipela?

Normalmente encontramos uma porta de entrada para a bactéria causadora da erisipela o Streptococos. Essa porta de entrada pode ser uma pequena ferida, uma fissura ou mesmo uma picada de inseto. A bactéria oportunista entra pela lesão e causa infecção na região. Por vezes a lesão inicial é causada por um fungo, mas depois a bacteria entra e causa o estrago.

Diagnóstico Diferencial: 

O diagnóstico da Erisipela

O diagnóstico da doença é frequentemente feito por um cirurgião vascular, por ser doença que acomete o sistema linfático. Para outras dermatoses, o dermatologista saberá te indicar corretamente qual o tipo de tratamento para o seu caso.

Normalmente, por não ter necessidade, o especialista não pede nenhum exame além do clínico que ele mesmo faz. Porém, há alguns que solicitam um exame de sangue, ou até mesmo da pele, para confirmar qual é o tipo de bactéria causadora da doença.

Fatores de Risco: 

Quais são os grupos de maior risco para contrair a doença?

As pessoas mais propensas a contraírem a erisipela são:

 

  • Crianças com idade entre 2 e 6 anos;
  • Adultos com mais de 60 anos;
  • Pessoas com excesso de peso;
  • Portadores de diabetes não compensado;
  • Pessoas que apresentam diminuição no número de linfáticos, como portadores de linfedema ou recém saídos de mastectomia;
  • Pessoas com insuficiência venosa nos membros inferiores;
  • Pessoas cardiopatas e nefropatas com inchaço nas pernas;
  • Pessoas imunossuprimidas (AIDS ou outras doenças) ou com doenças crônicas debilitantes.

Se alguém que você conhece está nesse grupo de risco e apresenta os sintomas da doença, que estão a seguir, recomende-a a ir a um médico. Ah, e também não se preocupe com você, caso fique em contato direto com essa pessoa, pois a doença não é contagiosa.

 

 

Prevenção Primária: 

Como posso me prevenir da Erisipela?

Por mais que a doença não possa ser sempre prevenida, temos que diminuir suas chances. Você pode seguir algumas dicas para evitá-la:

  • Como em toda infecção, lave as mãos constantemente para evitar a proliferação da bactéria;
  • Mantenha sempre as feridas limpas;
  • Não ande descalço e troque de meias todos os dias, dando preferência às de algodão;
  • Se você tiver pé-de-atleta, ou outra infecção fúngica, trate-o;
  • Use hidratantes para evitar que sua pele fique seca e acabe tendo fissuras;
  • Tente não coçar a sua pele com muita frequência, e sem violência;
  • Tenha certeza de que você não tem nenhuma outra doença de pele, como psoríase e eczema.
  • Siga as orientações de cuidados para o pé diabético, mesmo não tendo diabetes. Os cuidados visam manter os pés sem lesões, que é essencial para prevenir a erisipela.
Sinais ou Sintomas: 

Os sintomas da Erisipela

Além das lesões avermelhadas outros principais sintomas da doença são:

 

  • Pequenas ou grandes bolhas na pele;
  • Febre;
  • Náuseas e vômito;
  • Calafrios;
  • Mal estar.

No caso da erisipela bolhosa, as bolhas possuem cerca de 10cm de comprimento e contém um líquido que pode ser transparente, amarelo ou marrom. Além disso, caso o ferimento seja nas pernas ou nos pés, ínguas (caroço que fica sob a pele e dói quando é apalpado) na virilha podem aparecer e a temperatura local pode aumentar.

 

Tratamentos Possíveis: 

Tratamentos da Erisipela

Existem alguns modos de se fazer o tratamento para a erisipela

 

Tratamento caseiro acompanhado pelo médico 

Ao constatar a doença, você deve:

  • Repousar na maior parte do dia com o local da infecção em uma posição mais elevada do que o seu corpo;
  • Repouso relativo: Revezar com o repouso algumas caminhadas pela casa;
  • Beber bastante líquido;
  • Fazer compressas com água gelada sobre as feridas.

Medicamentos 

Os medicamentos prescritos pelo seu cirurgião vascular normalmente são para uma semana, mais ou menos. Entre eles estão:

  • Penicilina (o mais utilizado em casos de erisipela);
  • Ampicilina;
  • Cefalexina;
  • Amoxicilina, frequentemente com clavulanato;
  • Cefradina;
  • Ciprofloxacino.

Para quem tem alergia a penicilina, os medicamentos geralmente usados são:

  • Eritromicina;
  • Claritromicina;
  • Clindamicina.

No caso da erisipela bolhosa, caso mais grave da doença, os medicamentos podem ser aplicados através das veias, internado em um hospital.

