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7 motivos para incluir o ômega 3 em sua alimentação

Vascular Pro - qua, 09/01/2021 - 09:34

O consumo de ômega 3 é um assunto que está sendo muito debatido nos últimos tempos. O motivo é a sua ampla atuação no controle da inflamação do corpo humano, além de causar melhorias em vários aspectos da nossa saúde como um todo. Quem não quer uma vida mais saudável a partir daquilo que põe no prato? Se você também quer saber por que razão deve consumir o ômega 3, continue lendo.

O que é o ômega 3

O ômega 3 é um ácido graxo, isto é, um tipo de gordura saudável, presente em peixes, sementes e alguns vegetais. Também conhecido como gordura do bem por ter inúmeras funções no organismo, o seu consumo é muito indicado.

Apesar de ser essencial ao bom funcionamento do corpo humano, o ômega 3 não é produzido pelo nosso organismo e, por isso, deve ser ingerido a partir de determinados alimentos ou por meio de suplementação.

Ômega 3 e a saúde vascular

O ômega 3 também é fundamental para a saúde do sistema vascular do indivíduo, incluindo suas veias, vasos e artérias. O sistema vascular é responsável pela circulação sanguínea e também pelo transporte de oxigênio para várias partes do corpo.

Entretanto, nem sempre essa tarefa é executada como deveria, sendo interrompida pela aterosclerose. A aterosclerose é uma doença inflamatória que provoca o acúmulo de placas de gordura nas paredes dos vasos, impedindo a circulação do sangue.

É uma doença crônica, que atinge o indivíduo desde a infância e causa muitas complicações com o passar do tempo e o avançar da idade. 

O ômega 3 tem uma função importante no controle dessa inflamação crônica. Segundo estudos recentes, a substância consegue controlar os pontos inflamatórios de maneira muito mais eficaz do que medicamentos anti-inflamatórios.

Mas, esse é apenas um dos muitos benefícios dessa gordura. Falaremos mais dele e de outros pontos positivos a seguir.

 

7 motivos para incluir o ômega 3 na sua alimentação

Será que realmente vale a pena investir em alimentos ricos em ômega 3 ou suplementar essa gordura do bem? As respostas para essas perguntas você confere a seguir, na lista de vantagens dessa substância.

  1. Menos inflamação corporal

O principal ponto de ação do ômega 3 é no combate à inflamação crônica que atinge o organismo. Aquela inflamação nociva, que provoca dores e doenças, como a aterosclerose, por exemplo.

Mas, como isso acontece? Quando consumido, o ômega 3 aumenta a concentração da prostaglandina, substância que inibe a ação das ações inflamatórias no corpo humano. Além da aterosclerose, a inflamação crônica pode causar:

  • Câncer;
  • Problemas intestinais;
  • Doenças cardíacas;
  • Artrite e outras.

 

  1. Redução da coagulação sanguínea

Vimos anteriormente que a aterosclerose não permite que o sangue circule livremente pelos vasos, veias e artérias. Esse sangue, quando represado, forma pequenos pedaços chamados de trombos ou coágulos.

Esses trombos podem causar danos graves à saúde do indivíduo, impedindo o sangue e o oxigênio de chegarem aos tecidos, podendo provocar dificuldade respiratória, embolia pulmonar, morte súbita e ataque cardíaco.

O ômega 3 inibe a formação desses coágulos, reduzindo o risco de suas complicações.

  1. Saúde cerebral em dia

O ômega 3 tem um papel fundamental na saúde do nosso cérebro. Ele protege as membranas cerebrais e previne lesões, sendo essencial no combate à uma doença cada dia mais comum: o Alzheimer. 

O consumo frequente dessa gordura diminui a probabilidade da incidência da doença de Alzheimer que, como sabemos, é uma enfermidade que compromete diretamente as funções cerebrais. Quem já sofre com a doença percebe melhorias e redução significativa dos sintomas.

  1. Funções cardíacas protegidas

Estudos recentes já verificaram que pessoas com problemas cardíacos sofrem menos com complicações quando ingerem regularmente níveis adequados de ômega 3.

Além de melhorar a circulação sanguínea, o ômega 3 controla os batimentos cardíacos, prevenindo arritmias, mantém a pressão arterial equilibrada, diminui o risco de aneurisma e infarto, também chamado de ataque cardíaco, e avc, acidente vascular cerebral.

  1. Controle do colesterol

O colesterol é um composto gorduroso que, quando em excesso, fica acumulado nas paredes dos vasos e artérias. Podemos perceber que a sua relação com a aterosclerose é evidente. Portanto, seus efeitos também são similares.

O acúmulo de colesterol dentro dos vasos aumenta a incidência de doenças cardiovasculares, como infartos e derrame cerebral. 

O ômega 3, por sua vez, diminui a concentração de colesterol considerado ruim, o LDL, e aumenta o número de colesterol considerado bom, o HDL.

Tanto o LDL quanto o HDL são lipoproteínas que fazem o transporte do colesterol. A diferença está no trajeto de cada uma delas. O LDL leva o colesterol para os tecidos do corpo, favorecendo o acúmulo de placas de gordura nas artérias, a aterosclerose.

Já o HDL faz o trajeto contrário, levando essa gordura em excesso para o fígado para que ele seja eliminado do nosso organismo.

 

  1. Olhos mais saudáveis

Outra grande vantagem do ômega 3 é a sua influência sobre a saúde ocular. A substância é responsável pela nutrição das células que atuam no controle de doenças oculares, reduzindo o risco de incidência dessas complicações.

Além disso, o ômega 3 também ajuda a barrar a evolução de uma doença ocular comum, a degeneração macular. Apesar do forte fator genético deste problema, já é do conhecimento da Medicina que o ômega 3 retarda o surgimento dos sintomas e também a evolução da doença.

  1. Prevenção e controle do diabetes

O diabetes é uma doença crônica provocada pela presença de glicose no sangue. A doença também é conhecida pela maior suscetibilidade aos processos inflamatórios e também ao estresse oxidativo das células.

O estresse oxidativo pode ser definido como o desequilíbrio provocado pela baixa quantidade de substâncias antioxidantes capazes de combater a ação dos radicais livres dentro do nosso organismo.

O ômega 3 reduz esses processos inflamatórios, aumenta e potencializa a ação dos antioxidantes, ajudando no controle da doença e redução dos seus sintomas. Logo, é um grande aliado dos diabéticos para a garantia de uma vida com mais qualidade.

Vale lembrar, no entanto, que para usufruir de todos os benefícios do ômega 3 é necessário adotar um conjunto de cuidados e hábitos saudáveis, como manter uma alimentação equilibrada, fazer exercícios físicos, além de deixar o cigarro e o álcool de lado.

Agora você já tem motivos suficientes para adotar um cardápio mais nutritivo, com boas quantidades de ômega 3. Ou, também pode investir na suplementação, igualmente eficaz e satisfatória. Procure a orientação de um nutricionista e de um médico vascular e saiba como o ômega 3 pode ser ainda mais benéfico para o seu caso em específico.

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Categorias: Medicina

O que é o envelhecimento saudável?

Vascular Pro - ter, 08/31/2021 - 09:10

Envelhecer de forma saudável é o desejo de todos nós. Afinal, o processo de envelhecimento é natural e biológico. Já que não é possível evitar, que possamos, ao menos, fazer com que essa fase aconteça da melhor forma possível. Mas, para isso, precisamos saber no que consiste o envelhecimento saudável. Será que atividade física e boa alimentação são suficientes para atingir esse patamar? O que é, de fato, considerado envelhecer com qualidade?

Como definir o envelhecimento saudável?

Envelhecimento saudável pode ser definido como um processo de envelhecimento, em que o indivíduo permanece ativo, além de manter todas as suas necessidades físicas e mentais em funcionamento pleno ou, pelo menos, regular.

Ou seja, envelhecer saudável é envelhecer bem, com a adoção de hábitos considerados saudáveis em todos os campos da vida e não só no aspecto físico, que é o mais estimulado quando falamos em vida longa e com qualidade.

Então, envelhecer com saúde envolve o bem-estar físico, mental, emocional, social e, por que não dizer, financeiro também. Significa experimentar uma velhice com mais segurança, boa expectativa de vida, saúde e amigos.

É, na verdade, um conjunto de ações com um objetivo em comum: chegar em uma idade avançada, conservando toda a potencialidade do indivíduo, dentro daquilo que for possível fazer e de acordo com as limitações típicas da idade.

A busca pela juventude eterna

Práticas para retardar a velhice estão se tornando cada dia mais populares, até mesmo entre o público jovem, ansioso por estender pelo maior tempo possível as suas características vívidas e conservadas.

É o movimento antienvelhecimento, ou anti-aging, que envolve o uso de cosméticos, procedimentos estéticos e outras táticas com o objetivo exclusivo de evitar os sinais claros do envelhecimento e manter-se jovem por muito mais tempo. Outras estratégias visam manter o corpo em órimo funcionamento, como o sistema imunológico, por exemplo.

Apesar da popularização contínua dessas ações, é preciso entender que não existem fórmulas prontas para se manter jovem eternamente. O que existe e deve ser estimulado é a busca pelo envelhecimento saudável, uma vez que esta é uma característica natural de todo indivíduo.

Então, em vez de pensar em ficar eternamente jovem, por que não traçarmos estratégias hoje para que tenhamos uma velhice mais próspera, saudável e feliz?

Reforçando a ideia, lembramos que a OMS (Organização Mundial da Saúde) estabeleceu o período de 2021 a 2030 como a década dedicada ao envelhecimento saudável, não só com o objetivo de ampliar os anos de vida do indivíduo, mas pensar em medidas para melhorar essa fase.

Portanto, envelhecer não deve ser visto como algo negativo, mas um privilégio. Já dizia meu avô: “A alternativa é muito pior.” Além disso, é importante desfazer a ideia de que envelhecer é sinônimo de doença e vulnerabilidade. E é nesse ponto que entra o envelhecimento saudável como única alternativa possível para combater essa ideia tão difundida.

Importância do envelhecimento saudável ativo

O envelhecimento saudável, como já dissemos, envolve todas as esferas da vida do indivíduo. E também tem a ver com a participação ativa dele em todas essas áreas. 

Assim, consideramos que alguém segue uma velhice saudável quando procura seguir um cardápio nutritivo diariamente, quando se movimenta com frequência, e quando está longe de hábitos altamente nocivos, como o cigarro e o álcool.

Também podemos incluir o controle de doenças, o devido acompanhamento médico, as atividades intelectuais, a participação no trabalho para aqueles que ainda estão na ativa e a contribuição em atividades voluntárias para os que estão aposentados

Além disso, o exercício da cidadania, a participação em grupos locais de convivência, como igrejas, associações e grupos de dança também fazem parte de uma vida socialmente ativa.

Então, não basta fazer uma caminhada todos os dias e seguir uma dieta prescrita pelo médico. Envelhecer saudável é isso, mas é muito mais. É envelhecer mantendo a sua participação na sociedade, de acordo com as suas características atuais. 

É continuar contribuindo para o bem-estar da família, dos amigos e da sociedade em geral dentro do que ele consegue fazer, mesmo que com algumas limitações em determinados casos. E por que isso é tão importante?

Quando se mantém ativo, o indivíduo consegue ficar mais tempo afastado dos problemas de ordem funcional, garantindo uma independência maior na execução de suas atividades e sofrendo menos com as comparações e as limitações externas e internas.

Uma vida social ativa também deixa o indivíduo com o organismo fortalecido e menos suscetível às doenças físicas, mentais e emocionais. 

Os cuidados começam ainda na juventude

Os jovens de hoje são os idosos de amanhã. O que essa frase quer dizer? Para termos um envelhecimento saudável no futuro, precisamos começar esse projeto de vida durante a juventude. O intuito é a prevenção e manutenção da saúde e não apenas o conserto do que já não funciona tão bem.

Então, quanto mais cedo houver a conscientização do que deve ser feito e o quanto antes esses hábitos forem postos em prática, melhores serão os resultados.

Como envelhecer da melhor maneira possível

Envelhecer bem não depende apenas de nós, é fato. Uma vida longa e saudável precisa de uma grande rede de apoio que inclui aspectos financeiros, econômicos, educacionais e de saúde. Mas, é possível fazer a nossa parte, executando aquilo que está ao nosso alcance. E o que seria? Conheça agora os cinco pilares do envelhecimento saudável:

Prática de atividade física

Sair do sedentarismo é fundamental para a saúde física e mental de todos. A prática deve ser diária, de acordo com as condições de cada indivíduo.

Alimentação saudável

Focar em uma alimentação consciente e nutritiva é primordial. Alimentar-se não é apenas saciar a fome, mas também se manter saudável, com um peso equilibrado e com o organismo em pleno funcionamento.

Saúde emocional

Não é só o corpo que precisa estar em condições favoráveis, mas a mente também. Se sentir parte de um grupo, capaz de executar atividades importantes, ter autonomia para fazer o que gosta são alguns pontos que elevam a autoestima e favorecem o equilíbrio emocional. Veja artigo sobre a depressão e o envelhecimento.

Convívio social

Estabelecer ou manter o convívio social com amigos, parentes, colegas de trabalho e outras pessoas próximas também sustenta o envelhecimento saudável. É a base de uma participação ativa em sociedade.

Controle de doenças

Fazer o acompanhamento médico de forma regular auxilia no tratamento de doenças, controle de sintomas e prevenção de muitas outras. 

O envelhecimento saudável deve ser visto como um objetivo a ser alcançado a longo prazo, mas com ações executadas a partir do tempo presente. E, claro, reforçando que não se trata de acrescentar muitos e muitos anos de vida, mas viver todos os anos com saúde e equilíbrio físico e mental.

Leia também: 5 formas que a ciência tem para prever a morte

 

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Ômega 3: a proteção do coração

Vascular Pro - ter, 08/31/2021 - 07:44

Se você já ouviu falar alguma coisa sobre o ômega 3, certamente já escutou, ou leu, que essa substância faz um bem enorme ao coração e artérias. Mas, você sabe dizer por que razão isso acontece? Qual é a influência do ômega 3 na nossa saúde cardiovascular? É sobre essa relação saudável que falaremos a seguir:

Ômega 3: o que é e para que serve

O ômega 3 é um ácido graxo não produzido pelo corpo humano, mas que cumpre uma função poderosa: manter o nosso organismo saudável e longe de inflamações que comprometem o bom funcionamento das células.

