
(A terra tão rica e – ó almas inertes! – o povo tão pobre... Ninguém que proteste!)
Fonte: Romanceiro da inconfidência — Romance XXVII ou Do animoso Alferes
Cecília Meireles
(A terra tão rica e – ó almas inertes! – o povo tão pobre... Ninguém que proteste!)