 

Cirurgia 

Cirurgias para o tratamento da erisipela só são requeridas em casos extremos da doença: quando ela se desenvolve no organismo de uma forma muito rápida e mata vários tecidos saudáveis do corpo. São casos gravíssimos que requerem cuidados intensivos do cirurgião. O procedimento da cirurgia, muito provavelmente, será a retirada desse tecido morto. As pessoas mais sujeitas a esses quadros graves são os imunodeprimidos.

 

Atenção! 

 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. 

 

Complicações Possíveis: 

Caso o tratamento não seja feito, há alguma complicação?

Toda erisipela diagnosticada necessita de um tratamento, caso contrário, algumas complicações podem acontecer. No caso da erisipela, elas são:

  • Abscesso (acúmulo de pús);
  • Surgimento de coágulos de sangue (trombose venosa);
  • Gangrena (isquemia e morte do tecido);
  • Envenenamento sanguíneo, que acontece quando a infecção ultrapassa a corrente sanguínea (sepse);
  • Infecção de válvulas sanguíneas;
  • Infecções de articulações e ossos;
  • Se a infecção estiver presente próximo aos olhos, é provável que ela atinja o cérebro.

No caso de suspeita de erisipela, vá a um pronto socorro ou ao cirurgião vascular mais rápido.

Código: A46 Select ratingGive Erisipela 1/5Give Erisipela 2/5Give Erisipela 3/5Give Erisipela 4/5Give Erisipela 5/5 Average: 4.5 (2 votes) linfáticoerisipelasbacvdica
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Bombas Pneumáticas de Compressão

sex, 05/10/2019 - 17:28

Bombas Pneumáticas de Compressão (BCP) são usadas para mover a linfa dos membros de volta ao núcleo para processamento. As bombas hoje utilizam tecnologia que emprega configurações de pressão variáveis ​​projetadas especificamente para usar menos pressão. Podem até cobrir a área do tronco, impedindo o edema genital e abdominal.
As BCPs não substituem a terapia de Drenagem Linfática Manual (Drenagem Linfática), roupas de compressão ou qualquer outro tratamento prescrito. Em vez disso, seu objetivo é aumentar seu tratamento em casa. Pacientes que usaram BCPs relatam que sentem suas pernas mais leves, sua fibrose é mais suave e têm menos dor nas pernas após o tratamento. Seu médico e/ou terapeuta trabalhará com você para elaborar um plano de tratamento individualizado para tratar de seus problemas específicos.
Para obter uma BCP, você precisará de uma receita do seu médico. Alguns planos de saúde pagam por todo ou parte da sua BCP, então ligue para o seu para descobrir se está coberto pelo seu plano e para obter qualquer pré-aprovação necessária.
A bomba Doctor Life da Venosan tem 2 modelos. O  LX9, é um equipamento mais completo, possui 4 modos principais permitindo a utilização de até três componentes infláveis simultaneamente como bota, luva, cintura, ou calça. Normalmente é usado em clínicas de fisioterapia, estética e etc... Auxilia na prevenção de problemas circulatórios, oferecendo tratamentos como: drenagem linfática, ativação da circulação e massagem muscular.
A Phlebo Press DVT é o aparelho de compressão pneumática para prevenção de trombose venosa profunda. O DVT possui quatro câmaras independentes e sequenciais que comprimem do plexo venoso do pé até a panturrilha e previnem de forma eficiente a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar. 
Outras bombas populares que utilizam a tecnologia atual e aprimorada são Flexitouch e Lympha Press. O Flexitouch tem 32 câmaras por membro e menores pressões variáveis. No entanto, o velcro no Flexitouch é um pouco mais difícil de usar, embora seja ótimo para membros com formas anormais. O Lympha Press tem pressões mais altas e menos câmaras por lado (12), mas mais câmaras do que as bombas antigas. É fácil de puxar e se é muito grande para o membro, basta colocar um travesseiro na área.
A fim de garantir que o que você escolheu é seguro, você quer um BCP que é programável para compressão de luz, usa ajustes de pressão variável, e é projetado com várias câmaras. Faça sua lição de casa e fale com vários fornecedores sobre a tecnologia que eles usam e suas taxas de sucesso. O seu médico ou terapeuta pode recomendar uma bomba específica ao invés de outra para o seu caso individual, por isso certifique-se de obter a sua recomendação antes de encomendar.
Pacientes pós-cirúrgicos devem falar com seu cirurgião sobre o uso de BCP após a cirurgia.