É por isso que o ômega 3 também é chamado de gordura boa. Quando falamos em gordura, rapidamente associamos a algo ruim. O ômega 3, por sua vez, é diferente. É aquela gordura que faz bem e que precisa ser consumida em vez de ser evitada.

E o que o ômega 3 consegue fazer pelo nosso corpo? Para que ele serve, de verdade? O ômega 3 auxilia no processo de desinflamação do nosso corpo, combatendo doenças com complicações graves, como a aterosclerose.

Aterosclerose, inflamação e ômega 3

Por estarem diretamente ligados, precisamos abrir um parêntese e falar da aterosclerose, uma doença crônica, silenciosa e perigosa que atinge praticamente toda a população.

É considerada crônica porque pode iniciar na infância, trazendo complicações na vida adulta e na velhice. É silenciosa porque não apresenta sintomas diferenciados, que sejam capazes de facilitar o diagnóstico, a não ser quando está em estágio avançado.

A aterosclerose se caracteriza pela formação de placas de gordura nas paredes das veias e artérias, dificultando a circulação sanguínea. Essa deposição de gordura acontece ao longo do tempo, decorrente de um longo processo inflamatório do organismo.

Com o tempo e todas essas alterações, as paredes das artérias vão se calcificando, se tornando rígidas e dificultando a passagem do sangue com as placas ateroscleróticas calcificadas. Essas impedem o sangue de circular normalmente, que, ao ficar represado, pode formar coágulos, chamados trombos.

Esses trombos impedem o fluxo sanguíneo e podem causar obstruções graves, impedindo não só que o sangue chegue até nossos órgãos, mas também o oxigênio, essencial para a sobrevida de todo o nosso corpo.

O resultado dessa alteração sanguínea são as temidas doenças cardiovasculares, que causam sintomas diversos, como:

  • Dor: claudicação intermitente;
  • Arritmia: Palpitações;
  • Hipertensão arterial: pressão alta;
  • Dispnéia: Dificuldade de respirar;
  • Fadiga: Cansaço sem causa aparente;
  • Angina: Dor no peito;
  • Morte súbita, em casos mais graves.
Ômega 3: como ele protege o seu coração

O ômega 3 é uma substância essencial no combate à formação dos placas ateroscleróticas e trombos que causam a insuficiência arterial. Isso porque ele atua diretamente no combate à inflamação, um dos principais fatores da aterosclerose.

Como vimos, o acúmulo de placas de gordura nas veias, provocado pela aterosclerose, representa um grande perigo para a saúde cardiovascular. 

Desta forma, quando os índices de ômega 3 estão equilibrados, o nosso corpo está menos inflamado, menos suscetível às doenças diversas, incluindo aquelas que atingem diretamente o nosso coração.

Os principais benefícios do ômega 3 são:

  • Prevenção do infarto;
  • Controle da hipertensão arterial;
  • Regula os batimentos cardíacos;
  • Reduz o risco de morte por derrame;
  • Afasta o risco da aterosclerose;
  • Regula o colesterol, equilibrando os índices de gordura no sangue.

Obviamente, isso não quer dizer que basta suplementar ômega 3 ou começar a consumir todos os alimentos ricos nessa gordura boa que todas as suas doenças irão embora.

O ômega 3 age como um auxiliar, como parte de todo um tratamento que deve ser feito com médicos especialistas, empenhados em tratar o paciente da melhor forma possível. Então, além de uma boa ingestão de ômega 3, é necessário:

Perder peso: reduzir o índice de massa corporal sempre é uma boa atitude, pois gordura em excesso causa diversos problemas físicos e biológicos;

Manter uma alimentação saudável: focar em alimentos naturais, reduzindo o consumo de industrializados, frituras, doces, sorvetes e outras gorduras consideradas nocivas ao coração;

Sair do sedentarismo: fazer atividade física contribui para uma vida saudável por completo. Ajuda a perder peso, melhora a circulação e causa bem-estar físico e mental;

Manter o acompanhamento médico: as orientações médicas não devem ser descartadas de forma alguma;

Dormir bem: ter um sono tranquilo e realmente reparador deve fazer parte da rotina do indivíduo que deseja ter uma vida mais saudável e longe de inflamações;

Largar o cigarro e o álcool: o tabagismo é um dos piores inimigos da saúde das veias e artérias. O álcool em excesso também é muito nocivo e deve ser evitado.

 

Inflamação é sempre ruim?

Na verdade, não. A inflamação também é útil, pois participa do processo de reparação do nosso corpo. E, em geral, o nosso organismo sabe lidar corretamente com os níveis equilibrados de inflamação corporal.

O problema está na inflamação crônica, no excesso e no acúmulo dos processos inflamatórios. Contra esse desequilíbrio, o corpo não tem como lutar sozinho e acaba por desencadear as consequências danosas.

O ômega 3 é esse suporte que o corpo precisa para lidar com a inflamação excessiva.

Apesar de haver algumas opiniões que questionam a eficácia do ômega 3 sobre a  saúde do coração, o fato é que essa relação saudável entre artérias e os ácidos graxos é conhecida há muitos anos e só vem sendo reforçada a cada dia com estudos mais recentes.

 

E onde encontrar o ômega 3?

Os alimentos de origem animal são os que mais possuem ômega 3, mas também é possível encontrar a substância em alimentos de origem vegetal. Manter uma alimentação equilibrada é o mais indicado. Veja só o que incluir no seu cardápio:

  • Sardinha, salmão, atum, cavalinha e arenque;
  • Linhaça, chia, nozes e amêndoas;
  • Azeite extra virgem, óleo de linhaça e demais óleos vegetais;
  • Ostras e frutos do mar;
  • Abacate;
  • Folhas de cor verde escura;
  • Leguminosas: ervilha, feijão e grão-de-bico.

Para garantir uma quantidade ideal de ômega 3 na sua alimentação, é preciso consumir esses alimentos com frequência, como parte da sua dieta diária. Ou seja, não adianta comer uma vez e nunca mais.

E suplementar ômega 3? É possível?

O ômega 3 pode ser consumido através de uma alimentação saudável e natural. Contudo, sabemos que os alimentos mais ricos em ômega 3, como os peixes, são menos consumidos pela população brasileira, principalmente em regiões não costeiras.

Por causa disso, a suplementação, em muitos casos, torna-se necessária. Claro, com a orientação específica de um nutricionista e acompanhamento de um médico vascular.

Quer manter o seu coração saudável, forte e protegido por muito mais tempo? Invista em uma alimentação inteligente, com cardápio variado e com alimentos ricos em ômega 3. Não se esqueça também de cultivar bons hábitos ao longo de toda a sua vida e fazer o controle das doenças já instaladas.

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Qual a diferença entre ovulação e período fértil

Fertilidade - seg, 08/30/2021 - 10:59

Ovulação e período fértil são conceitos e situações que se relacionam. Ambos acontecem ao mesmo tempo e são necessários para que ocorra uma gestação. Porém, não são sinônimos. Até as mulheres que estudam bastante os seus corpos e funções têm dúvidas a esse respeito. Por isso, vamos acabar de vez com essa confusão. Saiba mais a seguir!

Processo de fecundação: como acontece

Antes de destacar a diferença entre ovulação e período fértil, vejamos como acontece a gestação dentro do útero da mulher. Para que haja fecundação é necessário que ocorra o encontro do óvulo, liberado pela mulher, com o espermatozoide, liberado pelo homem.

Quando o gameta masculino encontra o gameta feminino, um embrião é formado. A partir daí, o corpo da mulher começa a se adaptar à gestação daquele bebê que está por vir. O atraso da menstruação, por exemplo, é o primeiro sinal.

O que é ovulação

A ovulação é o desprendimento do óvulo do folículo ovariano. Acontece assim: todos os meses, o corpo da mulher se prepara para uma gestação. O ovário é o responsável pela liberação dessa célula reprodutiva da mulher, por meio do folículo, cavidade que envolve o óvulo. 

Quando está maduro o suficiente, esse óvulo é solto e capturado pelas trompas uterinas. Caso a mulher mantenha relações sexuais sem preservativo nesse período, ela poderá engravidar visto que o espermatozoide poderá encontrar e fecundar o óvulo.

Quando há esse encontro, o óvulo fecundado desce até o útero, se instala em sua parede interna e começa, então, uma gravidez.

A ovulação acontece apenas uma vez por mês, sendo possível que a mulher libere um ou mais óvulos. É quando ocorre a gravidez de gêmeos, por exemplo.

Outro fato importante sobre a ovulação é que a quantidade de óvulos da mulher vai diminuindo com o passar do tempo, por causa da liberação mensal. É por esse motivo que uma mulher, a partir dos 35 anos, tem mais dificuldade de engravidar.

Já o homem não tem esse problema em relação aos seus gametas masculinos. Desde que esteja saudável, ele continua liberando espermatozoides em quantidade e condições adequadas para uma gravidez.

Como a mulher pode saber se está ovulando

Conhecer o ciclo menstrual é um ponto importante para ter essa informação. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina no primeiro dia da menstruação seguinte. Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular, a ovulação acontece por volta da metade desse período. 

Anotar em um caderninho ou calendário todas as fases da menstruação é uma maneira de conhecer mais sobre o corpo e todas as suas alterações durante essa fase. São sinais que também apontam para uma ovulação:

  • Aumento da libido;
  • Aumento do apetite;
  • Cólica leve;
  • Secreção vaginal mais espessa e pegajosa;
  • Aumento da temperatura corporal;
  • Irritação e inquietação;
  • Pele mais oleosa, com surgimento de espinhas.
O que é período fértil

Vamos agora para o período fértil. No começo desse artigo, dissemos que o período fértil e a ovulação se relacionam. Como isso acontece? Bom, é durante o período fértil, e somente nesse período, que a ovulação acontece. Ou seja, o óvulo é liberado pelo ovário.

Então, a ovulação é uma ação que acontece dentro do período fértil da mulher. É por isso que definimos essa fase como o momento propício para que ocorra uma gestação. Justamente porque o óvulo foi liberado e pode encontrar o espermatozoide, gerando um embrião.

O período fértil acontece, geralmente, por volta da metade do ciclo menstrual da mulher, com acréscimo de dois ou três dias antes e depois dessa data. Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular, fica mais fácil obter essa informação.

Mas, se a mulher só ovula uma vez e libera, quase sempre, um óvulo apenas, quer dizer que esse óvulo permanece ativo durante todo o período fértil? Não. Na verdade, o óvulo tem uma vida útil de apenas 24 horas. 

Entretanto, não é possível saber com certeza o dia exato da sua liberação. O óvulo pode ser solto pelo ovário em qualquer dia do período fértil, estando disponível para a fecundação. Caso esse encontro não aconteça, ele é expelido junto com o sangue menstrual.

Por isso, o casal que está tentando engravidar deve manter relações sexuais sem preservativo dentro do período fértil. Contudo, não é necessário se relacionar todos os dias. Fazer sexo em dias alternados é o mais indicado, pois há mais qualidade no material liberado pelo homem.

 

É possível engravidar fora do período fértil?

Não é possível. Como vimos, para que haja uma gravidez é preciso que o espermatozoide fecunde o óvulo. Como o óvulo só é liberado no período fértil, não há chance desse encontro acontecer. 

Então, se a mulher quiser engravidar, ela precisa manter relações sexuais obrigatoriamente dentro do seu período fértil. 

Contudo, vale um alerta. Muitas mulheres possuem um ciclo menstrual irregular, não sabem quando estão férteis e se preparam de forma errada para engravidar ou evitar uma gravidez. No final, acabam se surpreendendo com uma gestação porque tiveram relação sexual sem proteção em um momento em que estava fértil sem saber.

O que também pode influenciar nessa questão é o tempo de vida de um espermatozoide. Enquanto um óvulo tem uma sobrevida de 24 horas apenas, um espermatozoide pode permanecer vivo dentro do útero da mulher por até 5 dias.

Portanto, a mulher pode engravidar devido à uma relação sexual que ela manteve sem preservativos cinco dias atrás. Vejamos um exemplo:

Supondo que uma mulher tenha um ciclo regular, controle direitinho seus dias férteis e decida manter relações com seu parceiro cinco dias antes de começar o seu período fértil. Caso o seu óvulo seja liberado no primeiro dia desse período, há ainda a chance do espermatozoide, em seu 5° dia de vida útil, encontrar o óvulo e provocar a fecundação. 

É por esta razão que muitas mulheres acreditam que engravidaram fora do período fértil. Na verdade, a relação sexual aconteceu fora dessa fase, mas o encontro dos gametas ocorreu no momento correto e esperado pelo organismo.

Agora você já sabe a diferença entre ovulação e período fértil e não fará mais confusão com esses dois termos. Saber como funciona o corpo da mulher, especialmente durante essa fase tão importante, é fundamental para evitar ou para aumentar as chances de uma gravidez. Para saber mais, consulte o seu ginecologista.

 

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Qual o melhor teste de gravidez de farmácia

Fertilidade - sex, 08/27/2021 - 13:28

Qual mulher nunca recorreu a um teste de gravidez de farmácia logo depois que a menstruação atrasou? Difícil encontrar alguém que ainda não tenha experimentado esse produto. Além de rápido, acessível e fácil de usar, o teste de farmácia é uma estratégia interessante para que a mulher descubra se está grávida ou não, desde que usado corretamente. Mas, como escolher o melhor teste de gravidez diante de tantas opções disponíveis? É sobre isso que falaremos a seguir.

Como funciona o teste de gravidez?

Antes de tudo, você sabe como funciona o teste de gravidez e de que forma ele detecta se uma mulher está grávida ou não? É muito simples. Quando o corpo da mulher se prepara para gestar um bebê, o organismo produz um hormônio específico: o HCG.

Esse hormônio é facilmente perceptível através da urina. É por isso que os testes de farmácia precisam do contato com a urina da mulher para identificar a presença do HCG. Se isso acontecer, um bebê está a caminho.