Tags: lipedemalinfedemacompressão Select ratingGive Bombas Pneumáticas de Compressão 1/5Give Bombas Pneumáticas de Compressão 2/5Give Bombas Pneumáticas de Compressão 3/5Give Bombas Pneumáticas de Compressão 4/5Give Bombas Pneumáticas de Compressão 5/5 Sem avaliações
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Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema

sex, 05/10/2019 - 17:06

REDUZIR A INFLAMAÇÃO

GESTÃO DA DOR/SINTOMAS INFLAMATÓRIOS

  • Considerar suplementos e medicamentos com médico especialista em lipedema
  • Exercício
    • Exercício aquático
    • Caminhada
    • Ioga linfática
    • Trampolim
    • Ciclismo
    • Pilates

Marcar consulta com especialista em Lipedema: Dr Alexandre Amato
MELHORAR O FLUXO LINFÁTICO

AJUDE SEU CORPO

  • Construir força muscular (especialmente quadríceps)
  • Reduzir a gordura corporal não lipedêmica através de dieta e exercício, mesmo apesar da dificuldade
  • Considerar lipoaspiração

OBTENHA SUPORTE EMOCIONAL

  • Junte-se a grupos de pacientes
  • Faça amizade com pacientes
  • Considere o aconselhamento profissional

 
Nota: Comece devagar, não precisa fazer tudo de uma vez.

Tags: lipedematratamento Select ratingGive Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema 1/5Give Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema 2/5Give Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema 3/5Give Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema 4/5Give Tratamentos e Objetivos no Cuidado do Lipedema 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Linfedema

ter, 04/30/2019 - 19:08
Linfedema

Inchaço nas pernas ou nos braços? Pode ser linfedema! Agora se quiser ler sobre outra causa de inchaço, o lipedema, o artigo é outro.

A você paciente, nossos cumprimentos. Se está lendo este texto, isto significa que está interessado na sua saúde. Para se aprofundar no assunto ou avaliar a sua situação, passe em consulta com um cirurgião vascular.

O linfedema é definido como um acúmulo de líquido e proteínas, que pode ocorrer em diversas regiões do corpo, mas com particular importância nas extremidades como braços e pernas. Várias doenças estão relacionadas ao comprometimento do sistema linfático, seja pelo seu bloqueio ou pela sua lesão direta. Como destaques para as situações mais frequentes podemos citar:

Linfedema nos membros superiores: ligado ao câncer de mama, geralmente pós-cirúrgico ou pós-radioterapia

Linfedema nos membros inferiores: ligado às infecções (erisipelas) de repetição

O sistema linfático é pouco conhecido, mas desempenha um importante papel  em nosso organismo. Geralmente localiza-se paralelo ao sistema de transporte de sangue:

Sistema arterial: vasos sanguíneos responsáveis pela distribuição de sangue oxigenado e rico em nutrientes a todos órgãos e tecidos

Sistema venoso: vasos sanguíneos responsáveis pelo retorno deste sangue, agora com mais gás carbônico e sobras do metabolismo ao coração

Entre as artérias e as veias existe diferença de pressão de permite o fluxo de uma para a outra, mas desse diferencial de pressão decorre acúmulo de liquido e sobras metabólicas nos tecidos.

Como se inicia o problema?

O sistema linfático é responsável pela coleta do excesso de líquidos, proteínas e metabólitos que “sobram” em nosso corpo, pelo direcionamento destes de volta à circulação e pela defesa do organismo contra infecções. Mesmo com o sistema linfático funcionando normalmente, uma produção exagerada de líquidos e metabolitos pode levar ao seu acúmulo, nesse caso, caracterizando o edema simples ou inchaço naquela determinada região. Algumas situações comuns de inchaço sem comprometimento do sistema linfático são: insuficiência cardíaca, problema nos rins, alterações do fígado, varizes dos membros inferiores, hipotireoidismo crônico (mixedema) e o uso de medicações como corticoides, alguns anti-hipertensivos e até mesmo determinados diuréticos, que podem gerar desbalanço e ser a origem do problema.

Como posso fazer o diagnóstico?

A correta identificação da causa desse edema é importantíssima, visto que os tratamentos serão fundamentalmente diferentes. Na maioria das vezes, um minucioso exame médico é suficiente para fazer essa diferenciação. Eventualmente, exames complementares como dosagens sanguíneas (função renal, hepática, proteínas, etc), ultrassom venoso e testes cardíacos são úteis para afastar as outras causas. A linfocintilografia é o exame mais indicado para a visualização direta do sistema linfático, mas suas indicações são restritas.

Há tratamento?

Sim. Muito embora com a tecnologia e os recursos que dispomos atualmente o Linfedema não tem cura, é possível e importantíssimo fazer o tratamento adequado a fim de bloquear a evolução da doença e diminuir suas graves consequências. Tal tratamento é baseado em quatro pontos fundamentais, conhecido como terapia descongestiva complexa. Os componentes desse tratamento consistem na drenagem linfática manual, exercícios que estimulem a drenagem linfática (miolinfocinéticos), terapia de compressão (com meias/luvas elásticas ou bandagens compressivas) e os cuidados com a pele como hidratação e prevenção de infecções fúngicas ou simplesmente micoses. A associação de linfedema de membros inferiores e doença venosa (varizes ou insuficiência venosa crônica) é bastante frequente. Nestes casos o tratamento concomitante pode trazer benefícios e uso de medicações flebotômicas e/ou meias de compressão podem ajudar a minimizar os sintomas.

 

Dica: Se você apresenta inchaço nas pernas ou nos braços e pensa que pode ser linfedema, converse com seu cirurgião vascular. Ele é o especialista que conhece as melhores técnicas de investigação e pode, em conjunto com o paciente, definir a forma mais adequada de prevenir e tratar esse problema.

Veja mais:

Anatomia: 

Sistema linfático

Causa: 

Adquirida (câncer de mama, erisipela, traumas) ou Congênita

Diagnóstico Diferencial: 

Lipedema

Fatores de Risco: 
  • tratamento de câncer de mama
  • infecção por nematódeos (filariose)
  • cirurgia perto de linfonodos axilares ou inguinais
  • estádio avançado de tumor, nódulo e metástase (TNM)
Evolução Natural: 

Depende da causa

Prevenção Primária: 

A prevenção rrequer alimentação saudável; em manter o peso atual ou perder peso, se necessário; realizar exercício físico – os movimentos forçam o líquido a ser drenado pela compressão dos músculos.

 

Visitas regulares ao seu médico  onde a área será examinada e medida; drenagem linfática manual, um procedimento que apenas deve ser realizado por um profissional de saúde qualificado; aplicação de meias (ou mangas) de compressão

Sinais ou Sintomas: 
  • Sensação de peso em alguns locais do corpo, como braço, perna, barriga ou genitais;
  • Edema/Inchaço.;
  • Alteração da textura da pele, como enrijecimento e vermelhidão;
  • Dor, formigamento ou outro desconforto na região;
  • Diminuição dos movimentos e da flexibilidade nas articulações próximas, como mãos, pulsos, tornozelos, pálpebras e lábios;
  • Sentir que roupas e sapatos parecem apertados sem qualquer ganho de peso, assim como colares, anéis, relógios ou pulseiras. 
Prognóstico: 

O prognóstico do linfedema é bastante difícil, devido à multiplicidade de causas. Pacientes que apresentam aplasia ou hipoplasia distal na linfocintilografia são considerados de bom diagnóstico, com uma evolução lenta do edema e de complicações. Por outro lado, em pacientes que apresentem hipoplasia proximal, associada ou não à distal, a progressão para edema severo é rápida e com complicações.

Tratamentos Possíveis: 

Quanto mais cedo descobrir o problema, mais fácil o tratamento. Devemos lembrar que o linfedema é uma doença crônica, e o tratamento é paliativo, visando evitar a piora ou evolução do problema.

 

Quando o edema ainda regride, a maioria das vezes resolvemos o problema com atitudes saudáveis como manter o peso equilibrado, atividade física regular, colocar as pernas elevadas sempre que puder, uso de meia elástica medicinal e drenagem linfática.

 

Para casos mais graves, além do que já foi dito, podemos usar a terapia física complexa, que, além da drenagem linfática manual, inclui compressão, exercícios miolinfocinéticos e cuidados com a pele. Também podemos usar medicação linfocinética. Em casos extremos existem opções cirúrgicas para retirar o excesso de tecido formado.

Complicações Possíveis: 

Infecção, como celulite e erisipela são complicaçõe spossíveis. É vital que os pacientes com linfedema estejam cientes dos sintomas da infeção, para que procurem tratamento aos primeiros sinais, uma vez que infeções recorrentes, além de seu perigo inerente, ainda (podem) danificar o sistema linfático e criar um círculo vicioso. A inflamação da pele e de tecidos conjuntivos, inflamação de vasos linfáticos, trombose venosa profunda são complicações do linfedema.

Muito raramente, em alguns casos extremamente graves, no caso do linfedema não ser tratado durante 6 e 10 anos, por exemplo, poderá surgir um tumor conhecido como linfangiossarcoma. O câncer começa como um nódulo avermelhado na pele, alastrando-se rapidamente. É  bastante agressivo, sendo tratado por amputação do membro afetado.

Select ratingGive Linfedema 1/5Give Linfedema 2/5Give Linfedema 3/5Give Linfedema 4/5Give Linfedema 5/5 Average: 5 (1 vote) linfáticalinfáticodoença
Categorias: Medicina

O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal

seg, 04/22/2019 - 12:13
Aneurisma de Aorta Abdominal

Quando se investiga uma doença no paciente que não tem sintomas deve-se eticamente considerar que:

  • A doença tenha alta taxa de mortalidade.
  • O exame utilizado para o diagnóstico seja bem aceito pelo paciente, eficaz e de custo razoável.
  • principalmente  que o tratamento da doença diagnosticada na fase pré-sintomática faça diferença real na vida da pessoa. (ou seja, não adianta achar doenças que não necessitem de tratamento, ou que não mudem o prognóstico)

 

As duas principais organizações no mundo que definem as orientações para o rastreamento de doenças no paciente assintomático (check-up) são a U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF) e a Canadian Task Force on Preventive Health Care (CTFPHC). São forças tarefas com diversos especialistas que revisam as melhores evidências científicas e determinam que exames devam ser realizados e em quais indivíduos.