Lembrando que o teste de farmácia pode apresentar falhas, dando um resultado equivocado, como o falso negativo, por exemplo. Dificilmente o exame vai dar falso positivo porque, como dissemos, ele se baseia na presença de um hormônio que só aparece durante a gravidez.

O falso negativo é mais comum porque a mulher pode ter feito o teste muito antes da liberação desse hormônio, que só é liberado alguns dias depois da instalação do embrião na parede do útero.

O HCG também é detectado através do exame de sangue chamado de BHCG, sempre indicado por ginecologistas em caso de suspeita de gravidez. O exame feito após a coleta de sangue em laboratório oferece resultados mais rápidos, precisos e assertivos do que o teste de farmácia.

Quando fazer o teste de gravidez de farmácia?

Sim, existe o momento certo para realizar o teste de gravidez. O recomendado é esperar a menstruação atrasar, pois, caso a gestação tenha se concretizado, o HCG já terá sido liberado. O resultado pode ser distorcido se o exame for feito antes desse período.

Também é importante saber que o hormônio é liberado pelo organismo cerca de uma semana depois da fecundação do óvulo pelo espermatozoide. No entanto, apenas alguns testes mais sensíveis podem detectá-lo, sendo mais confiável investir em um exame de sangue.

Afinal, qual teste de gravidez é o melhor?

Apesar da grande variação de opções no mercado, não há um único teste que seja considerado o melhor dentre todos os outros tipos existentes. Todos os testes de gravidez possuem a mesma funcionalidade, objetivo e usam a mesma técnica de detecção do HCG.

Ou seja, todos dependem da coleta da urina para identificar o hormônio da gravidez e fazem isso usando o mesmo método: molhando o bastão no xixi e liberando o resultado.

No entanto, existem alguns pontos que podem ser mais ou menos importantes para a mulher, dependendo da sua necessidade. 

A sensibilidade, por exemplo, é um desses pontos. Alguns testes de farmácias têm uma sensibilidade maior e podem detectar a gravidez antes mesmo do atraso da menstruação, quando a quantidade de HCG é bem pequena.

Outros testes são mais modernos, emitindo sinal sonoro ou apresentando o nome “grávida” no lugar das tradicionais e comuns listras no visor.

Mas, no geral, todos eles são bons e possuem precisão de até 99%. Sem dúvidas, é uma excelente porcentagem de acertos.

O que levar em conta na hora de comprar e usar um teste de gravidez

A eficácia dos testes disponíveis nas farmácias depende das condições apresentadas pelo produto e também da forma com que eles são utilizados. São fatores que podem influenciar no resultado e aos quais a mulher deve ficar atenta. Ao comprar o seu teste, verifique:

  • Prazo de validade;
  • Certificação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • Condições físicas da embalagem. O produto deve estar intacto;
  • Resposta do produto. Todos os testes devem apresentar um resultado, seja ele positivo ou negativo. Quando não mostra absolutamente nada é porque houve algum erro;

Além disso, é importante seguir algumas orientações quanto ao manuseio e realização do teste. Por exemplo:

Faça o teste no dia certo

Como vimos, logo depois da menstruação já é possível detectar o HCG. Mesmo assim, a concentração do hormônio pode variar de acordo com cada mulher. Se o resultado for negativo e a sua menstruação ainda não veio, refaça o teste.

Use a primeira urina do dia

Realize o teste quando fizer o primeiro xixi logo de manhã. Os níveis de HCG estão mais concentrados nesse momento e há mais chances de obter um resultado realmente preciso.

Siga as instruções do produto

Apesar de serem parecidos na forma de execução, é importante observar as orientações de cada teste e segui-las minuciosamente, principalmente no que diz respeito ao tempo de espera do resultado. 

Será que estou grávida?

O teste de gravidez de farmácia é muito interessante para detectar a gravidez em estágio precoce, logo que a menstruação atrasar. Mas, ele não é o único. Existem alguns sinais que o corpo da mulher apresenta quando a fecundação acontece. São eles:

  • Mamas maiores e mais doloridas;
  • Cólicas abdominais leves;
  • Sonolência ao longo do dia;
  • Cansaço sem motivo aparente;
  • Aumento da libido;
  • Aumento do apetite;
  • Idas frequentes ao banheiro para urinar;
  • Alterações na secreção vaginal;
  • Enjoos, vômitos e náuseas;
  • Queda da pressão arterial.

Vale lembrar que o exame de sangue é ainda mais eficiente do que o teste de farmácia no diagnóstico precoce da gravidez, podendo ser realizado, inclusive, antes da menstruação atrasar. 

Caso a mulher tenha mantido relações sexuais sem preservativo durante o período fértil e desconfie de uma gravidez, o exame de sangue é o mais indicado para acabar com a ansiedade e descobrir de uma vez por todas se está ou não no início de uma gestação.

O teste de gravidez de farmácia é um produto fácil de encontrar. Está disponível em qualquer farmácia e com preços muito acessíveis. Pode ser feito em casa, sem interferência ou indicação médica. Todas as vantagens fazem com que ele seja um produto muito consumido. Mas, não precisa se preocupar em escolher o melhor teste. Qualquer tipo adquirido vai atender às suas necessidades e expectativas. 

 

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Como funciona o teste de gravidez de farmácia

Fertilidade - qua, 08/25/2021 - 11:49

O teste de gravidez de farmácia é uma maneira prática e acessível de identificar uma possível gravidez. Quando a menstruação atrasa, muitas mulheres recorrem ao teste de farmácia em busca de uma resposta que possa aliviar a ansiedade e aplacar a dúvida em relação à gestação, seja ela desejada ou não. Mas, você sabe como funciona esse tipo de teste? Como ele detecta se a mulher está grávida ou não? Saiba mais a seguir.

Teste de gravidez de farmácia: como funciona e quais são os tipos?

O teste de farmácia tem o objetivo de identificar se a mulher está iniciando uma gestação ou não. Mas, como ele chega nesse resultado? 

O teste leva em consideração a presença do hormônio gonadotrofina coriônica humana, o HCG. O hormônio é liberado apenas por mulheres grávidas, cerca de 5 ou 7 dias após a fecundação do óvulo, e pode ser detectado por meio da avaliação da urina ou do sangue, mediante um exame laboratorial.

É por isso que se o teste identificar o HCG na urina, ele vai dar um resultado positivo para uma gravidez. E, se não encontrar, vai dar o resultado negativo. 

Em relação aos tipos de testes, existem várias opções no mercado. Os mais comuns usam uma espécie de palheta ou bastão que devem entrar em contato com a urina.

Na hora de mostrar o resultado de cada teste, as listras são as mais populares. Geralmente, duas listras sugerem um resultado positivo, enquanto uma listra sugere um resultado negativo.

Contudo, também temos aqueles testes que já apresentam o nome “positivo” ou “negativo”, um sinal de “+” ou de “-” e, os mais sofisticados, emitem uma espécie de alarme em caso positivo.

Alguns testes também são mais sensíveis e podem identificar a presença do HCG ainda quando ele está em uma quantidade mínima no organismo feminino. Mas, no geral, todos cumprem bem o seu papel.

Teste de farmácia é confiável?

Desde que todo o processo seja feito corretamente, o teste de farmácia é confiável, sim. Em 99% dos casos, o resultado é preciso. Esta é uma ótima porcentagem, principalmente se levarmos em conta o valor custo-benefício do produto e sua simplicidade de execução.

Entretanto, existem inúmeras variáveis que podem interferir no desfecho final. Afinal, quais são os riscos de sair um resultado errado? Existem algumas situações que podem sim comprometer a eficácia do teste de gravidez. Veja só:

Fazer o teste no dia errado

O teste de gravidez deve ser feito depois que a mulher perceber que a sua menstruação está atrasada. Lembre que o hormônio só é liberado quando há a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Ou seja, cerca de 5 dias após a fecundação do óvulo.

Ao fazer o exame antes disso, é possível que o resultado seja negativo, a mulher acredite que não esteja grávida e seja surpreendida depois. Caso o resultado seja negativo e a menstruação não desça, o recomendado é refazer o teste cerca de 3 ou 5 dias depois.

Ainda sobre o melhor momento para realizar o teste, a dica é utilizar a primeira urina que é liberada pela manhã, logo ao acordar. É quando o HCG está mais concentrado, facilitando a identificação através do teste.

Ter um ciclo irregular

Mulheres com ciclos irregulares não conseguem precisar o dia em que a menstruação tem que descer e nem o período ovulatório. Por isso, podem fazer o teste em dias errados e obter um resultado equivocado.

Ciclos regulares são aqueles com a quantidade habitual de dias entre uma menstruação e outra. Quando a mulher tem um ciclo regular de 28 dias, por exemplo, ela está ovulando por volta da metade do ciclo e pode fazer o teste logo alguns dias depois desse período.

Como vimos, o hormônio HCG é liberado alguns dias depois que o óvulo foi fecundado, quando o embrião já se instalou na parede interna do útero.

Quando a mulher tem um ciclo irregular, a dica é esperar mais alguns dias depois da possível ovulação e só depois fazer o teste. E, claro, não descartar o exame de sangue para confirmar ou não as suas suspeitas.

Não executar o teste corretamente

É bem simples usar o teste de farmácia, mas pode sim acontecer algum engano na sua manipulação. O correto é seguir todas as orientações que constam na embalagem, principalmente em relação ao tempo da permanência da palheta em contato com o xixi.

Confira um passo a passo simples:

  1. Faça xixi em um recipiente limpo, de preferência pela manhã cedo;
  2. Insira a ponta do teste na urina e aguarde o tempo indicado na embalagem;
  3. Retire e pouse o teste em uma superfície plana;
  4. Aguarde o tempo informado e confira o resultado.

Nem todos os testes são iguais. Portanto, observe com cuidado todas as recomendações de cada produto.

Dicas na hora de usar o teste de gravidez

Além de seguir todas as orientações listadas anteriormente para um resultado eficaz do teste de gravidez, fique atento aos seguintes pontos:

  • Data de validade do teste;
  • Autorização pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • Situação da embalagem (não pode estar violada);
  • Algum resultado deve aparecer, negativo ou positivo. Do contrário, o produto deve estar com defeito.
O teste de gravidez de farmácia substitui o exame de sangue?

Não. Apesar da eficácia do teste de farmácia, ele não deve ser o único mecanismo utilizado para atestar ou não uma gravidez. Como pudemos perceber, os testes vendidos em farmácia são produtos que podem sim falhar por inúmeras questões. 

Portanto, o exame de sangue é essencial para confirmar ou descartar a gravidez sendo ainda mais eficaz e rápido na detecção do HCG. Por causa desta característica, o exame de sangue pode ser feito até mesmo antes de a menstruação atrasar.

Assim, se a mulher manteve relações sexuais de forma desprotegida durante o seu período fértil, desconfia que está grávida e quer tirar de vez essa dúvida, ela deve recorrer ao exame de sangue, cujo resultado é imediato e muito mais seguro.

Agora você já sabe como funciona o teste de gravidez de farmácia e sabe também que pode contar com ele para verificar se está grávida ou não. Para resultados precisos e corretos, siga todas as instruções com cuidado, observe o seu ciclo menstrual e faça o exame no dia certo. Lembrando que o teste de farmácia é um grande aliado da mulher nessa fase de descoberta, mas não substitui um exame de sangue e nem uma consulta prévia com um ginecologista.

 

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Lipedema. Grasso sulle gambe.

Vascular Pro - ter, 08/24/2021 - 07:53

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Lipedema. Fat on the legs.

Vascular Pro - ter, 08/24/2021 - 07:52

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Quantos dias após a menstruação é o período fértil

Fertilidade - sab, 08/21/2021 - 08:38

Para engravidar ou evitar uma gravidez indesejada, a mulher deve ficar atenta ao seu período fértil. É durante essa fase que acontece a fecundação, com o encontro entre o gameta masculino (espermatozoide) e o gameta feminino (óvulo). O período fértil está diretamente ligado à menstruação e, assim como o fluxo menstrual, acontece todos os meses. Veremos agora quanto tempo depois da menstruação o corpo permanece apto para gerar um bebê.

Período fértil, ciclo menstrual e menstruação: o que tem a ver?

O ciclo menstrual é o intervalo entre uma menstruação e outra e começa a ser contado a partir do primeiro dia da menstruação daquele mês até o primeiro dia da menstruação seguinte.

Algumas mulheres têm ciclos regulares, com dias certos entre as menstruações. Outras não apresentam esse intervalo de forma rigorosa. Possuem ciclos irregulares, com intervalos que variam bastante sem seguir uma média.

Até aqui, você viu que o ciclo menstrual e a menstruação estão interligados. E o que tem a ver o período fértil com esses dois termos? Tem tudo a ver. O período fértil acontece, quase sempre, na metade do ciclo menstrual. Se a mulher tem um ciclo de 28 dias, o período fértil acontece por volta do 14º dia do ciclo. 

Mulheres que não têm certeza sobre o seu ciclo devem anotar em um calendário o primeiro dia da menstruação e o primeiro dia da próxima menstruação, durante uns 6 meses. Assim, ela terá mais certeza sobre a regularidade do seu ciclo.

Então, o ciclo menstrual é o tempo entre uma menstruação e outra. Enquanto o período fértil é quando a menstruação já foi embora e o corpo está pronto para liberar o óvulo e, caso esse óvulo seja fecundado, gestar um lindo bebê.

Quantos dias após a menstruação é o período fértil

Se o período fértil acontece depois da menstruação, quantos dias após o fluxo menstrual ele começa? Para visualizar melhor essa pequena conta, sugiro usar um calendário e anotar o primeiro dia da sua penúltima menstruação e o dia seguinte da sua última menstruação, ou da próxima, caso você saiba certinho quando ela deverá chegar.

Vamos lá. Normalmente, o período fértil da mulher acontece por volta da metade do ciclo menstrual, como já vimos no tópico anterior. Então, basta contar entre 10 e 14 dias após o primeiro dia da menstruação e você terá um momento propício para engravidar.

É uma conta simples, mas que pode confundir um pouco, principalmente quando a mulher não tem um fluxo menstrual bem definido ou quando o seu ciclo é bagunçado, o que é bem comum. Mesmo assim, é importante usar esse número de dias para ter um parâmetro pelo qual se basear.