Novamente na última recomendação da USPSTF publicada em 2014 a investigação do aneurisma da aorta abdominal é fortemente recomendada nos homens idosos (de 65 a 75 anos) fumantes.

Outros fatores de risco para essa doenças além do envelhecimento são:  doenças das artérias coronarianas, doença cerebrovascular, colesterol elevado, obesidade, hipertensão arterial e história de outros aneurismas.

O exame para a detecção é a ultrassonografia com doppler, que é fácil de ser realizado, não traz desconforto para o paciente e apresenta alta sensibilidade (94% a 100%) e especificidade (98 a 100%), ou seja,  detecta com segurança esse problema.

A grande vantagem do diagnóstico precoce do aneurisma da aorta abdominal é que a taxa de mortalidade na cirurgia eletiva é ao redor de 5% e na cirurgia de urgência de 21 a 76%. Ou seja, descobrindo cedo, tratando cedo com o cirurgião vascular, melhores prognósticos.

Fizemos um projeto no passado com um modelo de Check-up Virtual online, que chegou a ganhar prêmio Dr Cidadão.

 

Referências:

 

Moraes, IN Tratado de Clínica Cirúrgica

Amato, MCM, Manual do Médico Generalista na Era do Conhecimento

Internet Citation: Clinical Summary: Abdominal Aortic Aneurysm: Screening. U.S. Preventive Services Task Force. October 2014.

uspreventiveservicestaskforce

Um artigo do nosso colega e geriatra Dr Marcos Galan Morillo.Anatomia: 

Artérias

Causa: 

Aterosclerose, degenerativo, infeccioso, congênito

Diagnóstico Diferencial: 

Doença arterial oclusiva

Fatores de Risco: 

Tabagismo
Hipertensão

Evolução Natural: 

A tendência dos aneurismas é crescer até, em algum momento, romper. Mas a velocidade de crescimento é muito importante, pois se crescerem lentamente e sendo pequenos, podem ser apenas acompanhados com observação e tratamento clínico.

Prevenção Primária: 

Não fumar, tratar hipertensão, tratar outras comorbidades

Sinais ou Sintomas: 

A maioria não tem sintomas, mas quando rompem podem causar choque e óbito

Tratamentos Possíveis: 

Cirurgia aberta de aneurismectomia
Cirurgia Endovascular de exclusão de aneurisma
Tratamento clínico

Complicações Possíveis: 

Ruptura, oclusão, embolização distal

Código: I71 Select ratingGive O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal 1/5Give O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal 2/5Give O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal 3/5Give O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal 4/5Give O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal 5/5 Sem avaliações vascularaneurismageriatriaprevenção
Categorias: Medicina

Perda da visão

seg, 04/15/2019 - 12:31

Causas vasculares de perda da visão
 

Tags: sintomas Select ratingGive Perda da visão 1/5Give Perda da visão 2/5Give Perda da visão 3/5Give Perda da visão 4/5Give Perda da visão 5/5 Sem avaliações
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Dor de cabeça

seg, 04/15/2019 - 12:27

Existem mais de 200 tipos de dor de cabeça. Seus sintomas de dor de cabeça podem ajudar o médico a determinar a causa e o tratamento adequado. A maioria das dores de cabeça não é resultado de uma doença grave, mas algumas podem resultar de uma condição com risco de vida que requer cuidados de emergência. Causas de dor de cabeça são muitas, entre elas:

  • Estresse
  • Calor
  • Dormir mal
  • Alguns Alimentos
  • Postura incorreta
  • Cheiros fortes
  • Esforço exagerado
  • Dor de cabeça tensional
  • Enxaqueca
  • Sinusite
  • Cefaléia em Salvas
  • Cefaléia Tensional
  • Cefaléia pós coito
  • Hemicranias paroxísticas
  • Sinusite aguda
  • Coágulo de sangue (trombose venosa) dentro do cérebro
  • Aneurisma cerebral
  • Cérebro com malformação arteriovenosa ou uma formação anormal de vasos sanguíneos do cérebro
  • Tumor cerebral
  • Intoxicação por monóxido de carbono
  • Síndrome de Arnold-Chiari (malformação rara e congênita do sistema nervoso central)
  • Concussão
  • Desidratação
  • Problemas dentários
  • Otite
  • Encefalite
  • Arterite (inflamação do revestimento das artérias)

  • Glaucoma
  • Ressaca
  • Gripe
  • Rupturas de vasos sanguíneos no cérebro
  • Medicamentos para o tratamento de outras doenças
  • Meningite
  • Uso excessivo de medicação para a dor
  • Ataques de pânico
  • Síndrome pós-concussão
  • Pressão na cabeça por conta de chapéus apertados, capacetes ou óculos de proteção
  • Aumento da pressão no interior do crânio
  • Toxoplasmose
  • Neuralgia do trigêmeo.
Tags: sintomasclínica Select ratingGive Dor de cabeça 1/5Give Dor de cabeça 2/5Give Dor de cabeça 3/5Give Dor de cabeça 4/5Give Dor de cabeça 5/5 Sem avaliações
Categorias: Medicina

Arterite temporal

seg, 04/15/2019 - 12:13
Arterite temporal

A arterite temporal (AT) é uma vasculite considerada emergência médica, pois se não for tratada pronta e corretamente pode causar cegueira permanente em até 20% dos pacientes.

O que é a arterite temporal?

Também chamada de arterite de células gigantes ou vasculite necrotizante é uma inflamação das artérias do sistema carotídeo, particularmente as artérias cranianas.

Qual a população mais suscetível?

A arterite temporal ocorre principalmente em idosos com mais de 70 anos e é um pouco mais comum nos indivíduos de pele branca e do sexo feminino.

Quais os sintomas da arterite temporal?

Em 70 a 90% dos pacientes o sintoma inicial é uma dor de cabeça latejante e continua na região temporal (parte lateral anterior do crânio ou “têmporas”).

Ocorre também diminuição, turvação e/ou perda fugaz da visão.

É comum esse quadro ser precedido de dor muscular e fraqueza na região dos ombros e membros superiores (polimialgia reumática).  Febre baixa e inapetência também podem estar presentes.

Como é feito o diagnóstico?

Após a suspeita clinica deve-se palpar a artéria temporal (foto) que pode estar mais grossa, dolorosa e com a pulsação ausente ou diminuída. Às vezes a dor piora com movimentação da mandíbula.  O exame que define do diagnóstico é a biópsia da artéria temporal que deve ser feita por um cirurgião vascular nas primeiras 48horas e analisada por um patologista.

O exame de hemossedimentação (VHS) é muito elevado (>100) e reforça o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Para prevenir a cegueira o tratamento com corticosteroides deve ser iniciado assim que houver a suspeita clinica e em doses efetivas. Se não for possível realizar a biópsia prontamente o tratamento não deve ser adiado, mas a biópsia da artéria é o exame padrão ouro para confirmar o diagnóstico e determinar o tempo de tratamento.

 

 

Um artigo do nosso colega e geriatra Dr Marcos Galan Moriilo.

 

Bibliografia: Palheta Neto, F. X., Carneiro, K. L., Rodrigues Junior, O. M., Rodrigues Junior, A. G., Jacob, C. C. D. S., & Palheta, A. C. P. (2008). Aspectos clínicos da arterite temporal. Arq. Int. Otorrinolaringol. (Impr.), 12, 546–551. Retrieved from http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=570

Anatomia: 

Artéria temporal

Causa: 

Autoimune ou desconhecido

Diagnóstico Diferencial: 

problemas odontológicos, neuralgia do trigêmeo, sinusites, otites, alterações nos vasos sangüíneos ou músculos dos oculares, entre outras várias causas de cefaléia 

Epidemiologia: 

A Doença de Horton é a vasculite mais prevalente em adultos acima de 50 anos, com pico de incidência entre os 70 e os 80 anos, sendo esta de cerca de 200 casos por 100.000 habitantes, especialmente em idosos, e a média de idade de 72 anos, com grande variação de país a país. As mulheres têm de 2 a 6 vezes mais chances de serem acometidas do que os homens, provavelmente devido a fatores hormonais, contudo observou-se que o predomínio do sexo feminino está associado à polimialgia reumática e não na sua forma pura. O percentual também é maior em pessoas com histórico de tabagismo. A doença não tem alta preferência por tipo racial, porém é ligeiramente superior em caucasianos, especialmente entre os descendentes escandinavos, o que provavelmente, está relacionado com a distribuição do antígeno HLA-DR4 entre as raças 

Sinais ou Sintomas: 