 

É possível engravidar durante a menstruação?

Não é possível e para entender isso vamos definir a menstruação. O sangue menstrual que a mulher libera todos os meses acontece justamente porque não houve gravidez. 

O período fértil não é apenas a liberação do óvulo. É também a preparação completa do útero para acomodar e gerar uma criança. 

O corpo da mulher se programa para este evento. Quando isso não acontece, o endométrio (camada que reveste a parede interna do útero) se desprende e é liberada junto com outros tecidos uterinos, originando a menstruação.

Qual a probabilidade de engravidar após o período fértil?

Essa também é uma dúvida muito comum entre as mulheres. Na verdade, a mulher só engravida durante o período fértil porque é quando há a liberação do óvulo. Agora, o que pode acontecer é o ato sexual antes do período fértil, resultando em uma gravidez, às vezes, indesejada.

Explico: o espermatozoide tem uma sobrevida de até 4 dias dentro do útero da mulher. Caso ela mantenha relações sexuais alguns dias antes de entrar no período fértil, é possível que o seu óvulo encontre aquele espermatozoide circulando por ali e gere uma gravidez.

Engravidar depois do período fértil também pode acontecer desta forma. Supondo que você tenha certeza de que está no seu último dia fértil e, então, no dia seguinte mantém relações sexuais sem preservativo.

Caso o seu óvulo tenha sido liberado justamente no último dia fértil, ele permanecerá vivo por cerca de 24 horas e poderá encontrar o espermatozoide, liberado após o ato sexual sem camisinha. 

Também pode ser que a mulher não saiba que está dentro do período fértil e acabe engravidando. É muito comum quando ela tem um ciclo irregular ou quando se engana na hora de fazer o cálculo dos seus dias férteis.

É importante lembrar que o nosso organismo não funciona como um relógio, com exatidão de acontecimentos. Inúmeras variações e alterações podem acontecer até mesmo com mulheres que possuem ciclos regulares.

Como eu sei que estou no período fértil?

Para identificar melhor os dias em que está no período fértil ou não, temos algumas dicas que, juntas, aumentam a eficácia dessa informação. O que você deve observar:

  • A vagina libera um muco mais grosso e gelatinoso, sem cor e sem cheiro. Esse muco deixa o ato sexual mais agradável;
  • O seu apetite sexual aumenta;
  • A vontade de comer doces e frituras também fica mais forte;
  • Você sente seu corpo mais quente do que nos outros dias;
  • Você fica mais irritada, aborrecida sem motivo;
  • É possível que você sinta alguma pontada na região do ventre, como uma pequena cólica passageira;
  • Seu rosto fica mais oleoso, fazendo com que cravos e espinhas surjam com facilidade.

Algumas mulheres associam estes sintomas a uma possível tensão pré-menstrual (TPM) antecipada. Mas, na verdade, é o corpo que está se preparando para liberar o óvulo, receber o espermatozoide, realizar o encontro entre eles e iniciar uma gravidez.

Lembra que dissemos que o organismo da mulher se prepara para este evento? Todos esses sinais são resultado das funções biológicas do corpo, do gasto de energia e da ação dos hormônios, todos envolvidos nesse processo que acontece todos os meses.

E, quando não acontece, a menstruação desce, como também já explicamos anteriormente. 

É muito importante saber todas essas informações sobre o seu corpo. Apesar de serem conceitos básicos, ainda são muito envoltos em dúvidas, preconceito e desinformação, principalmente por causa da resistência da sociedade em falar sobre o assunto. 

Caso ainda tenha alguma dúvida sobre esta ou outra questão envolvendo a sua intimidade ou fertilidade, não deixe de consultar o seu ginecologista.

 

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Como saber quando está no período fértil?

Fertilidade - ter, 08/17/2021 - 13:56

Chamamos de período fértil aqueles dias em que a mulher está apta a engravidar. Nesse período, a mulher está ovulando e, caso mantenha relação sexual sem preservativo, ela pode engravidar. Lembrando que é apenas no período fértil que uma gestação pode acontecer. Mas, como a mulher pode saber se está ou não no período fértil? Existem algumas características biológicas que o corpo apresenta durante essa fase e que servem de alerta para a mulher. Veja a seguir com mais detalhes!

O que acontece no período fértil

Você já sabe o que é o período fértil, mas e o que acontece nesse momento? Você sabe? Quando está no período fértil, o corpo da mulher se prepara para gerar um bebê. 

Para isso, o ovário libera um único óvulo que deverá ser fecundado por um espermatozoide, caso ela mantenha relações sexuais sem proteção. Esse óvulo tem uma vida útil de cerca de 24 horas. Depois desse tempo, ele é eliminado junto com a menstruação.

O período fértil acontece sempre uma vez por mês, geralmente na metade do ciclo menstrual.

Como saber quando a mulher está no período fértil

Identificar o período fértil nem sempre é uma tarefa simples. Principalmente porque nem todas as mulheres têm domínio sobre os seus corpos. Mas, as dicas a seguir podem ajudar.

Observe o seu ciclo menstrual

O ciclo menstrual é o intervalo entre uma menstruação e outra. Ele começa no primeiro dia da menstruação e termina no primeiro dia da menstruação seguinte. Algumas mulheres possuem ciclos regulares, que duram 25, 28 dias ou 30 dias, por exemplo.

Nesses casos, é mais fácil identificar o período fértil, pois ele acontece na metade desse ciclo. Ou seja, a mulher que tem um ciclo regular de 28 dias, está fértil por volta do dia 14, sendo necessário acrescentar três dias antes e três dias depois.

Caso esteja tentando engravidar, é nesse momento que ela deve manter relações sexuais sem contraceptivo, de prefência, alternando o ato sexual para dia sim, dia não. 

E quando a mulher tem ciclo irregular? Nesse caso, saber se está no período fértil é mais difícil. A orientação é avaliar os ciclos dos últimos seis meses, descobrir a média de todos eles e usá-la como parâmetro para identificar a fase ovulatória.

Use a tabelinha

A tabelinha é um método contraceptivo não invasivo muito utilizado pelas mulheres para definir o ciclo menstrual e identificar o período fértil. O primeiro passo é anotar o primeiro e o último dia da menstruação. Depois, encontrar a metade desse período, marcando os três anteriores e posteriores. Veja como calcular a tabelinha.

Caso queira engravidar, esse é o momento de se relacionar sexualmente. Caso queira evitar a gravidez,  a mulher deve evitar o ato sexual sem preservativo nesse período. 

Usar a tabelinha para evitar a gravidez não é muito seguro, por causa das variações comuns da ovulação. O ideal é utilizar esse método atrelado a outro tipo de controle de fertilidade.

Calculadora de período fértil

A calculadora de período fértil é uma espécie de tabelinha moderna. A mulher insere os dados do seu ciclo menstrual e, como resposta, recebe aqueles dias que serão o seu período de ovulação.

Observe o seu corpo

Como dissemos, o corpo dá sinais de que está se preparando para gerar um bebê. É possivel reconhecer as fases do seu ciclo. Veja a seguir como analisar as reações do seu corpo nessa fase:

Muco cervical

Quando está no período fértil, a mulher libera uma secreção mais pegajosa, gelatinosa, esbranquiçada ou um pouco amarelada. Esse muco é produzido pela vagina para favorecer a caminhada do espermatozoide até o útero, além de tornar a relação sexual mais agradável.

Apetite

A mulher sente mais fome quando está no período fértil. O motivo é o grande gasto energético do organismo para deixar o corpo pronto para gestar um bebê.

Desejo sexual

A libido também aumenta nesse período devido às inúmeras alterações hormonais que acontecem no corpo da mulher. Então, sabe aquele dia em que você está com um desejo sexual além do normal? É uma demonstração que a sua fertilidade está em alta.

Aparecimento de espinhas

As espinhas aparecem porque a pele da mulher fica mais oleosa do que o normal durante a fase ovulatória.

Temperatura

Algumas mulheres relatam uma mudança sutil na temperatura, sempre para mais. Apesar de não ser uma característica fácil de perceber, quando a mulher já vem monitorando esse sintoma, é possível saber, com a ajuda de um termômetro, que o corpo está um pouco mais quente.

Dor pélvica

Também chamada de dor da ovulação, a dor pélvica acontece como uma pontada, no meio do ciclo menstrual e dura alguns segundos. É como se fosse uma pequena cólica, passageira, indicando a liberação do óvulo.

Instabilidade emocional

Ansiedade, irritação, choro fácil são algumas alterações emocionais provocadas pela movimentação hormonal que acontece no corpo da mulher. Também é um bom sinal para analisar por volta da metade do seu ciclo.

Todos esses sinais do corpo devem ser observados, principalmente se a mulher não tem o ciclo regular e precisa de outros sintomas para saber quando está no período fértil.

Em um primeiro momento, é natural que a mulher não consiga identificar com clareza todos eles. Contudo, avaliando um ou dois ciclos, já é possível notar as alterações no seu corpo.

É possível engravidar fora do seu período fértil?

Apesar de algumas mulheres relatarem que já engravidaram fora do período fértil, essa não é uma verdade, de fato. Como vimos, o período fértil se caracteriza pela disponibilidade do óvulo para ser fecundado pelo espermatozoide.

Sem óvulo, não há fecundação. E se o óvulo só é liberado no período fértil, e uma vez ao mês, não é difícil fazer a relação entre o gameta masculino e o gameta feminino durante essa fase.

O que pode acontecer é o seguinte. O espermatozoide tem uma vida útil de até 72 horas, ou mais. Isso quer dizer que ele permanece vivo dentro do útero da mulher por 3 ou 4 dias. 

Supondo que o período fértil da mulher aconteça por volta do dia 10. Sabendo disso, ela mantém relações sexuais até o dia 7, por exemplo. Lá para o dia 11 ou 12 o espermatozoide ainda está vivo, podendo encontrar e fecundar o óvulo que será liberado a qualquer momento. E é isso que acontece, em muitos casos. Sabe a frequencia ideal de relação para conseguir engravidar?

Com todas essas dicas, ficou muito mais fácil para você, mulher, saber quando está no período fértil. Assim, você pode ou aumentar o número de relações sexuais sem contraceptivo, se quiser engravidar, ou evitar o contato íntimo, caso uma gravidez não esteja nos seus planos.

Não se esqueça de consultar um ginecologista para uma avaliação completa sobre seu corpo e sua fertilidade.

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Quando a inseminação pode ser necessária?

Fertilidade - seg, 08/16/2021 - 07:45

Após algumas tentativas de engravidar, sem sucesso, o casal começa a pensar na possibilidade de aderir a um tratamento de inseminação artificial. É natural que a ansiedade e o desejo de engravidar rápido despertem o desejo de logo partir para uma intervenção médica. Sabemos que a inseminação artificial é um método com ótimos resultados no alcance da gravidez. Mas, quando, de fato, a inseminação pode ser necessária? Será que ela deve ser escolhida para todo e qualquer caso?

 

O que é infertilidade?

Antes de falarmos sobre a inseminação artificial, é fundamental trazer o conceito correto de infertilidade. Dizemos que um casal está com problemas de fertilidade quando ele tenta engravidar após várias tentativas e depois de um determinado período de tempo.

Casais jovens podem engravidar de forma natural em até um ano de tentativas. Casais em que a mulher tenha mais de 35 anos têm um prazo menor, cerca de seis meses. E quando a mulher tem 40 ou mais, há a necessidade de investir em um tratamento de fertilidade, pois a produção de óvulos é quase inexistente.

Lembrando que a infertilidade masculina é tão comum quanto a feminina. Cerca de 40% de todos os casos de infertilidade são causados por questões masculinas, outros 40% por problemas femininos e os 20% restantes não têm causa definida.

O que é inseminação artificial?

A inseminação artificial é um tipo de tratamento de infertilidade, com baixa complexidade, indicado quando a gravidez não acontece naturalmente. Consiste na introdução de espermatozoides no útero da mulher, para que ocorra a fecundação.

Antes, a mulher passa por uma estimulação ovariana para que o óvulo seja liberado no tempo determinado pelo médico. Enquanto isso, o homem tem o seu sêmen recolhido, do qual são extraídos os melhores espermatozoides.

Além de tratar problemas de infertilidade, a inseminação artificial é uma opção para garantir uma gravidez tardia e também para que uma mulher possa gerar um filho sem a interação física com um homem.

 

Quando a inseminação pode ser necessária?

Em primeiro lugar, quem pode indicar o melhor método de reprodução assistida é o médico ginecologista. Ele faz a indicação de acordo com o problema apresentado pelo homem ou pela mulher e após a avaliação completa dos dois pacientes. Em todo caso, existem algumas situações para as quais a inseminação é mais indicada:

Mulheres com menos de 35 anos, sem alterações nas trompas

Por que mulheres com menos de 35 anos? Porque as mulheres jovens possuem uma ovulação mais frequente. À medida que o tempo passa, o número de óvulos vai diminuindo, sendo cada vez mais difícil uma fecundação de forma natural.

Além disso, para aderir a um procedimento de inseminação artificial, é necessário que a mulher tenha, ao menos, uma trompa funcionando corretamente. 

É nas trompas que acontece o encontro do óvulo com o espermatozoide. Logo, se houver qualquer tipo de obstrução, a fecundação não tem como acontecer.

Esse é um exemplo claro que mostra a importância da realização de exames completos que permitam a visualização e a verificação de todas as funcionalidade dos órgãos internos da mulher. Do contrário, o resultado pode de um tratamento incompleto pode ser bem frustrante.

Mulheres que desejam uma gestação independente

Mulheres que desejam ser mães sem a participação direta do homem também encontram na inseminação artificial uma forma de realizar este sonho. Como vimos, na inseminação o espermatozoide é injetado no útero da mulher. Então, não há necessidade de relação sexual e nem de saber de quem veio aquele gameta masculino.

Mulheres férteis que formam casais homoafetivos

Quando duas mulheres homoafetivas decidem engravidar, elas também podem optar pela inseminação artificial. Nesse caso, uma delas é a escolhida para gerar o bebê, uma escolha que deve levar em conta não só o desejo pessoal, mas também as condições de saúde.