Sintomas sistêmicos incluem febre, adinamia, inapetência, perda de peso e mialgias inespecíficas, principalmente pela manhã, com rigidez do pescoço e da musculatura da cintura escapular e pélvica, além de sudorese noturna e anorexia.
A claudicação da mandíbula é um sintoma clássico da doença. O paciente tem dor quando mastiga ou conversa mais prolongadamente, melhorando com o repouso, ocorrendo nos casos em que há comprometimento da artéria facial. A claudicação dos músculos da língua e da deglutição e espasmos dos músculos da mastigação, denominado de trismo também pode ocorrer.
As manifestações oftalmológicas são diversas, dentre as quais destaca-se a neuropatia óptica isquêmica anterior (NOIA), constituindo uma das mais graves e mais comuns seqüelas da doença, tendo sido relatada entre 7% e 60% dos pacientes.
Defeitos campimétricos e cegueira cortical.
Dentre as manifestações neurológicas, a principal queixa é a cefaléia, sendo a manifestação cardinal da ACG e a queixa que mais freqüentemente leva o paciente ao médico: Dor intensa, persistente, unilateral ou bilateral, na região temporal e até mesmo occipital, lancinante ou pulsátil, com períodos de exacerbação, apresentando tumefação, amolecimento e hipersensibilidade na região temporal, em cerca de 25% dos casos. Alguns relatam dor em qualquer parte da cabeça ou difusamente, como na cefaléia por contração muscular.
Depressão, confusão mental, demência, psicose; infarto ou hemorragia cerebral, episódios isquêmicos transitórios; ataxia, tremor, surdez, tinitus, vertigem (manifestações relacionadas à artéria facial); paralisia facial; síncope, convulsões, meningismo, diabetes insípido; mielopatia transversa e neuropatias periféricas.
As principais manifestações otorrinolaringológicas são tosse seca persistente, odinofagia, disfonia, parestesias e claudicação linguais, zumbidos, glossite, isquemia e necrose linguais, e disacusia neussensorial, que pode variar da forma leve até a surdez, caso o tratamento não seja efetuado devidamente 

Prognóstico: 

O prognóstico da doença, quando bem tratada, é bom. A sobrevida dos pacientes não é diferente da população em geral com a mesma faixa etária. Com tratamento, a maioria dos indivíduos atinge a remissão completa; contudo, a perda da visão pode ser irreversível. Se a artéria aorta ou alguma de suas tributárias estão envolvidas, o prognóstico pode ser pior, pois esses vasos podem se alargar e até mesmo romper. Porém, a maior parte das complicações relacionadas à arterite de células gigantes é causada mais pela terapia com hormônios esteróides do que pela doença propriamente dita 

Tratamentos Possíveis: 

O tratamento de pacientes com arterite temporal é fundamental para evitar a perda da visão e a terapia deveria ser iniciada baseada na suspeita clínica, não nos resultados da biópsia. Utiliza-se um tipo de corticosteróide para o tratamento clínico. O principal objetivo da corticoterapia é a prevenção da cegueira, principalmente quando um dos olhos já foi atingido, ou de outras graves complicações da doença. 

Complicações Possíveis: 

Cegueira

Código: M31.5 Select ratingGive Arterite temporal 1/5Give Arterite temporal 2/5Give Arterite temporal 3/5Give Arterite temporal 4/5Give Arterite temporal 5/5 Average: 3 (1 vote) geriatriavasculararteritereumatologia
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Varizes passa de pais para filhos?

qua, 04/10/2019 - 08:26

Isso é a mais pura verdade, na maioria dos casos varizes são hereditárias, são as chamadas varizes primárias. É claro que nem todos desenvolverão a os problemas da falha da bomba periférica, como dor nas pernas, inchaço/edema, coceira, eczema de estase, dermatite ocre (deposição de hemossiderina), lipodermatoesclerose (endurecimento da pele e subcutâneo), varicorragia (sangramento pelas varizes), úlceras venosas e varizes.
O fato de ter parentes com varizes ou problemas venosos aumenta a probabilidade de ter também, porém não significa que terá. Também o fato de ter varizes não significa que seus filhos terão, embora eles tenham uma probabilidade maior do que a população em geral.
O defeito genético não está completamente elucidado ainda, sendo multifatorial e com herança indefinida, um estudo mostra que é passado aos filhos em 90% dos casos se pai e mãe tiverem a doença; caso somente um dos dois possua a doença, há um risco de 62% em mulheres e 25% em homens; caso nenhum dos dois genitores possua a doença, ainda há um risco de 20%.