Casais jovens ou não, cujo problema de infertilidade não seja identificado

Mesmo após uma extensa avaliação da saúde do casal, é possível que o médico não descubra o que, de fato, esteja atrapalhando a gravidez pelo ato sexual. Então, ele pode optar pela inseminação artificial, aumentando as chances da gestação.

Mulheres com ovulação irregular

Como já falamos algumas vezes aqui, mulheres com ciclos irregulares não conseguem identificar o seu período fértil e não sabem quando estão ovulando, dificultando a fecundação pelo modo tradicional.

Uma das fases da inseminação artificial é a estimulação ovariana. Ou seja, a mulher recebe alguns estimulantes para que seja capaz de liberar o óvulo dentro do período desejado pelo médico que, geralmente, é em torno de 36 horas após esse processo.

Dentro dessa janela de tempo, o espermatozoide é introduzido no útero onde, em breve, encontrará o óvulo e poderá iniciar uma gestação.

Homens com problemas relacionados ao sêmen

Como vimos, homens também apresentam problemas de fertilidade, com uma grande variedade de diagnósticos. Os mais comuns são:

  • Produção de espermatozoides de baixa qualidade;
  • Produção insuficiente de espermatozoides;
  • Dificuldade ou impossibilidade de ejacular dentro do útero da mulher;
  • Ejaculação retrógrada: quando o sêmen é lançado para trás e não para frente, como o esperado;
  • Problemas relacionados à disfunção erétil, como impotência sexual ou dificuldades de ereção por uso de drogas ou por complicações de doenças;
Congelamento de gametas para concepções futuras

A inseminação artificial também é indicada quando o homem ou a mulher desejam congelar os seus gametas pensando em uma concepção futura, o que costuma acontecer nas seguintes situações:

  • Quando o homem ou a mulher iniciam o tratamento contra o câncer através de quimioterapia;
  • Quando o homem pretende realizar uma vasectomia ou alguma cirurgia nos testículos que possam comprometer a qualidade dos seus espermatozoides;
  • Quando a gravidez não é desejada naquele momento, mesmo que não haja nenhum problema biológico que impeça a fecundação, o que deverá acontecer com o avançar da idade.

Além de todas essas indicações, a inseminação artificial também é uma opção para casos em que o canal vaginal é muito ácido e interfere no tempo de vida do espermatozoide.

Como vimos, a inseminação artificial pode ser necessária em casos específicos envolvendo a infertilidade masculina ou feminina e também abrange escolhas pessoais, como a gravidez em uma relação homoafetiva e a produção independente. Em todos esses casos, e em muitos outros, é fundamental o acompanhamento do médico em todas as etapas da busca pela gravidez. Apenas após uma avaliação aprofundada e precisa da saúde e características do paciente, o médico pode traçar um objetivo e as melhores formas de alcançá-lo.

 

Veja também: Qual é a taxa de sucesso da inseminação artificial?

Os 3 principais tratamentos para engravidar.

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Como podemos envelhecer de forma saudável

Vascular Pro - sex, 08/13/2021 - 16:40

Todos nós sabemos que o envelhecimento faz parte do ciclo natural da vida. Portanto, não devemos pensar em evitar a chegada da idade ou permanecer para sempre jovens. A pergunta que deve ser feita, realmente, é: como envelhecer saudável? A resposta para esta questão é muito importante porque ela é a chave de um futuro longo, com mais autonomia, independência, satisfação, sabedoria e bem-estar. Tudo isso, claro, sem deixar de lado a saúde física e mental.

Felizmente, é possível alcançar esse patamar, desde que as orientações sejam seguidas desde o começo. Afinal, construímos hoje o que queremos viver amanhã. Pensando nisso, decidimos elaborar uma lista com as práticas saudáveis mais adequadas para que envelhecer deixe de ser um tormento e se torne algo natural, mais agradável e confortável para todos.

O que é envelhecer saudável?

Quando falamos em envelhecer saudável não estamos falando em manter todas as nossas características de quando jovens. Afinal, não é algo possível de acontecer. Envelhecer saudável significa manter todos os aspectos físicos e mentais em boas condições de funcionamento. 

É o que também chamamos de envelhecimento ativo. Não se trata apenas de chegar aos 80 ou 90 anos de qualquer jeito, apresentando doenças, com diversas limitações e quase nenhuma independência. Envelhecer saudável é estar bem em todas as esferas da vida, dentro do que é possível, de acordo com a idade e condições de cada um.

Pensando nisso, estabelecemos cinco aspectos da vida do ser humano que devem ser cultivados diariamente para que se alcance o envelhecimento saudável. São eles:

Saúde física: que envolve o funcionamento do nosso corpo;

Saúde mental e emocional: controle de emoções, sensações e sentimentos;

Saúde financeira: manter uma boa relação com o dinheiro, utilizando-o para cobrir as necessidades diárias;

Convívio social: construir e manter boas relações com o outro, incluindo família, amigos e colegas;

Controle de doenças: fazer a prevenção, o tratamento e o diagnóstico de doenças, um cuidado fundamental para uma vida com mais qualidade.

Como envelhecer saudável?

Como é possível envelhecer de forma saudável? Quando falamos em envelhecimento é muito comum que pensemos lá na frente, como algo muito distante de nós. Seja porque ainda somos jovens ou porque não queremos aceitar a passagem do tempo, é um assunto sobre o qual pouco falamos.

Mas, o fato é que uma velhice com qualidade é construída não no futuro, mas no presente. Construa o seu próprio futuro com as dicas que estão logo abaixo:

Alimente-se bem

Esta é a dica mais comum de todas, que todo mundo conhece, mas que a grande maioria das pessoas despreza. A alimentação saudável é um pilar essencial no processo de envelhecimento com qualidade. Isso porque ela interfere diretamente no funcionamento do nosso organismo e reflete no nosso exterior também.

Sabe aquela frase que diz que “somos o que comemos”? Faz todo sentido. Se nos alimentamos mal, nosso corpo estará pouco nutrido, mais frágil e suscetível a doenças. Caso tenhamos uma alimentação rica em nutrientes, nosso corpo estará mais forte e saudável.

Então, a dica é: focar em alimentos naturais, ricos em fibras, vitaminas e minerais e que tenham ação anti-inflamatória, como os alimentos com ômega 3. Deixe um pouco de lado os alimentos prontos, muito calóricos, ricos em gordura, açúcar e sal.

Mantenha-se hidratado

Beber água é outro ponto importante. A água alimenta, refresca, melhora a atividade do cérebro, auxilia na circulação e na ação do metabolismo, melhora o funcionamento dos rins e demais órgãos, participa da construção muscular, além de muitas outras vantagens.

A água deve ser ingerida ao longo do dia e não apenas quando você estiver com sede. Caso tenha dificuldades em tomar água, instale um lembrete no celular, deixe uma garrafa de água por perto, anote na agenda, mas não se esqueça.

Saia do sedentarismo

Fazer exercício físico regularmente é indispensável. Nosso corpo precisa de movimento para se manter forte e ativo. Escolha aquela atividade que você mais gosta e insira na sua rotina. Pode ser uma caminhada, aulas de dança, ciclismo, natação, etc. O importante é se movimentar. 

Fuja do estresse

O estresse é extremamente prejudicial à saúde das veias e artérias, atrapalha o sono, abre portas para a instalação de doenças de ordem emocional, influencia no ganho de peso e prejudica o convívio social.

Encontre maneiras de ficar longe do estresse. Procure ver o lado bom das coisas ruins, tenha momentos de lazer, faça coisas interessantes e agradáveis ao longo do dia e não queira fazer mais do que está ao seu alcance.

Durma bem

Estabeleça uma rotina do sono e tente mantê-la diariamente. Vá para a cama no mesmo horário todos os dias, acorde no mesmo horário, apague as luzes do quarto, evite luz artificial antes de dormir e deixe as preocupações de lado.

O sono tem o objetivo de descansar o corpo, restaurando-o para o dia seguinte. Por isso, é uma necessidade e não uma perda de tempo, como muitos acham.

Descanse

Insira momentos de descanso ao longo do seu dia. Faça pausas entre uma atividade e outra, tire cochilos, leia um livro, cuide do jardim, brinque com o cachorro, etc. Evite também o excesso de trabalho e de obrigações diárias.

Fique longe do cigarro

O cigarro é um vilão incomparável quando o assunto é envelhecimento e todo o corpo sofre com esse hábito. A pele apresenta manchas, acne, ressecamento e perda de elasticidade. Os órgãos não funcionam direito e as células envelhecem mais rápido. 

O ideal é largar o cigarro de vez. Para isso, você pode contar com a ajuda de amigos, da família, além de aderir a algum tipo de tratamento médico, com uso de medicamentos e acompanhamento com especialistas.

Reduza o consumo do álcool

Se você bebe, reduza o consumo, dando preferência para os tipos de bebidas um pouco mais saudáveis, como o vinho, por exemplo. Se não bebe, continue sem beber e o seu corpo vai agradecer hoje e no futuro.

Tenha amigos

Amigos, vizinhos, colegas de trabalho, todos são importantes para o bom convívio social. Cultive as boas amizades e evite a solidão. Precisamos uns dos outros para trocar ideias e experiências e isso também nos deixa mais saudáveis.

Vá ao médico regularmente

Use a medicina de forma preventiva e não apenas para tratar doenças. Visite o seu médico regularmente e, caso tenha alguma doença, mantenha-a sob controle com medicamentos, dieta, exercício físico e demais orientações médicas.

Perca peso

Através de dieta e de exercício físico você consegue se manter dentro do seu peso ideal, evitando o sobrepeso ou, até mesmo, a obesidade, uma condição comum a tantas pessoas atualmente. Caso tenha dificuldade em emagrecer, procure ajuda médica.

Do ponto de vista vascular, o envelhecimento saudável é ainda mais necessário. As doenças que atingem o sistema vascular, causando entupimento das veias e dificultando a circulação sanguínea, são grandes causadoras de mortes no mundo todo, além de influenciarem negativamente na qualidade de vida do indivíduo. Dessa forma, é primordial que as práticas e os hábitos saudáveis sejam seguidos regularmente, e precocemente, para que os resultados sejam alcançados como se espera.

 

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O que você precisa saber sobre reprodução assistida?

Fertilidade - sex, 08/13/2021 - 16:07

A reprodução assistida consiste em um conjunto de métodos utilizados como forma de tratamento para casais que não conseguem engravidar por meios naturais. Consideramos meios naturais a concepção tradicional, através do ato sexual, sem qualquer intervenção externa. Quando um casal jovem e saudável tenta engravidar por cerca de um ano, mantendo relações sexuais sem uso de contraceptivo e não atinge o objetivo, é um indicativo de que ambos precisam buscar orientação médica para identificar casos de infertilidade.

Reprodução assistida: tratamentos de baixa complexidade

São tratamentos de baixa complexidade aqueles que não fazem uso de grandes intervenções médicas durante a fecundação. Basicamente, é feita a estimulação da ovulação e a introdução dos espermatozoides no útero da mulher com o objetivo de fecundar o óvulo. Temos duas opções:

Coito programado

É chamado de coito programado a indicação exata do momento em que o casal precisa manter relações sexuais para que o espermatozoide consiga fecundar o óvulo. Antes disso, é feita a indução da ovulação com o uso de medicação injetada.

Essa indução faz crescer o folículo. Dessa forma, a mulher vai ovular no período que o médico desejar, o que acontece por volta de 36 horas após a aplicação da medicação. O próximo passo é a orientação para que o casal faça sexo sem preservativo naquele período indicado pelo médico, aumentando as chances de acontecer uma gravidez.

Inseminação artificial

Na inseminação artificial, também ocorre a estimulação da ovulação da mulher com o uso de medicação. Depois, o homem passa por uma coleta de sêmen em que vão ser escolhidos os espermatozoides mais fortes e saudáveis.

36 horas depois, esse sêmen é introduzido no útero, através de um cateter. É nesse momento em que há a grande chance de o espermatozoide encontrar o óvulo que será liberado pela mulher. Se isso acontecer, temos uma gravidez em evolução.

Para quem é indicado o tratamento de baixa complexidade

O tratamento de baixa complexidade, coito programado e inseminação artificial, é indicado nos seguintes casos:

  • Quando a mulher só tem problema ovulatório, ou seja, quando ela tem um ciclo irregular, por exemplo;
  • Quando a mulher tem menos de 35 anos. Nessa fase, as chances dessa mulher ovular são boas, o que possibilita melhores resultados do tratamento;
  • Quando o homem tem boa quantidade de espermatozoides que permitem o tratamento.

 

Reprodução assistida: tratamentos de alta complexidade

Os tratamentos de alta complexidade, como o nome já sugere, são um pouco mais complexos e exigem intervenções maiores do médico que acompanha o casal. Podemos listar dois tipos:

Fertilização in vitro convencional

Na fertilização in vitro do tipo tradicional, ocorre a colocação do sêmen na placa junto com o óvulo para que ocorra a com fecundação sem interferência do profissional.

Fertilização in vitro pelo método ICSI

Na fertilização in vitro pelo método de ICSI (injeção intracitoplasmática) há a introdução do gameta masculilno, o espermatozoide, no gameta feminino, ou seja, no óvulo. Nesse caso, a fecundação não acontece de forma natural. Ela é induzida diretamente pelo profissional responsável por aquela atividade.

Como é feito o processo

Em primeiro lugar, é realizada a estimulação da ovulação com medicações injetáveis, de 10 a 12 dias, para estimular o crescimento dos folículos já determinados no início do ciclo.

Diferente da inseminação artificial, a indução da ovulação é feita para o crescimento de vários folículos e não apenas de um.

Quando o folículo está no tamanho adequado para a ovulação, é aplicada uma nova medicação para que esta ovulação aconteça 36 horas depois. O passo seguinte é a retirada dos óvulos, mediante a sedação da mulher.

No mesmo dia, o homem colhe o sêmen no laboratório. Este sêmen é usado para fertilizar os óvulos retirados. Essa fertilização pode ocorrer através do método tradicional ou através do método de injeção intracitoplasmática.