Fonte: https://www.veins.co.uk/
Berard A, Abenhaim I, Platt R, et al. (2002) Risk factors for the first time development of venous ulcers of the lower limb: The influence of heredity and physical activity. Angiology 53:647-657
David L. Rimoin, MD, PhD, J. Michael Connor, Reed E. Pyeritz, MD, PhD and Bruce R. Korf, MD, PhD Emery and Rimoin's Principles and Practice of Medical Genetics e-dition, 5th Edition, Churchill Livingstone, 2007

varizes
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Coceira nas pernas

qua, 04/10/2019 - 08:24

Suas pernas estão coçando? Quer saber quais são as possíveis causas de coceira nas pernas? Pernas que coçam podem ter várias causas:

  • Doenças
    • Insuficiência Venosa Crônica
      • Eczema
    • Lipedema
    • Alergia
    • Dermatite
      • Dermatite de contato
      • Dermatite atópica
    • Urticária
    • "Pele seca" / "Pele ressecada" / Xerose
    • Escabiose (sarna)
    • Doenças do fígado
      • tumores
      • cirrose biliar primária
    • Picada de inseto
      • estrófulo
    • Neuropatia diabética
    • Líquen plano
    • Falta de higiene
    • Fungos
      • tinea cruris
Tags: sintomasvascularcoceira Select ratingGive Coceira nas pernas 1/5Give Coceira nas pernas 2/5Give Coceira nas pernas 3/5Give Coceira nas pernas 4/5Give Coceira nas pernas 5/5 Sem avaliações
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ClaCs

sab, 04/06/2019 - 21:56

Na última década diversas tecnologias amadureceram e passaram a integrar o arsenal terapêutico venoso.

Há muito se sabe que nenhuma técnica única é perfeita para o tratamento de todas as teleangiectasias, reticulares e varizes.

Não existe pílula milagrosa, ou pomada mágica.

Cada técnica é mais adequada para determinado tipo de vaso, e, por isso o planejamento terapêutico é essencial, e não pode ser escolhido como se escolhe diferentes marcas de shampoo.

O grande segredo está em identificar a melhor técnica para determinado tipo de lesão e paciente, o que deve ser realizado pelo cirurgião vascular.

Por exemplo, um paciente pode ter alguma contra indicação ou aversão a certo tratamento, que para outro pode ser o ideal.

Portanto, não existe a “receita de bolo”, um padrão que funciona para todo mundo, e deve ser personalizado pelo cirurgião vascular seguindo as características e necessidades de cada paciente.

Os aparelhos, tecnologias e métodos existentes são nada mais do que ferramentas na mão de um artista, que deve escolher a mais adequada para o objetivo do tratamento.

Imagine um pincel na mão de Leonardo da Vinci e o mesmo pincel na mão de outro mortal qualquer, o resultado será sempre diferente. Assim como tenho certeza que Leonardo talvez não conseguisse fazer sua melhor obra de arte usando um computador.

O uso que se faz das ferramentas é mais importante do que a ferramenta em si para o resultado final.

Porém, novas ferramentas, após adequada avaliação podem apresentar resultados mais consistentes, reprodutíveis e com menos riscos, e devemos sempre que possível acrescentá-los à pratica.

A associação de métodos no tratamento dos vasinhos há muito tempo é vista como uma alternativa mais eficaz para o tratamento, utilizando diferentes técnicas para diferentes vasos.

Ao associar métodos, aumenta-se a eficácia, sem atingir limites perigosos.

O CLaCs é acrônimo para CrioLaser e CrioEsclero, duas técnicas que quando associadas se potencializam.

O Criolaser consiste na aplicação de anestesia pelo frio e laser, ou seja a diminuição da temperatura local para atingir estado de ausência ou minimização de dor, a crioanestesia, além da proteção do calor gerado pelo laser.

No momento em que a anestesia pelo frio é atingida, é feito o disparo do laser que causa lesão térmica no vaso.

Após isso é realizado a crioesclero, que consiste na injeção de glicose, substância tradicional para a escleroterapia, mas nesse momento congelada a quase -30˚C.

A glicose congelada, causa dano térmico ao vaso, agora não pelo calor, mas pelo frio, e também dano osmolar pela sua alta concentração. Potencializando assim o efeito do laser inicial e trazendo resultados mais rápidos.

A glicose sozinha é muito segura, mas com potencial baixo de esclerosar os vasos. Sozinha, requer dezenas de sessões para funcionar.

Todo o procedimento é guiado por técnica de realidade aumentada, ou seja, a projeção na própria pele do paciente de suas veias, agora captadas por aparelho dedicado de infravermelho, o flebovisualizador.

Com o procedimento guiado pelo infravermelho e utilizando criolaser associado à crioesclerose, aumenta-se a gama dos vasos passíveis de serem tratados sem cirurgia, com menos dor e menos picadas.

A técnica não elimina a necessidade de cirurgia em alguns casos, mas aumenta a quantidade de vasos que podem ser tratados e com menos sessões.

A flebosuite consiste no local onde o procedimento é realizado, deve ser local de alta luminosidade, com os equipamentos necessários para congelar o ar e a glicose, e equipamento de laser e realidade aumentada para visualização de vasos difíceis.

Outros equipamentos que podem fazer parte da sala de procedimentos é a radiofrequência, termocoagulação, flebovisualizadores, lupas e outros.

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