Para quem é indicada a fertilização in vitro

As duas opções de fertilização in vitro são metodologias diferentes com indicações diversificadas também. Normalmente, são voltadas para os seguintes casos:

  • Quando o casal está há muito tempo tentando engravidar, após terem experimentado diversas técnicas de fecundação, sem sucesso;
  • Quando a mulher tem mais de 35 anos;
  • Quando a mulher apresenta algum problema tubário ou obstrução tubária e que não consegue engravidar de forma natural;
  • Quando o homem apresenta oligospermia: liberação de uma quantidade inadequada ou insuficiente de espermatozoides durante a ejaculação;
  • Quando o homem apresenta azoospermia: ausência total de espermatozoides durante a ejaculação.

 

E o que acontece depois?

Todo o tratamento dura entre 10 e 15 dias. Depois da fertilização, o embrião é observado e, no terceiro dia, ele é classificado como bom, ruim ou regular. Depois, pode ser transferido para dentro do útero, caso o médico verifique a qualidade suficiente do material.

12 dias depois, é feito um exame de beta HCG, o exame de gravidez, para ver se o procedimento deu certo. Em caso positivo, a mulher deve seguir as orientações para que a gravidez evolua de forma saudável. 

Em caso negativo, o retorno ao médico deve acontecer para verificação do que deu errado e para que novas estratégias sejam traçadas.

Como escolher o melhor tratamento?

Antes de recorrer a um ou outro tratamento, o melhor a fazer é conversar com o médico. Só ele pode indicar aquele tratamento com chances maiores de um resultado satisfatório, de acordo com as características de cada casal.

Quais são as chances de dar certo na primeira vez?

Essa é uma pergunta muito comum feita por quem se submete a um tratamento de reprodução assistida, seja de baixa ou alta complexidade. É compreensível a ansiedade e o desejo de que tudo dê certo logo na primeira tentativa.

Entretanto, devemos lembrar que cada casal é diferente e apresenta problemas diferentes. Sendo assim, não há como generalizar e estabelecer uma possibilidade que atenda a todas as pessoas. 

Ou seja, não há como prever se o resultado da reprodução vai ser positivo ou não. A recomendação é conversar com o médico que faz o acompanhamento e solicitar dele uma estimativa. Essa estimativa será um pouco mais precisa, de acordo com o diagnóstico de cada caso.

Remédios para ovular funcionam?

Muitas mulheres relatam o uso de remédios que estimulam a ovulação, mas não é uma prática indicada se não houver acompanhamento médico. O uso contínuo dessas substâncias pode agredir o útero e causar doenças graves, como o câncer de ovário, por exemplo.

 

Essas são as informações básicas que você precisa saber sobre reprodução assistida. A partir desses conceitos, já é possível ampliar os seus conhecimentos e ter uma visão um pouco mais aprofundada sobre os tratamentos para engravidar, facilitando a compreensão e o processo de escolha.

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Como identificar os dias mais férteis do mês?

Fertilidade - ter, 08/10/2021 - 14:13

Para a mulher, identificar os dias mais férteis do mês é fundamental para que ela tenha um domínio maior sobre o seu corpo. Com isso, ela pode se preparar para conseguir uma gestação ou, se for o caso, para evitar uma gravidez. Apesar de passar por isso todos os meses, muitas mulheres ainda sentem dificuldades em perceber quando os seus corpos estão se preparando para gestar um bebê. Pensando nisso, resolvemos listar aqui um conjunto de sinais que ajudam a identificar o período fértil. Continue lendo.

O que é o período fértil

Antes de falarmos sobre como identificar os dias mais férteis do mês, precisamos deixar claro o que é o período fértil. Você saberia dizer o que significa esse período na vida da mulher?

O período fértil compreende um conjunto de dias em que o corpo da mulher está propício para iniciar uma gravidez. Nessa fase, que acontece todos os meses, os ovários liberam um óvulo que fica à espera do espermatozoide para ser fecundado.

Caso ocorra a fecundação, é o início de uma gravidez, com a formação e desenvolvimento do embrião. Se não houver fecundação, o óvulo é liberado junto com outros tecidos das paredes uterinas. É o que chamamos de menstruação.

Ovulação e período fértil

Aqui, vale fazer uma diferenciação de conceitos: ovulação e período fértil não são a mesma coisa. O período fértil são os dias em que a mulher pode engravidar. Já a ovulação é o período em que o óvulo é liberado, ficando disponível por cerca de 24 horas.

O que acontece é que o espermatozoide tem uma sobrevida de até 5 dias dentro do útero da mulher. Portanto, é possível que a mulher engravide ainda que mantenha relações sexuais fora do seu perído de ovulação, já que o espermatozoide ainda estará vivo quando o seu óvulo for liberado.

Por exemplo: imagine que o seu período fértil seja entre os dias 10 e 15. Você resolve manter relações sexuais sem proteção no dia 7 acreditando não haver riscos de engravidar. Caso você ovule entre os dias 10 e 12, o espermatozoide ainda estará disponível no seu corpo e poderá fecundar o óvulo liberado, começando uma gravidez.

E quando ocorre o período fértil? 

Bom, o período fértil acontece, geralmente, sempre no meio do ciclo menstrual da mulher. Caso ela tenha a sua menstruação a cada 28 dias, por exemplo, o seu período fértil acontece por volta do 14° dia, compreendendo ainda os três dias antes e três depois.

O período fértil acontece todos os meses. É o momento em que a mulher deve manter relações sexuais sem preservativo, caso queira engravidar. Ou, se quiser evitar uma gravidez, precisa evitar o ato sexual ou fazê-lo com uso de contraceptivos.

Como identificar os dias mais férteis do mês

Quando a mulher tem um ciclo menstrual regular é mais fácil identificar esses dias férteis. Por outro lado, muitas mulheres possuem ciclos totalmente irregulares, sendo muito difícil saber o dia exato em que estão ovulando.

Por isso, é importante conhecer bem os sinais emitidos pelo corpo e, a partir destas informações, descobrir o momento em que ele está pronto para começar uma gestação.

Vagina mais lubrificada

Quando a mulher está no seu período fértil, o muco vaginal se torna mais volumoso, sendo produzido em quantidade maior do que o normal. Normalmente, é um corrimento sem cheiro, de cor branca ou transparente, e com textura gelatinosa.

O muco é produzido pelo corpo como uma maneira de facilitar o acesso do espermatozoide ao óvulo, auxiliando na sua jornada até lá. O muco também protege o gameta masculino da acidez característica do canal vaginal, além de servir como lubrificante natural, deixando a relação sexual mais agradável.

Desejo sexual aumenta

O aumento da libido na mulher também está relacionado ao seu período fértil. O apetite sexual aumenta por causa da atuação de dois hormônios específicos, o estrogênio e a testosterona, que também deixam a mulher mais atraente.

Então, se perceber um aumento na vontade de manter relações sexuais com o seu parceiro em um período específico, é um sinal de que está no período fértil.

Temperatura um pouco elevada

A temperatura corporal costuma aumentar durante a ovulação. A variação é bem sutil, com uma diferença de um ou dois graus, sendo necessário um termômetro para ter um dado mais preciso.

Apetite aumenta

O processo desenvolvido pelo organismo para preparar o corpo para uma gestação consome muita energia. E é por esse motivo que o apetite alimentar da mulher aumenta bastante nesse período.

No geral, a preferência é por alimentos calóricos, como doces, frituras e industrializados. É um sinal importante para observar, principalmente se, no seu dia a dia, você não costuma consumir esses tipos de alimentos.

Dor pélvica

Também chamada de dor da ovulação, a dor pélvica é relatada por algumas mulheres. Trata-se de uma pequena pontada na região do ventre e que acontece por volta da metade do ciclo menstrual, quando o óvulo é liberado. É um leve incômodo também fácil de observar. Entretanto, nem todas as mulheres sentem essa dor.

O que mais pode ajudar?

Além de ficar atenta aos sinais do corpo, é possível identificar os dias férteis na mulher a partir de outros métodos. Por exemplo:

Tabelinha

A tabelinha é um método contraceptivo não invasivo usado pelas mulheres para facilitar a descoberta do período fértil. Usando um calendário, a mulher anota os dias em que começa e termina o ciclo menstrual. Na metade desse ciclo, ela marca o seu período fértil.

A tabelinha não é considerada uma técnica cem por cento segura por causa das variações naturais do corpo da mulher, mas, junto com as outras dicas, pode facilitar a identificação da ovulação.

Teste de ovulação

Também chamado de teste de fertilidade, ou teste de LH, é um jeito simples, rápido, fácil e prático de saber se o seu corpo está ovulando ou não. O teste é comprado em farmácias e tem resultados bastante fidedignos e satisfatórios.

O objetivo do teste é encontrar a presença do hormônio luteinizante (LH). Esse hormônio é produzido em quantidade maior quando a mulher está ovulando.

Com as dicas listadas aqui, ficou muito mais fácil para você identificar os dias mais férteis do mês e, com isso, tomar as medidas necessárias para engravidar ou evitar uma gestação. Lembrando que é preciso uma observação constante desses sinais, ao longo do tempo, para, de fato, perceber alguma alteração que indique a ovulação e a fertilidade. 

 

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Quais são os benefícios do Ômega 3 para a saúde?

Vascular Pro - sex, 08/06/2021 - 18:13

Você já deve ter ouvido falar muitas vezes sobre o ômega 3 e o quanto ele é importante para a saúde do organismo. Mas, você sabe dizer o que é o ômega 3, quais são as vantagens nutricionais que ele oferece e por que isso acontece? Apesar de ser um assunto muito debatido atualmente, ainda existem muitas dúvidas a respeito do tema e é por isso que resolvemos falar um pouco mais sobre isso.

O que é o ômega 3

O ômega 3 é um tipo de gordura saudável encontrada em peixes, frutos do mar e sementes. Por não ser produzida pelo nosso organismo, para garantir os seus benefícios é necessário ingeri-lo através do consumo destes alimentos.

O ômega 3 é formado por três tipos de ácidos graxos. São eles: ALA, EPA E DHA. Esses ácidos graxos possuem ação anti-inflamatória e a ingestão deles é recomendada para prevenir e tratar problemas inflamatórios corporais, além dos circulatórios.

Popularmente, o ômega 3 também é conhecido como gordura boa ou gordura do bem por causa dos seus efeitos nutritivos. Além dos peixes e das sementes, o ômega 3 também pode ser consumido através da suplementação, com a ingestão de cápsulas.

Ômega 3 e a saúde das artérias

Como vimos, o ômega 3 tem ação anti-inflamatória. E o que isso tem a ver com a saúde das suas artérias? Tudo a ver. Uma das doenças inflamatórias mais comuns e mais perigosas para o indivíduo é a aterosclerose.

A aterosclerose é uma doença inflamatória que promove a formação de placas de gordura dentro das artérias e veias de todo o corpo humano. Essas placas são formadas basicamente por gordura e cálcio.

O acúmulo destas substâncias provoca enrijecimento das paredes das artérias e, com o passar do tempo, causa também a obstrução dos vasos, com formação de trombos, prejudicando o fluxo sanguíneo e a entrega de oxigênio e outros nutrientes para órgãos e tecidos do corpo humano.

A obstrução provocada pela aterosclerose é a grande responsável por doenças cardiovasculares, como o infarto e o AVC (acidente vascular cerebral). O AVC é uma das causas mais comuns de mortes em todo o mundo.

A aterosclerose é uma doença crônica, que não surge de uma hora para outra, mas vai evoluindo com o passar do tempo e a prática constante dos maus hábitos alimentares, além de estar atrelada a vários fatores de risco. 

Por ser uma doença com poucos sintomas, que costumam se manifestar apenas quando o problema está em estágio avançado, a aterosclerose é difícil de ser diagnosticada.

Ômega 3 e o combate à inflamação

A propriedade anti-inflamatória do ômega 3 é o que faz com que essa gordura seja tão valorizada e utilizada no tratamento e combate às doenças inflamatórias, como a aterosclerose.

Essa relação positiva entre o ômega 3 e o controle de doenças cardiovasculares já foi percebido há muitos anos pelos pesquisadores que investigaram a vida dos esquimós, cuja alimentação era baseada em peixes e frutos do mar.

O índice de doenças cardiovasculares entre esse público era muito menor do que entre outras pessoas. O ômega 3 inibia a formação das placas de gordura.

Assim como acontece com a aterosclerose, a ação anti-inflamatória do ômega 3 reduz a incidência de vários tipos de câncer, pois protege as células dos danos celulares, potencializa o funcionamento do cérebro, além de garantir muitos outros benefícios, como veremos a seguir.

Benefícios do ômega 3

E o que mais o ômega 3 pode fazer pela sua saúde? Combater as inflamações é apenas uma das muitas propriedades desta gordura. Veja a seguir todos as vantagens encontradas:

  • Reduz a quantidade de açúcar no sangue, melhorando a resistência à insulina e ajudando a controlar o diabetes;
  • Alívio dos sintomas da artrite, mais uma doença de origem inflamatória;
  • Melhora a visão;
  • Estimula o funcionamento cerebral, prevenindo o envelhecimento precoce;
  • É bom para a memória e para a cognição;
  • Auxilia no tratamento dos sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade;
  • Diminui os sintomas da depressão e outras doenças de ordem emocional;
  • Auxilia no processo de emagrecimento e equilíbrio do peso corporal;
  • Reduz os índices de colesterol, mantendo os vasos sanguíneos saudáveis;
  • Ajuda a tratar as doenças respiratórias;
  • Diminui o risco das doenças neurológicas, como o Alzheimer que provoca problemas de memória, falta de concentração e atenção, além de dificuldades de raciocínio;
  • Sua ação antioxidante previne o envelhecimento precoce da pele;
  • Ajuda na recuperação muscular após o exercício físico.
Onde encontrar o ômega 3

O ômega 3 não é produzido pelo corpo humano. Logo, deve ser consumido através da ingestão de suas fontes naturais e as principais são:

Sardinha: em lata ou natural, a sardinha é fonte riquíssima de ômega 3, além de ter bastante cálcio e vitamina D em sua composição.

Arenque: outro peixe rico em gordura boa, mas dê preferência para aqueles criados livres e não em cativeiros, pois estes têm uma concentração menor da substância.

Salmão: além de ser um peixe com uma grande porcentagem de ômega 3 em sua composição, o salmão também é muito saboroso. É considerado um dos peixes mais saudáveis dentre as outras opções, pois possui selênio, potássio e vitamina D.

Atum: pode ser encontrado em lata ou na versão natural, sendo mais uma opção de alimento rico em ômega 3.

Chia e linhaça: duas sementes com alto poder de nutrição, com grande presença de ômega 3 e ricas em fibras. Podem ser usadas em sucos, vitaminas, sopas ou saladas. Contudo, tenha o cuidado de romper a casca antes de digeri-las. O óleo de semente de linhaça também é uma opção interessante.

Nozes: ¼ de xícara de nozes já oferece uma quantidade importante de ômega 3, além de fibras e proteínas.

Feijão, ovos, abóbora, camarão, couve, espinafre, alface, castanhas e azeite também são alimentos com boa oferta de ômega 3 e que devem fazer parte do seu cardápio diário.

Suplementação: a suplementação também é uma opção para quem não consegue atingir a quantidade diária indicada, que é cerca de 250 mg para adultos. Mas, deve ser prescrita por um médico para evitar os excessos.

Importante lembrar que o fato desse ácido graxo ser de extrema importância para a saúde não quer dizer que ele pode ser consumido de forma indiscriminada. O excesso pode causar o efeito contrário ao esperado.

Agora que você já conhece os benefícios do ômega 3 para a saúde, já pode incluir as fontes dessa gordura no seu cardápio e dar mais importância a ela a partir de então. O seu organismo agradece. Caso queira suplementar, busque a orientação de um médico e esteja sempre atento para evitar o consumo inadequado dessa gordura.

 

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Quais hábitos podem garantir uma melhor qualidade de vida e envelhecimento?

Vascular Pro - sex, 08/06/2021 - 17:52

Quem não quer envelhecer bem e com saúde? Todos nós queremos, não é verdade? Do ponto de vista físico, a saúde vascular é uma das áreas que mais demandam atenção. Isso porque os vasos sanguíneos são especialmente afetados por uma doença grave, que exige cuidados e que pode ser evitada a partir dos bons hábitos de vida. Estamos falando da aterosclerose.

A aterosclerose é uma doença inflamatória caracterizada pelo surgimento de placas de gordura dentro das artérias. O excesso de gordura impede que a circulação sanguínea aconteça naturalmente, evitando que o oxigênio e outros nutrientes cheguem aos órgãos e tecidos do organismo.

O entupimento também favorece o surgimento dos trombos, que são coágulos formados por causa do sangue represado. Esses trombos bloqueiam a passagem de sangue e de oxigênio e podem causar, nas veias, a trombose e a embolia pulmonar.

Fatores de risco para o surgimento de doenças

Fatores de risco são situações, condições e hábitos que influenciam no surgimento ou agravamento de doenças. Existem aqueles fatores que não podem ser modificados e os que podem sim ser melhorados. Saiba mais a seguir:

Fatores de risco imutáveis

São chamados imutáveis porque não podem ser alterados. Portanto, resta ao indivíduo conhecê-los e usá-los como um alerta. Desta forma, é possível se antecipar ao surgimento de determinados problemas de saúde. 

Idade

Não é possível parar o tempo. A idade chega para todos e, junto com ela, o envelhecimento das células, tecidos e órgãos. Assim, temos um organismo mais frágil e suscetível às doenças à medida que o tempo vai passando.

Gênero

Algumas doenças também são mais comuns em homens ou mulheres. Um exemplo são as varizes que menos frequentemente atingem o público masculino, mas é extremamente comum no público feminino.

Passado

O passado também não pode ser modificado. Portanto, se você já sofreu algum tipo de doença anteriormente, como infarto, por exemplo, está muito mais suscetível a um novo evento do tipo. 

As doenças com potencial genético também estão inclusas aqui. Alguns problemas de saúde são considerados de ordem hereditária. Então, se um familiar seu tem ou já teve alguma doença com esta característica genética, é possível que você também a tenha.

Telômeros

Os telômeros são a parte final do cromossomo que determina o envelhecimento celular. É por isso que algumas famílias são mais longevas do que outras. A explicação está, entre outros fatores, no tamanho do telômero presente no DNA daquelas pessoas que pertencem à mesma linhagem.

Se não é possível mudar esses fatores, por que conhecê-los? Para facilitar o diagnóstico da doença e ficar atento aos sintomas. Precisamos lembrar que a Medicina é, antes de tudo, preventiva e não apenas voltada para o tratamento de doenças.

Fatores de risco mutáveis

São considerados mutáveis porque podem ser modificados, assim o indivíduo queira e faça por onde essa mudança aconteça. Esses fatores são hábitos ruins que, sozinhos ou em conjunto, aumentam o risco de doenças, principalmente as cardiovasculares. São eles:

Tabagismo

O cigarro é considerado o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, podendo causar hipertensão, infartos, AVC, aneurisma e claudicação intermitente.

Sedentarismo

A falta de exercício físico também favorece o surgimento de doenças porque atrapalha a circulação sanguínea, contribui para o sobrepeso, para o estresse e noites mal dormidas.

Álcool em excesso

Estudos afirmam que um pouco de álcool é eficaz para a dilatação das veias. Já o resveratrol, substância presente no vinho, tem poder antioxidante e ajuda a manter as células longe do envelhecimento precoce. O problema do álcool é o excesso, pois causa envelhecimento vascular e aumenta o risco de várias doenças.

Dislipidemia

É o nível elevado de placas de gordura no sangue, que também pode ser chamado de colesterol elevado. É um fator de risco grave para a aterosclerose.

Obesidade

A ingestão de alimentos muito calóricos tem contribuído para o ganho de peso em todas as faixas etárias do indivíduo, comprometendo a saúde vascular.

Diabetes e hipertensão descontrolados

O diabetes e a hipertensão, conhecida como pressão alta, são doenças com forte fator genético, mas que podem e devem ser controladas com medicação, dieta e acompanhamento médico. Logo, são consideradas mutáveis.

Fator trombogênico

O mesmo acontece com o fator trombogênico. Quem sofre com trombofilia, por exemplo, está mais suscetível à oclusão vascular. Portanto, também deve ficar atento aos sintomas e realizar acompanhamento médico.

Estresse

O indivíduo pode sofrer com o estresse no trabalho, na escola, em casa ou na rua. E a cada vez que esse estresse se torna mais frequente, maiores são os danos à saúde vascular. 

Sono ruim

O sono deve ser reparador. Quando o indivíduo não dorme bem, a inflamação no corpo aumenta, as doenças inflamatórias também e ele se sente menos disposto ao longo do dia seguinte, além de mais estressado também.

Então, quais hábitos garantem uma vida com mais qualidade e saudável?

Conhecendo os fatores de risco que facilitam o surgimento de doenças, é mais fácil identificar aqueles hábitos que devem ser cultivados para se manter mais saudável. Então, as dicas são:

Tenha bons hábitos alimentares: reduza os alimentos prontos, industrializados e prefira os naturais, mais nutritivos e pouco calóricos.

Faça atividades físicas regularmente: não precisa ir à academia se não gostar, mas faça alguma atividade do seu interesse. Vale fazer caminhada, dançar, andar de bicicleta, se exercitar em casa. O que não pode é ficar parado.

Deixe o cigarro de lado: largar o vício do cigarro não é uma tarefa fácil, mas é necessário dar o primeiro passo. Para auxiliar neste processo, você pode contar com a ajuda de medicamentos, terapias e acompanhamento médico.

Evite o álcool ou reduza ao máximo a ingestão: ainda que o álcool tenha alguns benefícios, a sua ingestão não deve ser estimulada. Portanto, quem bebe deve reduzir o consumo e quem não bebe, assim deve permanecer.

Fuja do estresse: evite situações estressantes, tenha momentos de lazer e procure amenizar situações naturalmente estressantes no seu dia a dia.

Perca peso: emagrecer é peça-chave no combate às doenças cardiovasculares. Faça dietas, exercite-se todos os dias e procure a ajuda de profissionais especialistas no assunto, como endocrinologistas e nutricionistas, para resultados mais satisfatórios.

Durma bem: exercício físico, dieta, boa alimentação e controle do estresse são fundamentais para uma boa noite de sono. Organize-se para dormir e acordar no mesmo horário e tenha uma noite de sono realmente restauradora.

Visite o seu médico regularmente: como já dissemos, a Medicina deve ser preventiva e não deve ser vista apenas como algo para tratar doenças. Por isso, ir ao médico deve ser um hábito cultivado. 

Doenças vasculares, ginecológicas e muitas outras, quando diagnosticadas precocemente, são tratadas com facilidade e os resultados são mais satisfatórios. Então, se você é daqueles que só vai ao médico quando sente que algo não vai bem, é hora de modificar essa prática.

Como vimos, uma vida com qualidade, longeva e feliz é possível, desde que os hábitos saudáveis sejam cultivados todos os dias e não apenas depois que algum problema é detectado. É preciso cuidar do corpo hoje para evitar problemas no futuro. É assim que se pratica e se vive o envelhecimento saudável.

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Por que devemos nos alimentar com consciência?

Vascular Pro - sab, 07/31/2021 - 10:03

Alimentação consciente é a experiência de comer ou beber com atenção total ao que está sendo ingerido. Um processo que começa com a escolha de cada ingrediente ou alimento. Também faz parte da alimentação com consciência a percepção dos impactos dos alimentos sobre o nosso corpo, além de saber o real motivo por trás daquelas escolhas. Mas, por que nos alimentar com consciência é assim tão importante? A seguir, você vai entender os motivos.

Por que investir na alimentação com consciência?

A alimentação consciente é um hábito pouquíssimo praticado. Normalmente, somos acostumados a fazer todas as refeições no modo automático, comendo rapidamente para dar tempo de fazer a tarefa seguinte. Algo comum na vida corrida que levamos.

O fato é que toda essa rapidez e desconhecimento nos estimula a manter uma alimentação errada, dando pouca ou nenhuma atenção aos valores nutricionais dos alimentos, comprometendo a nossa saúde.

Diante disso, podemos listar alguns motivos importantes para que a alimentação consciente faça parte da rotina de todos:

 

Compreensão sobre o que você come

Qual a quantidade de água que você tomou ontem? E o que comeu no almoço? Você sabe? Poucas pessoas têm a resposta para estas perguntas. Quando você pratica a alimentação consciente, é mais fácil ter domínio sobre as suas escolhas e optar pelo que faz bem a você e não pelo que dizem ser o certo.

De acordo com o conceito de bio individualidade, e que tem tudo a ver com a alimentação consciente, o que é bom para um não necessariamente é para o outro. E assim vamos fazendo nossas escolhas baseados no que realmente funciona para nós.

 

Conhecimento aprofundado sobre o seu corpo

Você já deve ter ouvido aquela frase “Somos o que comemos”. De fato, o que consumimos todos os dias possui influência direta no nosso organismo. E essa influência pode ser para o bem ou não. Não é difícil entender isso, uma vez que existem os alimentos que são mais nutritivos e outros nem tanto.

Quando você pratica a alimentação consciente, você consegue perceber como funciona o seu corpo em relação aos alimentos que consome. Como vimos, cada indivíduo reage de forma diferente a determinados alimentos.

Então, ter consciência do que se come permite perceber se algum sintoma ou sensação está relacionado ao alimento ingerido. E, depois, realizar testes substituindo esses itens.

 

Autoconhecimento emocional e alimentar

Quando você pára e começa a perceber o que o motivou a fazer uma refeição, você conhece melhor as suas emoções e suas necessidades biológicas também. Será que você come porque está com fome ou porque está entediado, cansado, nervoso ou ansioso?

Registrar as refeições ao longo do dia e também as suas emoções permite fazer um parâmetro e descobrir a relação entre uma coisa e outra. 

Então, se, em um dia, você preferiu um hambúrguer no almoço em vez de uma refeição tradicional, e verificou que estava tensa com um trabalho para entregar, você consegue identificar alguma relação de causa e efeito.

 

Escolhas alimentares melhores

A alimentação consciente permite que você se torne mais seletivo nas suas escolhas diárias, preferindo o que lhe faz bem e evitando ou reduzindo o consumo do que causa desconforto. Você se torna responsável direto pelo que faz consigo mesmo.

É claro que não estamos falando de nenhum milagre. Estamos falando de autoconhecimento e responsabilidade. Se você sabe que o doce em excesso deixa você mais cansado e indisposto, além de favorecer o ganho de peso, você vai diminuir, mas não eliminar de vez se não quiser.

Alimentação com consciência: a base da dieta anti-inflamatória estratégica

A dieta anti-inflamatória estratégica trata-se de uma reeducação alimentar que ajuda o indivíduo a retirar da sua alimentação aqueles itens com potencial inflamatório e que podem causar doenças ou agravar problemas já existentes..

É aqui que entra a alimentação com consciência. É ela que nos permite identificar, através da observação do nosso corpo, quais são os efeitos de alguns alimentos que comemos na nossa saúde em geral.

Depois que identifica quais alimentos inflamam, o recomendado é que o indivíduo retire-os do seu cardápio ou, ao menos, reduza a sua ingestão. Geralmente, o corpo humano reage bem a agentes externos inflamatórios, mas desde que esteja saudável.

Quando o corpo já está altamente inflamado ou vulnerável por causa de alguma alteração, qualquer novo acréscimo de agente inflamatório pode ser a gota d’água, o que faltava para o copo transbordar.

Então, a dieta anti-inflamatória estratégica estimula o consumo de alimentos naturais que podem influenciar diretamente em um corpo equilibrado e saudável, livre de inflamações.

Para isso, os alimentos possuem em sua composição substâncias conhecidas naturalmente pela ação contrária à inflamação. São antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras dietéticas e ácidos graxos. 

A dieta também pode ajudar na perda de peso, apesar de não ser esse o foco. O emagrecimento é esperado porque a base da dieta anti-inflamatória são os alimentos naturais e pouco calóricos.

Além disso, são ricos em fibras que dão saciedade, estimulam o funcionamento do intestino, e também aceleram o metabolismo, agilizando a queima de gordura.

 

E como praticar a alimentação consciente

O primeiro passo é avaliar os seus hábitos alimentares e identificar em que circunstâncias você faz as suas refeições. Perceba o local, as pessoas com quem você divide o espaço, os alimentos que você põe no prato, o que faz enquanto come e como se sente após cada refeição.

Na prática, o que você pode fazer:

  • Evitar distrações na hora das refeições, deixando de lado a televisão ou o celular;
  • Dedicar tempo à cada refeição, mastigando bem os alimentos e saboreando cada ingrediente;
  • Escolher um ambiente saudável, calmo e confortável para se alimentar;
  • Fazer a própria comida, se possível, usando ingredientes saudáveis e naturais;
  • Fazer sempre que possível as melhores escolhas dentro de uma oferta variada de opções;
  • Sentar para comer, evitando refeições rápidas todos os dias;
  • Elaborar um diário alimentar e registrar tudo que consome e o que bebe ao longo do dia;
  • Anotar as suas emoções ao longo dos dias e tentar descobrir alguma relação entre elas e a comida;
  • Observar também os sinais do seu corpo, verificando se são consequências de algum alimento, fazendo substituições e observando se há mudança nos sintomas.

Estabelecer uma rotina de alimentação consciente pode não ser algo fácil, devido à rotina agitada das pessoas. Mas, sem dúvidas, é um desafio que vale a pena porque os benefícios são inúmeros, especialmente na questão da saúde do corpo humano, além, claro, do autoconhecimento alimentar e emocional, também essenciais para uma vida com mais qualidade.

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O que é uma alimentação consciente?

Vascular Pro - qui, 07/29/2021 - 17:13

Você saberia dizer, com certeza, quais alimentos consumiu dois dias atrás? É muito provável que você não tenha uma resposta completa para esta pergunta. A grande maioria das pessoas não sabe dizer nem o que comeram no café da manhã no dia anterior, ou precisam fazer um grande esforço para obter esta informação. Quando falamos em alimentação consciente, estamos falando em ter clareza sobre o que se ingere diariamente. Além disso, compreender como aquele alimento impacta na sua vida e na sua saúde. 

O que é alimentação consciente?

Seguir uma alimentação consciente é se alimentar com discernimento, sabendo o que está comendo, por que está comendo determinado alimento, identificando de que forma aquele alimento impacta na sua saúde física e mental.

Você pode até falar “Ah, meu prato tem arroz, feijão e carne. Como ser mais consciente do que isso. Eu sei certinho o que tem no meu prato”. Tudo bem, mas você sabe por que escolheu estes alimentos para comer hoje? Sabe como o seu corpo reage a eles? Já fez essa relação algum dia?

A consciência é justamente o contrário do desconhecimento, da aceitação simples e fácil do que lhe é imposto ou determinado sem questionamentos. 

Você come esse alimento porque gosta, porque não deu tempo de fazer outra coisa ou porque todo mundo está comendo e este é o hábito da sua família e pronto?

Outra pergunta que vale a pena fazer para despertar a consciência ao se alimentar é o objetivo da sua alimentação. Você come porque está com fome ou porque está ansioso, nervoso, triste, irritado, cansado, etc?

Quando você percebe quais são os impactos dos alimentos na sua vida e como a sua forma de se alimentar contribui para isso, é muito mais fácil entender como tudo funciona e, assim, despertar a sua consciência alimentar.

Por que estimular uma alimentação consciente?

Qual é a razão disso tudo, de tanto falar em alimentação consciente? Simples. É através da alimentação consciente que podemos mudar a nossa relação com os alimentos que pomos no prato e saber, finalmente, como eles estão associados à nossa saúde.

Vez ou outra você faz isso, acredito. Quando diz “Ah, não como tal alimento porque ele me deixa com azia, sonolenta, com prisão de ventre, etc”.

A vida corrida, estressante e movimentada normalmente impede que tenhamos essa consciência em relação a todos os alimentos. Principalmente quando os sintomas que eles despertam não são assim tão perceptíveis.

Por isso, a importância de criar o hábito de escolher bem o que pôr no prato, de acordo com as nossas necessidades, e perceber no corpo os resultados daquela escolha. A partir daí, avaliar se é viável continuar se alimentando daquela forma ou se é melhor fazer as devidas substituições.

Bio Individualidade na alimentação: o que significa

Bio quer dizer vida e individualidade é um conjunto de características próprias e específicas, que todos nós temos. Em resumo, bio individualidade quer dizer que todos nós, seres humanos e vivos, temos prazeres, gostos, corpos e organismos diferentes.

E como usar o conceito de bio individualidade na alimentação? Ora, se somos indivíduos diversos, naturalmente uma comida que funciona bem para um pode não funcionar tão bem para o outro. 

Cada corpo funciona diferente um do outro. O que faz bem para mim pode não fazer bem para você. Ainda que eu consuma a mesma fruta que você, em mim esta fruta pode despertar algum mal-estar e enquanto para você pode ser bastante saborosa e confortável.

Vivenciamos isso diariamente dentro da nossa casa, no ambiente de trabalho ou na escola. Acontece com crianças, adolescentes, adultos e idosos. Somos seres diversos, apesar de termos muito em comum.

E é por isso que não é possível indicar uma dieta única para todo mundo. Claro que existem aqueles alimentos que são considerados saudáveis para todos e precisam fazer parte de um cardápio regular, mas até mesmo estes podem e devem ser substituídos por similares, caso o organismo do indivíduo não responda bem à sua ingestão.

A importância do autoconhecimento na alimentação

Perceber como o seu corpo funciona e reage a cada alimento que você consome. É isso que chamamos de autoconhecimento alimentar. Alimentos são usados para saciar a fome, mas a composição de alguns deles pode prejudicar o funcionamento do organismo.

Além disso, é fundamental identificar o que leva você a se alimentar de determinada forma. E só é possível perceber isso fazendo uma avaliação diária em cima dos seus hábitos alimentares. Então, vale a pena se questionar:

Como você faz as suas refeições? Em que ambiente esse momento acontece? Qual horário e por quê? Com quem você divide esse momento e qual o motivo disso? Como você se sente?

Quais alimentos consome e por quê? Como se sente depois de ingeri-los? Acha que algum deles não cai bem?

Como o seu corpo está atualmente? Disposto ou sonolento? Sente dores frequentes? Está acima do peso? 

Tudo que consumimos impacta na nossa saúde física e mental e no nosso bem-estar, afinal, nós somos o que comemos. Quando tivermos total consciência disso, será muito mais fácil fazer as escolhas corretas desde o café da manhã até o momento da ceia.

Como aprender a se alimentar de forma consciente

Devido à vida agitada que todos nós levamos é compreensível que nem todas as pessoas consigam fazer um acompanhamento consciente do que comem. Mas, tudo é uma questão de hábito e com algumas dicas é possível fazer isso dar certo. Veja só:

  • Entenda o motivo da sua fome
  • Valorize o horário das refeições
  • Evite ver televisão ou ficar ao celular durante o tempo em que se alimenta
  • Mastigue bem os alimentos e sinta o sabor deles
  • Coma coisas gostosas e que lhe façam se sentir bem
  • Comece um diário alimentar (veja o livro Dieta Antiinflamatória Estratégica)
  • Observe as reações do seu corpo
  • Faça as alterações necessárias

A alimentação consciente é a peça-chave para que possamos transformar a nossa relação com a comida e, finalmente, perceber como ela faz bem ou mal para o nosso corpo. Os alimentos não são iguais e nossos organismos também não. E quando o corpo apresenta sinais de desequilíbrio, o primeiro ponto a observar é a forma como estamos nos alimentando. Para isso, invista em uma boa dose de autoconhecimento. Uma prática que deve ser diária e constante. 

 

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Entrevista na CBN Saúde sobre lipedema

Vascular Pro - ter, 06/29/2021 - 09:34

Lipedema: o que é, como identificar, quais os tratamentos e muito mais: Nesta semana o CBN Saúde Campinas com Stephanie Haidar  conversou com o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, sobre Lipedema. A doença crônica se caracteriza pelo acúmulo localizado de uma gordura doente, provocando alterações na pele e deixando o corpo desproporcional.

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Muco cervical: o que é e como varia no ciclo

Fertilidade - sab, 06/26/2021 - 08:49

Você já prestou atenção na variação do seu muco cervical ao longo do ciclo menstrual? Caso você ainda não tenha percebido, saiba que essas alterações acontecem, são comuns e também muito importantes para que a mulher conheça mais sobre a sua fertilidade. Quem está desejando engravidar ou evitar uma gravidez deve ficar atento a esses sinais que servem como um auxílio na hora de detectar o momento em que o corpo está pronto para uma gestação.

O que é o muco cervical?

O muco cervical é aquela umidade comum na vagina, facilmente percebida quando a mulher faz a higiene íntima, muda de calcinha ou toca o próprio corpo, por exemplo. O muco também é chamado popularmente de corrimento vaginal, mas com um tom um pouco pejorativo.

Na verdade, o muco ou corrimento é uma secreção importante liberada pelo útero através do canal vaginal e tem muitos benefícios, como:

  • Lubrificar o canal vaginal;
  • Facilitar ou atrapalhar o trajeto do espermatozoide até o óvulo;
  • Prevenir a incidência de vírus e bactérias na região íntima;
  • Manter o pH necessário dentro do canal vaginal.

Ou seja, o muco é uma produção normal do organismo e não precisa, nem deve ser eliminada ou julgada como algo sujo ou inadequado. O que devem ser observados são a coloração, a consistência e o odor desse corrimento. São características que podem indicar alguma infecção.

Quando o muco é transparente ou até mesmo branco, com um cheiro característico e com textura gelatinosa, elástica, firme ou pegajosa, a mulher não precisa se preocupar, pois trata-se de uma demonstração natural do seu corpo.

Muco cervical e ciclo menstrual: o que tem a ver?

O muco cervical é liberado durante todo o ciclo menstrual da mulher, mas adquire características diferentes de acordo com cada fase desse período. São essas alterações que permitem à mulher identificar o momento em que o seu corpo está pronto para uma gravidez.

No geral, o corrimento tem uma coloração branca. Mas, quando vai chegando o período da ovulação, que é quando a mulher fica fértil, o muco adquire uma coloração mais transparente e sua textura também muda. O muco se assemelha a uma clara de ovo, de tonalidade clara e textura elástica e pegajosa.

Essas mudanças acontecem por causa do aumento do nível de estrogênio, hormônio feminino que fica mais elevado durante a ovulação. O estrogênio auxilia a estimulação ovariana, participando da formação e liberação dos óvulos.

O muco cervical também funciona como um ajudante natural da fecundação. Ele favorece o trajeto do espermatozoide, facilitando o encontro dele com o óvulo e, como consequência, a gravidez. Esse é mais um motivo que deixa clara a importância do corrimento e, por isso, não deve ser visto como algo negativo.

Concluindo, durante o período fértil, quando o corpo está ovulando, o muco cervical se modifica e surge como um sinal importante para que a mulher programe uma gravidez ou evite ter relações sexuais, caso não deseje ser mãe naquele momento.


Como perceber as alterações do muco cervical?

Para a maioria das mulheres, não é muito fácil identificar as alterações do muco cervical ao longo do ciclo menstrual, seja por desconhecimento, preconceito ou por falta de hábito. Portanto, usar essa característica para identificar os dias férteis não garante um resultado cem por cento correto.

Isso sem contar que o muco também pode ser afetado por outras circunstâncias internas ou externas, como doenças ginecológicas e inflamatórias, relações sexuais, uso de lubrificantes, higiene local ou ingestão de medicamentos.

De qualquer forma, a mulher precisa desenvolver o hábito de observar o seu corpo em diferentes épocas do ciclo menstrual. Assim, ela consegue perceber as alterações com mais facilidade e usá-las a seu favor, seja para engravidar ou não.


O que mais pode ajudar a identificar o período fértil?

O muco pode auxiliar a mulher a descobrir o seu período fértil. É usado, muitas vezes, como um método contraceptivo. Mas, ele não é o único sintoma. Existem outros sinais de alerta que o corpo emite e que sugerem a sua preparação para uma possível gravidez. Confira.

Aumento da libido sexual

A mulher experimenta um aumento do desejo sexual durante o seu período fértil.

Aumento do apetite

O período da ovulação consome muita energia. Por isso, a mulher sente mais fome nesse período. A preferência costuma ser por alimentos açucarados e gordurosos.

Aumento da temperatura

Durante o período fértil, a temperatura da mulher sofre uma leve alteração para cima. Ou seja, a mulher sente o seu corpo mais quente do que o normal. 

A mudança é sutil, cerca de 1 grau, e pode ser influenciada por outras variáveis, mas também serve como um alerta. Basta verificar a temperatura ainda na cama, antes de levantar.

Teste da ovulação

Por fim, temos o teste da ovulação, também chamado de teste de LH. É um teste rápido, prático e muito fácil de usar. Ele mede o nível do hormônio luteinizante (LH) no organismo. Durante a ovulação, o LH tem seus níveis elevados e o teste capta essa variação.

Os resultados do teste de ovulação são bastante realistas e ajudam a mulher a ter uma compreensão mais verdadeira sobre o seu período fértil.

E, claro, não podemos deixar de falar do quanto é importante para a mulher o conhecimento sobre o seu corpo, sua menstruação e seu período fértil. Todas essas informações listadas aqui servem muito pouco se ela não souber de conceitos básicos sobre a sua intimidade.

Como vimos, o muco cervical é um corrimento natural que acontece no canal vaginal da mulher ao longo do seu ciclo menstrual. Essa umidade se acentua durante o período fértil, adquirindo textura e cor diferente, devido às alterações hormonais durante a ovulação.

Essa alteração faz com que muitas mulheres adotem o método do muco cervical para prevenir uma gravidez ou para aumentar as chances de engravidar nesse período. Contudo, por inúmeras razões, essa não é a melhor maneira de garantir ou não a gravidez. O ideal é procurar um ginecologista, especialista em saúde íntima da mulher,e fazer um estudo mais adequado e específico sobre a sua fertilidade.

 

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